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Presidente do Banco Central da Argentina renuncia

Publicado por TV Minas em 25/09/2018

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Motivos da renúncia são pessoais, diz comunicado oficial. País vive severa crise econômica.

 

O presidente do banco central argentino, Luis Caputo, apresentou renúncia nesta terça-feira ao presidente Mauricio Macri por motivos pessoais, informou a autoridade monetária em comunicado.

 

A renúncia surpreendeu o mercado financeiro, em um momento em que o banco central procura conter a desvalorização acentuada do peso argentino, que já perdeu 50 por cento até agora em 2018, e o governo está negociando uma extensão de um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

“Esta renúncia se deve a motivos pessoais, com a convicção de que o novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) restabelecerá a confiança nas situações fiscal, financeira, monetária e cambial”, acrescentou o texto.

 

Caputo chegou assumiu o cargo no banco central em 14 de junho, quando substituiu Federico Stuzenegger, que renunciou sobrecarregado pela fraqueza da moeda e pela alta taxa de juros que ele concordou com a renovação de estratégias para combater a inflação.

 

Analistas prevêem que a Argentina feche o ano com inflação acima de 40 por cento.

 

Caputo tem sido um colaborador próximo de Macri desde que chegou à presidência do país em dezembro de 2015. Primeiro, ele ocupou o cargo de Secretário de Finanças e, depois, virou Ministro da área.                                

Motivos da renúncia são pessoais, diz comunicado oficial. País vive severa crise econômica.


 


O presidente do banco central argentino, Luis Caputo, apresentou renúncia nesta terça-feira ao presidente Mauricio Macri por motivos pessoais, informou a autoridade monetária em comunicado.


 


A renúncia surpreendeu o mercado financeiro, em um momento em que o banco central procura conter a desvalorização acentuada do peso argentino, que já perdeu 50 por cento até agora em 2018, e o governo está negociando uma extensão de um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).


 


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“Esta renúncia se deve a motivos pessoais, com a convicção de que o novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) restabelecerá a confiança nas situações fiscal, financeira, monetária e cambial”, acrescentou o texto.


 


Caputo chegou assumiu o cargo no banco central em 14 de junho, quando substituiu Federico Stuzenegger, que renunciou sobrecarregado pela fraqueza da moeda e pela alta taxa de juros que ele concordou com a renovação de estratégias para combater a inflação.


 


Analistas prevêem que a Argentina feche o ano com inflação acima de 40 por cento.


 


Caputo tem sido um colaborador próximo de Macri desde que chegou à presidência do país em dezembro de 2015. Primeiro, ele ocupou o cargo de Secretário de Finanças e, depois, virou Ministro da área.                                


Motivos da renúncia são pessoais, diz comunicado oficial. País vive severa crise econômica.



O presidente do banco central argentino, Luis Caputo, apresentou renúncia nesta terça-feira ao presidente Mauricio Macri por motivos pessoais, informou a autoridade monetária em comunicado.



A renúncia surpreendeu o mercado financeiro, em um momento em que o banco central procura conter a desvalorização acentuada do peso argentino, que já perdeu 50 por cento até agora em 2018, e o governo está negociando uma extensão de um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).



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“Esta renúncia se deve a motivos pessoais, com a convicção de que o novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) restabelecerá a confiança nas situações fiscal, financeira, monetária e cambial”, acrescentou o texto.



Caputo chegou assumiu o cargo no banco central em 14 de junho, quando substituiu Federico Stuzenegger, que renunciou sobrecarregado pela fraqueza da moeda e pela alta taxa de juros que ele concordou com a renovação de estratégias para combater a inflação.



Analistas prevêem que a Argentina feche o ano com inflação acima de 40 por cento.



Caputo tem sido um colaborador próximo de Macri desde que chegou à presidência do país em dezembro de 2015. Primeiro, ele ocupou o cargo de Secretário de Finanças e, depois, virou Ministro da área.                                



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