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Macri anuncia mais apoio do FMI e promete que não cairá em moratória

Publicado por TV Minas em 24/09/2018

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O presidente argentino, Mauricio Macri, disse nesta segunda-feira que seu país terá apoio adicional do Fundo Monetário Internacional (FMI) para enfrentar a deterioração da economia, e prometeu que a Argentina não voltará à inadimplência, em entrevista à TV Bloomberg em Nova York.

 

“Vamos ter mais apoio do FMI, não posso dizer o quanto, porque estamos negociando”, disse Macri, acrescentando que o acordo será anunciado em alguns dias.

 

“Não há nenhuma chance de a Argentina declarar moratória. Zero”, disse ele.

 

O FMI e o governo de Macri acordaram, em junho, um programa de ajuda de 50 bilhões de dólares em três anos, dos quais 15 bilhões já foram repassados.

 

Mas isso não impediu a corrida cambial, e o peso acumulou uma perda de mais de 50% de seu valor neste ano.

 

“Com essa nova taxa de câmbio, a Argentina tem uma taxa muito competitiva. Estamos equilibrando as contas externas. As exportações estão crescendo a uma velocidade de 18% a 20%”, afirmou.


O presidente argentino disse que, para combater a volatilidade do peso, ele discute uma nova política monetária com o FMI, mas que não será um controle cambial como o Plano Cavallo, estabelecido pela lei de conversibilidade, que equiparava o peso ao dólar.

 

“Não é um controle o que vamos fazer, como na conversibilidade. Estamos trabalhando com o Fundo Monetário e vamos apresentar um acordo que trará mais confiança, mais até do que se viu nos últimos dez dias, quando os mercados mudaram e começaram para reagir”, disse ele.

 

“Não quero adiantar o acordo, mas é um acordo que estabelece uma política monetária clara, que mostrará para onde estamos indo, que vamos reduzir drasticamente a inflação e nossas necessidades de apoio financeiro externo”, acrescentou.

 

O presidente argentino disse que não tem “um plano B” para a economia e também disse que está pronto para concorrer à reeleição em 2019.

O presidente argentino, Mauricio Macri, disse nesta segunda-feira que seu país terá apoio adicional do Fundo Monetário Internacional (FMI) para enfrentar a deterioração da economia, e prometeu que a Argentina não voltará à inadimplência, em entrevista à TV Bloomberg em Nova York.


 


“Vamos ter mais apoio do FMI, não posso dizer o quanto, porque estamos negociando”, disse Macri, acrescentando que o acordo será anunciado em alguns dias.


 


“Não há nenhuma chance de a Argentina declarar moratória. Zero”, disse ele.


 


O FMI e o governo de Macri acordaram, em junho, um programa de ajuda de 50 bilhões de dólares em três anos, dos quais 15 bilhões já foram repassados.


 


Mas isso não impediu a corrida cambial, e o peso acumulou uma perda de mais de 50% de seu valor neste ano.


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“Com essa nova taxa de câmbio, a Argentina tem uma taxa muito competitiva. Estamos equilibrando as contas externas. As exportações estão crescendo a uma velocidade de 18% a 20%”, afirmou.



O presidente argentino disse que, para combater a volatilidade do peso, ele discute uma nova política monetária com o FMI, mas que não será um controle cambial como o Plano Cavallo, estabelecido pela lei de conversibilidade, que equiparava o peso ao dólar.


 


“Não é um controle o que vamos fazer, como na conversibilidade. Estamos trabalhando com o Fundo Monetário e vamos apresentar um acordo que trará mais confiança, mais até do que se viu nos últimos dez dias, quando os mercados mudaram e começaram para reagir”, disse ele.


 


“Não quero adiantar o acordo, mas é um acordo que estabelece uma política monetária clara, que mostrará para onde estamos indo, que vamos reduzir drasticamente a inflação e nossas necessidades de apoio financeiro externo”, acrescentou.


 


O presidente argentino disse que não tem “um plano B” para a economia e também disse que está pronto para concorrer à reeleição em 2019.


O presidente argentino, Mauricio Macri, disse nesta segunda-feira que seu país terá apoio adicional do Fundo Monetário Internacional (FMI) para enfrentar a deterioração da economia, e prometeu que a Argentina não voltará à inadimplência, em entrevista à TV Bloomberg em Nova York.



“Vamos ter mais apoio do FMI, não posso dizer o quanto, porque estamos negociando”, disse Macri, acrescentando que o acordo será anunciado em alguns dias.



“Não há nenhuma chance de a Argentina declarar moratória. Zero”, disse ele.



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O FMI e o governo de Macri acordaram, em junho, um programa de ajuda de 50 bilhões de dólares em três anos, dos quais 15 bilhões já foram repassados.



Mas isso não impediu a corrida cambial, e o peso acumulou uma perda de mais de 50% de seu valor neste ano.



“Com essa nova taxa de câmbio, a Argentina tem uma taxa muito competitiva. Estamos equilibrando as contas externas. As exportações estão crescendo a uma velocidade de 18% a 20%”, afirmou.




O presidente argentino disse que, para combater a volatilidade do peso, ele discute uma nova política monetária com o FMI, mas que não será um controle cambial como o Plano Cavallo, estabelecido pela lei de conversibilidade, que equiparava o peso ao dólar.



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“Não é um controle o que vamos fazer, como na conversibilidade. Estamos trabalhando com o Fundo Monetário e vamos apresentar um acordo que trará mais confiança, mais até do que se viu nos últimos dez dias, quando os mercados mudaram e começaram para reagir”, disse ele.



“Não quero adiantar o acordo, mas é um acordo que estabelece uma política monetária clara, que mostrará para onde estamos indo, que vamos reduzir drasticamente a inflação e nossas necessidades de apoio financeiro externo”, acrescentou.



O presidente argentino disse que não tem “um plano B” para a economia e também disse que está pronto para concorrer à reeleição em 2019.



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