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Argentina acha sinal que pode ser de submarino desaparecido

Publicado por TV Minas em 22/09/2018

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Último contato de embarção com 44 tripulantes foi em novembro.

 

O ministro da Defesa da Argentina, Oscar Aguad, anunciou nesta sexta-feira que um "sinal importante" foi detectado no mar a 281 metros de profundidade e que as autoridades analisam para ver se trata-se do submarino Ara San Juan, desaparecido no dia 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo.

 

"Encontramos um sinal importante a 281 metros. Surpreendo-me que não o tenhamos visto antes. Há outro objeto que foi visto na quinta-feira em um ponto mais profundo, vamos verificá-los agora", explicou Aguad, na sede do governo argentino. "Eu espero que seja o ARA San Juan, mas a Ocean Infinity (empresa encarregada das buscas) teve vários contatos e, até agora, não conseguimos encontrá-lo", alertou o ministro.

 

O submarino ARA San Juan teve a sua última comunicação detectada nas primeiras horas do dia 15 de novembro de 2017, quando o comandante informou aos seus superiores que a embarcação apresentava princípios de incêndio em um compartimento de baterias.

 

De acordo com a Marinha argentina, o problema teria sido resolvido e o submarino poderia seguir viagem até o destino final, o que nunca aconteceu. O desaparecimento do ARA San Juan é um caso aberto na Justiça, o que motiva críticas dos parentes das vítimas. Em paralelo a isso, acontece também uma investigação interna na Marinha.

 

A embarcação, que sumiu no Atlântico Sul, realizava não somente manobras de treinamento, mas também espionava navios britânicos.

 

A informação já havia sido confirmada pelo chefe do Gabinete argentino, Marcos Peña. Ele afirmou que "o objetivo tático prioritário da patrulha era a localização, identificação, registro fotográfico de navios frigoríficos, logísticos, petrolíferos que realizavam contrabando com um navio pesqueiro".

 

O legislador também já dissera que a atividade de navios e aeronaves britânicas era monitorada desde as Ilhas Malvinas — território que motivou um confronto entre Argentina e Reino Unido em 1982.

Último contato de embarção com 44 tripulantes foi em novembro.


 


O ministro da Defesa da Argentina, Oscar Aguad, anunciou nesta sexta-feira que um "sinal importante" foi detectado no mar a 281 metros de profundidade e que as autoridades analisam para ver se trata-se do submarino Ara San Juan, desaparecido no dia 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo.


 


"Encontramos um sinal importante a 281 metros. Surpreendo-me que não o tenhamos visto antes. Há outro objeto que foi visto na quinta-feira em um ponto mais profundo, vamos verificá-los agora", explicou Aguad, na sede do governo argentino. "Eu espero que seja o ARA San Juan, mas a Ocean Infinity (empresa encarregada das buscas) teve vários contatos e, até agora, não conseguimos encontrá-lo", alertou o ministro.


 


O submarino ARA San Juan teve a sua última comunicação detectada nas primeiras horas do dia 15 de novembro de 2017, quando o comandante informou aos seus superiores que a embarcação apresentava princípios de incêndio em um compartimento de baterias.


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De acordo com a Marinha argentina, o problema teria sido resolvido e o submarino poderia seguir viagem até o destino final, o que nunca aconteceu. O desaparecimento do ARA San Juan é um caso aberto na Justiça, o que motiva críticas dos parentes das vítimas. Em paralelo a isso, acontece também uma investigação interna na Marinha.


 


A embarcação, que sumiu no Atlântico Sul, realizava não somente manobras de treinamento, mas também espionava navios britânicos.


 


A informação já havia sido confirmada pelo chefe do Gabinete argentino, Marcos Peña. Ele afirmou que "o objetivo tático prioritário da patrulha era a localização, identificação, registro fotográfico de navios frigoríficos, logísticos, petrolíferos que realizavam contrabando com um navio pesqueiro".


 


O legislador também já dissera que a atividade de navios e aeronaves britânicas era monitorada desde as Ilhas Malvinas — território que motivou um confronto entre Argentina e Reino Unido em 1982.


Último contato de embarção com 44 tripulantes foi em novembro.



O ministro da Defesa da Argentina, Oscar Aguad, anunciou nesta sexta-feira que um "sinal importante" foi detectado no mar a 281 metros de profundidade e que as autoridades analisam para ver se trata-se do submarino Ara San Juan, desaparecido no dia 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo.



"Encontramos um sinal importante a 281 metros. Surpreendo-me que não o tenhamos visto antes. Há outro objeto que foi visto na quinta-feira em um ponto mais profundo, vamos verificá-los agora", explicou Aguad, na sede do governo argentino. "Eu espero que seja o ARA San Juan, mas a Ocean Infinity (empresa encarregada das buscas) teve vários contatos e, até agora, não conseguimos encontrá-lo", alertou o ministro.



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O submarino ARA San Juan teve a sua última comunicação detectada nas primeiras horas do dia 15 de novembro de 2017, quando o comandante informou aos seus superiores que a embarcação apresentava princípios de incêndio em um compartimento de baterias.



De acordo com a Marinha argentina, o problema teria sido resolvido e o submarino poderia seguir viagem até o destino final, o que nunca aconteceu. O desaparecimento do ARA San Juan é um caso aberto na Justiça, o que motiva críticas dos parentes das vítimas. Em paralelo a isso, acontece também uma investigação interna na Marinha.



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A embarcação, que sumiu no Atlântico Sul, realizava não somente manobras de treinamento, mas também espionava navios britânicos.



A informação já havia sido confirmada pelo chefe do Gabinete argentino, Marcos Peña. Ele afirmou que "o objetivo tático prioritário da patrulha era a localização, identificação, registro fotográfico de navios frigoríficos, logísticos, petrolíferos que realizavam contrabando com um navio pesqueiro".



O legislador também já dissera que a atividade de navios e aeronaves britânicas era monitorada desde as Ilhas Malvinas — território que motivou um confronto entre Argentina e Reino Unido em 1982.



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