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Dissemos não ao populismo e vencemos a recessão, diz Temer na ONU

Publicado por TV Minas em 25/09/2018

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O presidente discursou hoje na abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

 

Em seu discurso, na abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o presidente Michel Temer criticou o isolacionismo, a intolerância e defendeu as estruturas democráticas no Brasil.

 

“Vivemos tempos toldados por forças isolacionistas. Reavivam-se velhas intolerâncias. As recaídas unilaterais são cada vez menos a exceção. Mas esses desafios não devem – não podem – nos intimidar”, disse.

 

Durante a apresentação, o presidente defendeu os mecanismos de integração com países do Mercosul, a derrubada de barreiras comerciais e a assinatura de novos acordos.

 

“Impulsionamos a aproximação com os países da Aliança do Pacífico, buscando uma América Latina cada vez mais unida – como, aliás, determina nossa Constituição.”

 

 

Eleições

 

Sobre a aproximação das eleições, Temer afirmou que “transmitirá com tranquilidade do dever cumprido as funções presidenciais para seu sucessor”.

 

Em um balanço sobre seu governo, o presidente falou sobre credibilidade da economia, geração de empregos e segurança.

 

“Dissemos não ao populismo e vencemos a pior recessão de nossa História – recessão com severas consequências para a sociedade, sobretudo para os mais pobres. Recolocamos as contas públicas em trajetória responsável e restauramos a credibilidade da economia. Voltamos a crescer e a gerar empregos. Programas sociais antes ameaçados pelo descontrole dos gastos puderam ser salvos e ampliados. Devolvemos o Brasil ao trilho do desenvolvimento.”

 

 

Migração venezuelana

 

Em sua fala, o presidente destacou também o papel do Brasil na questão migratória na América do Sul, principalmente em relação aos refugiados venezuelanos.

 

“Estima-se em mais de um milhão os venezuelanos que já deixaram seu país em busca de condições dignas de vida. O Brasil tem recebido todos os que chegam a nosso território. São dezenas de milhares de venezuelanos a quem procuramos dar toda a assistência”, afirmou.

 

Temer afirma que as negociações, para respeitar a Lei da Migração, decidiram promover a interiorização dos venezuelanos para outras regiões do Brasil. Ele cita a emissão de documentos para trabalhar no país, o oferecimento de vagas nas escolas, vacinação e serviço de saúde para todos.

 

“Mas sabemos que a solução para a crise apenas virá quando a Venezuela reencontrar o caminho do desenvolvimento. Se o diálogo e a solidariedade são antídotos para a intolerância, são também matéria-prima da paz duradoura.”

 

Nesse contexto, Temer ressaltou a capacidade brasileira de integração. “À primeira dessas tendências, o isolacionismo, o Brasil responde com mais abertura, mais integração. O Brasil sabe que nosso desenvolvimento comum depende de mais fluxos internacionais de comércio e investimentos. Depende de mais contato com novas ideias e com novas tecnologias. É na abertura ao outro, e não na introspecção e no isolamento, que construiremos uma prosperidade efetivamente compartilhada.”

 

Segundo o presidente, o isolamento pode dar uma falsa sensação de segurança e o protecionismo pode soar sedutor. “Mas é com abertura e integração que alcançamos a concórdia, o crescimento, o progresso.”

O presidente discursou hoje na abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.


 


Em seu discurso, na abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o presidente Michel Temer criticou o isolacionismo, a intolerância e defendeu as estruturas democráticas no Brasil.


 


“Vivemos tempos toldados por forças isolacionistas. Reavivam-se velhas intolerâncias. As recaídas unilaterais são cada vez menos a exceção. Mas esses desafios não devem – não podem – nos intimidar”, disse.


 


Durante a apresentação, o presidente defendeu os mecanismos de integração com países do Mercosul, a derrubada de barreiras comerciais e a assinatura de novos acordos.


 


“Impulsionamos a aproximação com os países da Aliança do Pacífico, buscando uma América Latina cada vez mais unida – como, aliás, determina nossa Constituição.”


 


 


Eleições


 


Sobre a aproximação das eleições, Temer afirmou que “transmitirá com tranquilidade do dever cumprido as funções presidenciais para seu sucessor”.


 


Em um balanço sobre seu governo, o presidente falou sobre credibilidade da economia, geração de empregos e segurança.


PATROCINADORES

 


“Dissemos não ao populismo e vencemos a pior recessão de nossa História – recessão com severas consequências para a sociedade, sobretudo para os mais pobres. Recolocamos as contas públicas em trajetória responsável e restauramos a credibilidade da economia. Voltamos a crescer e a gerar empregos. Programas sociais antes ameaçados pelo descontrole dos gastos puderam ser salvos e ampliados. Devolvemos o Brasil ao trilho do desenvolvimento.”


 


 


Migração venezuelana


 


Em sua fala, o presidente destacou também o papel do Brasil na questão migratória na América do Sul, principalmente em relação aos refugiados venezuelanos.


 


“Estima-se em mais de um milhão os venezuelanos que já deixaram seu país em busca de condições dignas de vida. O Brasil tem recebido todos os que chegam a nosso território. São dezenas de milhares de venezuelanos a quem procuramos dar toda a assistência”, afirmou.


 


Temer afirma que as negociações, para respeitar a Lei da Migração, decidiram promover a interiorização dos venezuelanos para outras regiões do Brasil. Ele cita a emissão de documentos para trabalhar no país, o oferecimento de vagas nas escolas, vacinação e serviço de saúde para todos.


 


“Mas sabemos que a solução para a crise apenas virá quando a Venezuela reencontrar o caminho do desenvolvimento. Se o diálogo e a solidariedade são antídotos para a intolerância, são também matéria-prima da paz duradoura.”


 


Nesse contexto, Temer ressaltou a capacidade brasileira de integração. “À primeira dessas tendências, o isolacionismo, o Brasil responde com mais abertura, mais integração. O Brasil sabe que nosso desenvolvimento comum depende de mais fluxos internacionais de comércio e investimentos. Depende de mais contato com novas ideias e com novas tecnologias. É na abertura ao outro, e não na introspecção e no isolamento, que construiremos uma prosperidade efetivamente compartilhada.”


 


Segundo o presidente, o isolamento pode dar uma falsa sensação de segurança e o protecionismo pode soar sedutor. “Mas é com abertura e integração que alcançamos a concórdia, o crescimento, o progresso.”


O presidente discursou hoje na abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.



Em seu discurso, na abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o presidente Michel Temer criticou o isolacionismo, a intolerância e defendeu as estruturas democráticas no Brasil.



“Vivemos tempos toldados por forças isolacionistas. Reavivam-se velhas intolerâncias. As recaídas unilaterais são cada vez menos a exceção. Mas esses desafios não devem – não podem – nos intimidar”, disse.



Durante a apresentação, o presidente defendeu os mecanismos de integração com países do Mercosul, a derrubada de barreiras comerciais e a assinatura de novos acordos.



“Impulsionamos a aproximação com os países da Aliança do Pacífico, buscando uma América Latina cada vez mais unida – como, aliás, determina nossa Constituição.”



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Eleições



Sobre a aproximação das eleições, Temer afirmou que “transmitirá com tranquilidade do dever cumprido as funções presidenciais para seu sucessor”.



Em um balanço sobre seu governo, o presidente falou sobre credibilidade da economia, geração de empregos e segurança.



“Dissemos não ao populismo e vencemos a pior recessão de nossa História – recessão com severas consequências para a sociedade, sobretudo para os mais pobres. Recolocamos as contas públicas em trajetória responsável e restauramos a credibilidade da economia. Voltamos a crescer e a gerar empregos. Programas sociais antes ameaçados pelo descontrole dos gastos puderam ser salvos e ampliados. Devolvemos o Brasil ao trilho do desenvolvimento.”



Migração venezuelana



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Em sua fala, o presidente destacou também o papel do Brasil na questão migratória na América do Sul, principalmente em relação aos refugiados venezuelanos.



“Estima-se em mais de um milhão os venezuelanos que já deixaram seu país em busca de condições dignas de vida. O Brasil tem recebido todos os que chegam a nosso território. São dezenas de milhares de venezuelanos a quem procuramos dar toda a assistência”, afirmou.



Temer afirma que as negociações, para respeitar a Lei da Migração, decidiram promover a interiorização dos venezuelanos para outras regiões do Brasil. Ele cita a emissão de documentos para trabalhar no país, o oferecimento de vagas nas escolas, vacinação e serviço de saúde para todos.



“Mas sabemos que a solução para a crise apenas virá quando a Venezuela reencontrar o caminho do desenvolvimento. Se o diálogo e a solidariedade são antídotos para a intolerância, são também matéria-prima da paz duradoura.”



Nesse contexto, Temer ressaltou a capacidade brasileira de integração. “À primeira dessas tendências, o isolacionismo, o Brasil responde com mais abertura, mais integração. O Brasil sabe que nosso desenvolvimento comum depende de mais fluxos internacionais de comércio e investimentos. Depende de mais contato com novas ideias e com novas tecnologias. É na abertura ao outro, e não na introspecção e no isolamento, que construiremos uma prosperidade efetivamente compartilhada.”



Segundo o presidente, o isolamento pode dar uma falsa sensação de segurança e o protecionismo pode soar sedutor. “Mas é com abertura e integração que alcançamos a concórdia, o crescimento, o progresso.”



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