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Bem Estar

Problema ocular pode ser sinal de esclerose múltipla

Publicado por TV Minas em 25/09/2018

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Neurite ótica é um problema grave que precisa ser tratado.

 

Perda gradativa da visão, dor ao movimentar os olhos, dificuldade para enxergar cores e sensação de luzes piscantes. Estes são os sintomas clássicos de um episódio de neurite ótica, uma inflamação que danifica o nervo ótico, responsável por transmitir as informações visuais para o cérebro. Esse problema, para 20% das pessoas, pode ser o primeiro sintoma da esclerose múltipla, doença autoimune que afeta o Sistema Nervoso Central (SNC). Nela, o sistema de defesa do organismo ataca a bainha de mielina, substância que reveste e protege as células nervosas, e que é responsáveç pela troca de mensagens entre o cérebro e o restante do corpo.

 

Na esclerose, os nervos a perdem a capacidade de enviar e de receber as mensagens da forma correta. "Esse processo degenerativo e progressivo na bainha de mielina leva aos sintomas, como enfraquecimento dos músculos, perda da coordenação, paralisia e aos problemas que afetam o nervo óptico, como a neurite ótica. Os problemas visuais afetam de 50 a 60% dos pacientes. A neurite ótica pode ser o primeiro sintoma, como também uma manifestação posterior da doença", explica a neuroftalmologista Marcela Barreira, do Banco de Olhos de Sorocaba (SP).

 

Segundo a médica, cerca de 50% das pessoas que apresentam uma crise isolada de neurite ótica podem desenvolver a esclerose múltipla dentro de 15 anos. "A neurite ótica é a causa mais comum de perda visual aguda em jovens adultos, sendo que as mulheres são mais afetadas que os homens, assim como a esclerose múltipla também afeta mais o sexo feminino do que o masculino", comenta a especialista.

 

A neurite ótica também está ligada a outras doenças autoimunes, como também pode ser idiopática, ou seja, sem causa definida.

 

"Além do exame clínico, o médico irá solicitar uma série de exames laboratoriais e de imagem para confirmar a suspeita. O tratamento pode variar de paciente para paciente, mas em geral é feito com medicamentos que ajudam a controlar a inflamação e a dor", explica Marcela Barreira. Vale lembrar que o tratamento para a esclerose múltipla também ajuda a diminuir a quantidade e a gravidade das crises de neurite ótica.

 

Embora a maior parte dos pacientes recupere a visão depois de um episódio de neurite ótica, alguns podem apresentar diminuição da acuidade visual, assim como dificuldades para enxergar cores, brilho e nitidez.

 

"Outra consequência da neurite ótica em alguns pacientes é o embaçamento da visão quando há aumento da temperatura corporal, seja em um quadro febril ou em situações como atividade física e locais quentes, por exemplo", explica a neurooftalmologista.

 

A estimativa é que cerca de três em cada 10 pacientes que já tiveram um episódio de neurite ótica podem apresentar outro, no mesmo olho, ao longo da vida.

Neurite ótica é um problema grave que precisa ser tratado.


 


Perda gradativa da visão, dor ao movimentar os olhos, dificuldade para enxergar cores e sensação de luzes piscantes. Estes são os sintomas clássicos de um episódio de neurite ótica, uma inflamação que danifica o nervo ótico, responsável por transmitir as informações visuais para o cérebro. Esse problema, para 20% das pessoas, pode ser o primeiro sintoma da esclerose múltipla, doença autoimune que afeta o Sistema Nervoso Central (SNC). Nela, o sistema de defesa do organismo ataca a bainha de mielina, substância que reveste e protege as células nervosas, e que é responsáveç pela troca de mensagens entre o cérebro e o restante do corpo.


 


Na esclerose, os nervos a perdem a capacidade de enviar e de receber as mensagens da forma correta. "Esse processo degenerativo e progressivo na bainha de mielina leva aos sintomas, como enfraquecimento dos músculos, perda da coordenação, paralisia e aos problemas que afetam o nervo óptico, como a neurite ótica. Os problemas visuais afetam de 50 a 60% dos pacientes. A neurite ótica pode ser o primeiro sintoma, como também uma manifestação posterior da doença", explica a neuroftalmologista Marcela Barreira, do Banco de Olhos de Sorocaba (SP).


 


Segundo a médica, cerca de 50% das pessoas que apresentam uma crise isolada de neurite ótica podem desenvolver a esclerose múltipla dentro de 15 anos. "A neurite ótica é a causa mais comum de perda visual aguda em jovens adultos, sendo que as mulheres são mais afetadas que os homens, assim como a esclerose múltipla também afeta mais o sexo feminino do que o masculino", comenta a especialista.


 


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A neurite ótica também está ligada a outras doenças autoimunes, como também pode ser idiopática, ou seja, sem causa definida.


 


"Além do exame clínico, o médico irá solicitar uma série de exames laboratoriais e de imagem para confirmar a suspeita. O tratamento pode variar de paciente para paciente, mas em geral é feito com medicamentos que ajudam a controlar a inflamação e a dor", explica Marcela Barreira. Vale lembrar que o tratamento para a esclerose múltipla também ajuda a diminuir a quantidade e a gravidade das crises de neurite ótica.


 


Embora a maior parte dos pacientes recupere a visão depois de um episódio de neurite ótica, alguns podem apresentar diminuição da acuidade visual, assim como dificuldades para enxergar cores, brilho e nitidez.


 


"Outra consequência da neurite ótica em alguns pacientes é o embaçamento da visão quando há aumento da temperatura corporal, seja em um quadro febril ou em situações como atividade física e locais quentes, por exemplo", explica a neurooftalmologista.


 


A estimativa é que cerca de três em cada 10 pacientes que já tiveram um episódio de neurite ótica podem apresentar outro, no mesmo olho, ao longo da vida.


Neurite ótica é um problema grave que precisa ser tratado.



Perda gradativa da visão, dor ao movimentar os olhos, dificuldade para enxergar cores e sensação de luzes piscantes. Estes são os sintomas clássicos de um episódio de neurite ótica, uma inflamação que danifica o nervo ótico, responsável por transmitir as informações visuais para o cérebro. Esse problema, para 20% das pessoas, pode ser o primeiro sintoma da esclerose múltipla, doença autoimune que afeta o Sistema Nervoso Central (SNC). Nela, o sistema de defesa do organismo ataca a bainha de mielina, substância que reveste e protege as células nervosas, e que é responsáveç pela troca de mensagens entre o cérebro e o restante do corpo.



Na esclerose, os nervos a perdem a capacidade de enviar e de receber as mensagens da forma correta. "Esse processo degenerativo e progressivo na bainha de mielina leva aos sintomas, como enfraquecimento dos músculos, perda da coordenação, paralisia e aos problemas que afetam o nervo óptico, como a neurite ótica. Os problemas visuais afetam de 50 a 60% dos pacientes. A neurite ótica pode ser o primeiro sintoma, como também uma manifestação posterior da doença", explica a neuroftalmologista Marcela Barreira, do Banco de Olhos de Sorocaba (SP).



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Segundo a médica, cerca de 50% das pessoas que apresentam uma crise isolada de neurite ótica podem desenvolver a esclerose múltipla dentro de 15 anos. "A neurite ótica é a causa mais comum de perda visual aguda em jovens adultos, sendo que as mulheres são mais afetadas que os homens, assim como a esclerose múltipla também afeta mais o sexo feminino do que o masculino", comenta a especialista.



A neurite ótica também está ligada a outras doenças autoimunes, como também pode ser idiopática, ou seja, sem causa definida.



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"Além do exame clínico, o médico irá solicitar uma série de exames laboratoriais e de imagem para confirmar a suspeita. O tratamento pode variar de paciente para paciente, mas em geral é feito com medicamentos que ajudam a controlar a inflamação e a dor", explica Marcela Barreira. Vale lembrar que o tratamento para a esclerose múltipla também ajuda a diminuir a quantidade e a gravidade das crises de neurite ótica.



Embora a maior parte dos pacientes recupere a visão depois de um episódio de neurite ótica, alguns podem apresentar diminuição da acuidade visual, assim como dificuldades para enxergar cores, brilho e nitidez.



"Outra consequência da neurite ótica em alguns pacientes é o embaçamento da visão quando há aumento da temperatura corporal, seja em um quadro febril ou em situações como atividade física e locais quentes, por exemplo", explica a neurooftalmologista.



A estimativa é que cerca de três em cada 10 pacientes que já tiveram um episódio de neurite ótica podem apresentar outro, no mesmo olho, ao longo da vida.



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