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Anastasia disse que deve levar até 2 anos para normalizar as finanças

Publicado por TV Minas em 21/09/2018

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Tucano cumpriu agenda em Cataguases e Leopoldina, na Zona da Mata, onde se reuniu com lideranças da região.

 

O senador Antonio Anastasia (PSDB) fez campanha nesta quinta-feira em Cataguases e Leopoldina, na Zona da Mata, e reafirmou que, se eleito, vai precisar de tempo e compreensão dos prefeitos para normalizar os repasses aos municípios e deve gastar pelo menos metade do eventual mandato para deixar as finanças de Minas normalizadas. 

 

O tucano ainda afirmou que a situação “caótica” dos cofres do estado deve fazer com que o parcelamento do salário dos servidores siga sendo feito no início da nova gestão.

 

“Estou alertado que será um processo lento, nós sabemos que a situação de Minas é uma situação desastrosa, caótica. Nós vamos recompor aos poucos. Eu tenho esperança que no prazo de um ano e meio a dois (anos) a situação melhore bastante e nós tenhamos condições de fato de devolver Minas Gerais aos trilhos do desenvolvimento”, afirmou durante coletiva, após se reunir com lideranças da região. 

 

Anastasia afirmou que a próxima gestão encontrará situação ainda pior que a encontrada por ele, quando integrou a equipe que cuidou da transição entre os governos de Itamar Franco e Aécio Neves (PSDB). “Naquela época tínhamos uma gripe, hoje temos uma pneumonia dupla com complicações”, declarou.

 

O tucano disse que esperar contar com um período de “carência” dado pelos prefeitos para conseguir e colocando as contas em ordem e, assim, ir regularizando a dívida do estado com os municípios.

 

“Essas dívidas já se acumulam em valores expressivos . Elas nós vamos ter que renegociar porque não temos como pagar imediatamente. Sabemos que não temos varinha mágica e todos sabem disso”, disse. Para ele, a compreensão será conquistada com “diálogo e transparência nos números”. 

 

Antônio Anastasia disse também que com a dificuldade financeira, o parcelamento dos salários dos servidores, pelo menos inicialmente, deve ser mantido. Mas, garantiu a resolução dessa questão é uma das prioridades iniciais de sua eventual gestão.

 

“De imediato é impossível resolver (o parcelamento). Vamos fazer o mesmo processo. São dois empenhos iniciais, duas prioridades: pagar o débito com as prefeituras e voltar o pagamento para o quinto dia útil para os servidores”, afirma. 

 

Assim como tem feito em outras agendas de campanha, o candidato fez críticas a atual gestão do governador Fernando Pimentel (PT). “Esse é o governador das desculpas. O governador que só se lamenta e não trabalha. Ele não enfrentou a crise”, disse.

 

Ainda de acordo com o tucano, no governo dele não havia o “caos” que há atualmente e que os servidores recebiam sempre no quinto dia útil de cada mês. 

 

O tucano reconheceu, no entanto, que a crise ajudou a agravar ainda mais a situação do estado, mas, aproveitou para alfinetar a ex-presidente Dilma Rousseff( PT), aliada de Pimentel e que concorre ao Senado, afirmando que as medidas tomadas durante o governo dela proporcionaram o aprofundamento da crise. 

 

Perguntando se espera encerrar a disputando vencendo já no primeiro turno, Antônio Anastasia disse que seu planejamento considera a disputa no segundo turno, mas se eventualmente sair vitorioso no primeiro turno ficaria feliz. “Nosso planejamento sempre foi eleição em dois turnos”, declarou.

Tucano cumpriu agenda em Cataguases e Leopoldina, na Zona da Mata, onde se reuniu com lideranças da região.


 


O senador Antonio Anastasia (PSDB) fez campanha nesta quinta-feira em Cataguases e Leopoldina, na Zona da Mata, e reafirmou que, se eleito, vai precisar de tempo e compreensão dos prefeitos para normalizar os repasses aos municípios e deve gastar pelo menos metade do eventual mandato para deixar as finanças de Minas normalizadas. 


 


O tucano ainda afirmou que a situação “caótica” dos cofres do estado deve fazer com que o parcelamento do salário dos servidores siga sendo feito no início da nova gestão.


 


“Estou alertado que será um processo lento, nós sabemos que a situação de Minas é uma situação desastrosa, caótica. Nós vamos recompor aos poucos. Eu tenho esperança que no prazo de um ano e meio a dois (anos) a situação melhore bastante e nós tenhamos condições de fato de devolver Minas Gerais aos trilhos do desenvolvimento”, afirmou durante coletiva, após se reunir com lideranças da região. 


 


Anastasia afirmou que a próxima gestão encontrará situação ainda pior que a encontrada por ele, quando integrou a equipe que cuidou da transição entre os governos de Itamar Franco e Aécio Neves (PSDB). “Naquela época tínhamos uma gripe, hoje temos uma pneumonia dupla com complicações”, declarou.


 


O tucano disse que esperar contar com um período de “carência” dado pelos prefeitos para conseguir e colocando as contas em ordem e, assim, ir regularizando a dívida do estado com os municípios.


 


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“Essas dívidas já se acumulam em valores expressivos . Elas nós vamos ter que renegociar porque não temos como pagar imediatamente. Sabemos que não temos varinha mágica e todos sabem disso”, disse. Para ele, a compreensão será conquistada com “diálogo e transparência nos números”. 


 


Antônio Anastasia disse também que com a dificuldade financeira, o parcelamento dos salários dos servidores, pelo menos inicialmente, deve ser mantido. Mas, garantiu a resolução dessa questão é uma das prioridades iniciais de sua eventual gestão.


 


“De imediato é impossível resolver (o parcelamento). Vamos fazer o mesmo processo. São dois empenhos iniciais, duas prioridades: pagar o débito com as prefeituras e voltar o pagamento para o quinto dia útil para os servidores”, afirma. 


 


Assim como tem feito em outras agendas de campanha, o candidato fez críticas a atual gestão do governador Fernando Pimentel (PT). “Esse é o governador das desculpas. O governador que só se lamenta e não trabalha. Ele não enfrentou a crise”, disse.


 


Ainda de acordo com o tucano, no governo dele não havia o “caos” que há atualmente e que os servidores recebiam sempre no quinto dia útil de cada mês. 


 


O tucano reconheceu, no entanto, que a crise ajudou a agravar ainda mais a situação do estado, mas, aproveitou para alfinetar a ex-presidente Dilma Rousseff( PT), aliada de Pimentel e que concorre ao Senado, afirmando que as medidas tomadas durante o governo dela proporcionaram o aprofundamento da crise. 


 


Perguntando se espera encerrar a disputando vencendo já no primeiro turno, Antônio Anastasia disse que seu planejamento considera a disputa no segundo turno, mas se eventualmente sair vitorioso no primeiro turno ficaria feliz. “Nosso planejamento sempre foi eleição em dois turnos”, declarou.


Tucano cumpriu agenda em Cataguases e Leopoldina, na Zona da Mata, onde se reuniu com lideranças da região.



O senador Antonio Anastasia (PSDB) fez campanha nesta quinta-feira em Cataguases e Leopoldina, na Zona da Mata, e reafirmou que, se eleito, vai precisar de tempo e compreensão dos prefeitos para normalizar os repasses aos municípios e deve gastar pelo menos metade do eventual mandato para deixar as finanças de Minas normalizadas. 



O tucano ainda afirmou que a situação “caótica” dos cofres do estado deve fazer com que o parcelamento do salário dos servidores siga sendo feito no início da nova gestão.



“Estou alertado que será um processo lento, nós sabemos que a situação de Minas é uma situação desastrosa, caótica. Nós vamos recompor aos poucos. Eu tenho esperança que no prazo de um ano e meio a dois (anos) a situação melhore bastante e nós tenhamos condições de fato de devolver Minas Gerais aos trilhos do desenvolvimento”, afirmou durante coletiva, após se reunir com lideranças da região. 



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Anastasia afirmou que a próxima gestão encontrará situação ainda pior que a encontrada por ele, quando integrou a equipe que cuidou da transição entre os governos de Itamar Franco e Aécio Neves (PSDB). “Naquela época tínhamos uma gripe, hoje temos uma pneumonia dupla com complicações”, declarou.



O tucano disse que esperar contar com um período de “carência” dado pelos prefeitos para conseguir e colocando as contas em ordem e, assim, ir regularizando a dívida do estado com os municípios.



“Essas dívidas já se acumulam em valores expressivos . Elas nós vamos ter que renegociar porque não temos como pagar imediatamente. Sabemos que não temos varinha mágica e todos sabem disso”, disse. Para ele, a compreensão será conquistada com “diálogo e transparência nos números”. 



Antônio Anastasia disse também que com a dificuldade financeira, o parcelamento dos salários dos servidores, pelo menos inicialmente, deve ser mantido. Mas, garantiu a resolução dessa questão é uma das prioridades iniciais de sua eventual gestão.



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“De imediato é impossível resolver (o parcelamento). Vamos fazer o mesmo processo. São dois empenhos iniciais, duas prioridades: pagar o débito com as prefeituras e voltar o pagamento para o quinto dia útil para os servidores”, afirma. 



Assim como tem feito em outras agendas de campanha, o candidato fez críticas a atual gestão do governador Fernando Pimentel (PT). “Esse é o governador das desculpas. O governador que só se lamenta e não trabalha. Ele não enfrentou a crise”, disse.



Ainda de acordo com o tucano, no governo dele não havia o “caos” que há atualmente e que os servidores recebiam sempre no quinto dia útil de cada mês. 



O tucano reconheceu, no entanto, que a crise ajudou a agravar ainda mais a situação do estado, mas, aproveitou para alfinetar a ex-presidente Dilma Rousseff( PT), aliada de Pimentel e que concorre ao Senado, afirmando que as medidas tomadas durante o governo dela proporcionaram o aprofundamento da crise. 



Perguntando se espera encerrar a disputando vencendo já no primeiro turno, Antônio Anastasia disse que seu planejamento considera a disputa no segundo turno, mas se eventualmente sair vitorioso no primeiro turno ficaria feliz. “Nosso planejamento sempre foi eleição em dois turnos”, declarou.



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