news:

Notícias

PF, PM e Civil fazem opera��o para apreender material pol�tico com Lula 13

Publicado por TV Minas em 29/09/2018

foto_principal.jpg

Ação teve como objetivo recolher peças de campanha que possam ter a indicação do ex-presidente como candidato à Presidência.

 

A Polícia Militar e a Polícia Federal realizam na tarde desta sexta-feira uma operação na sede de partidos que integram a coligação do Partido dos Trabalhadores e que possam ter material com a indicação do ex-presidente Lula como candidato a presidente. No escritório do PCdoB, no Bairro Floresta, Região Leste de Belo Horizonte, segundo integrantes da legenda, foi feito uma espécie de “pente fino”. 

 

No local, cerca de 20 polícias militares ficaram por cerca de uma hora e meia na tarde de hoje e verificaram armários, gavetas e todas as instalações. De acordo com a deputada federal Jô Moraes, candidata a vice na chapa do governador Fernando Pimentel (PT), que concorre à reeleição, a ação assustou os integrantes da legenda que estavam local. 

 

Ainda de acordo com ela, no local havia uma pequena quantidade de material, produzido antes da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que barrou a candidatura de Lula, que estava armazenado para evitar que fosse parar nas ruas.

 

“Era uma mixaria que estava aqui. Foi material feito antes da decisão e estava aqui recolhido. Até o agente dos Correios, que estava entregando uma encomenda, acabou sendo alvo. Ele estava justamente com Sedex de devolução que os diretórios do interior encaminharam de volta”, contou.

 

Ainda de acordo com Jô Moraes, a ação ocorreu na sede de outras legendas que integram a coligação. 

 

A candidata considerou a ação “absurda” e uma forma de intimidação. “É uma decisão absurda, mobilizar um aparato militar para buscar mixaria de material que tinha Lula. Isso é mais que intimidação. É uma atitude irresponsável, porque estimula a tensão na campanha”, afirmou. E emendou: “A Justiça eleitoral deveria estimular a paz. Não fazer um gesto extensivo em torno de uma campanha”. 

 

Procurada, a Polícia Militar afirmou que caberia à Polícia Federal dar mais informações sobre a operação. Já a PF afirmou que as informações sobre a ação serão fornecidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG). 

 

De acordo com o TRE, a açaõ envolveu endereços ligados ao PT e ao PCdoB em Belo Horizonte e em Itaobim, no Vale do Jequitinhonha. A decisão foi da juíza Cláudia Cruz, após pedido da coligação “Construir Minas”, encabeçada pelo PSDB. O partido do candidato Antonio Anastasia indicou os locais onde estariam as peças das campanhas. 

 

“Foram recolhidos, em ação conjunta da Polícia Federal, Militar e Civil, até as 17h30, 20 volumes (caixas e pacotes) contendo panfletos, adesivos e santinhos de candidatos dos dois partidos com o nome do ex-presidente Lula como candidato à Presidência da República”, informou o TRE em nota à imprensa. 

 

O ex-presidente Lula está preso na sede da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná, desde 7 de abril. A prisão foi motivada pelas condenações por lavagem de dinheiro e corrupção passiva em decorrência de investigações da Lava-Jato. 

 

No final de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com base na Lei da Ficha Limpa, considerou Lula inelegível e barrou a candidatura dele à Presidência. Na decisão, os ministros ainda estabeleceram que o PT ficaria impedido de colocar o petista como candidato em material de campanha, podendo aparecer apenas como apoiador.

Ação teve como objetivo recolher peças de campanha que possam ter a indicação do ex-presidente como candidato à Presidência.


 


A Polícia Militar e a Polícia Federal realizam na tarde desta sexta-feira uma operação na sede de partidos que integram a coligação do Partido dos Trabalhadores e que possam ter material com a indicação do ex-presidente Lula como candidato a presidente. No escritório do PCdoB, no Bairro Floresta, Região Leste de Belo Horizonte, segundo integrantes da legenda, foi feito uma espécie de “pente fino”. 


 


No local, cerca de 20 polícias militares ficaram por cerca de uma hora e meia na tarde de hoje e verificaram armários, gavetas e todas as instalações. De acordo com a deputada federal Jô Moraes, candidata a vice na chapa do governador Fernando Pimentel (PT), que concorre à reeleição, a ação assustou os integrantes da legenda que estavam local. 


 


Ainda de acordo com ela, no local havia uma pequena quantidade de material, produzido antes da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que barrou a candidatura de Lula, que estava armazenado para evitar que fosse parar nas ruas.


 


“Era uma mixaria que estava aqui. Foi material feito antes da decisão e estava aqui recolhido. Até o agente dos Correios, que estava entregando uma encomenda, acabou sendo alvo. Ele estava justamente com Sedex de devolução que os diretórios do interior encaminharam de volta”, contou.


 


Ainda de acordo com Jô Moraes, a ação ocorreu na sede de outras legendas que integram a coligação. 


PATROCINADORES

 


A candidata considerou a ação “absurda” e uma forma de intimidação. “É uma decisão absurda, mobilizar um aparato militar para buscar mixaria de material que tinha Lula. Isso é mais que intimidação. É uma atitude irresponsável, porque estimula a tensão na campanha”, afirmou. E emendou: “A Justiça eleitoral deveria estimular a paz. Não fazer um gesto extensivo em torno de uma campanha”. 


 


Procurada, a Polícia Militar afirmou que caberia à Polícia Federal dar mais informações sobre a operação. Já a PF afirmou que as informações sobre a ação serão fornecidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG). 


 


De acordo com o TRE, a açaõ envolveu endereços ligados ao PT e ao PCdoB em Belo Horizonte e em Itaobim, no Vale do Jequitinhonha. A decisão foi da juíza Cláudia Cruz, após pedido da coligação “Construir Minas”, encabeçada pelo PSDB. O partido do candidato Antonio Anastasia indicou os locais onde estariam as peças das campanhas. 


 


“Foram recolhidos, em ação conjunta da Polícia Federal, Militar e Civil, até as 17h30, 20 volumes (caixas e pacotes) contendo panfletos, adesivos e santinhos de candidatos dos dois partidos com o nome do ex-presidente Lula como candidato à Presidência da República”, informou o TRE em nota à imprensa. 


 


O ex-presidente Lula está preso na sede da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná, desde 7 de abril. A prisão foi motivada pelas condenações por lavagem de dinheiro e corrupção passiva em decorrência de investigações da Lava-Jato. 


 


No final de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com base na Lei da Ficha Limpa, considerou Lula inelegível e barrou a candidatura dele à Presidência. Na decisão, os ministros ainda estabeleceram que o PT ficaria impedido de colocar o petista como candidato em material de campanha, podendo aparecer apenas como apoiador.


Ação teve como objetivo recolher peças de campanha que possam ter a indicação do ex-presidente como candidato à Presidência.



A Polícia Militar e a Polícia Federal realizam na tarde desta sexta-feira uma operação na sede de partidos que integram a coligação do Partido dos Trabalhadores e que possam ter material com a indicação do ex-presidente Lula como candidato a presidente. No escritório do PCdoB, no Bairro Floresta, Região Leste de Belo Horizonte, segundo integrantes da legenda, foi feito uma espécie de “pente fino”. 



No local, cerca de 20 polícias militares ficaram por cerca de uma hora e meia na tarde de hoje e verificaram armários, gavetas e todas as instalações. De acordo com a deputada federal Jô Moraes, candidata a vice na chapa do governador Fernando Pimentel (PT), que concorre à reeleição, a ação assustou os integrantes da legenda que estavam local. 



Ainda de acordo com ela, no local havia uma pequena quantidade de material, produzido antes da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que barrou a candidatura de Lula, que estava armazenado para evitar que fosse parar nas ruas.



PATROCINADORES

“Era uma mixaria que estava aqui. Foi material feito antes da decisão e estava aqui recolhido. Até o agente dos Correios, que estava entregando uma encomenda, acabou sendo alvo. Ele estava justamente com Sedex de devolução que os diretórios do interior encaminharam de volta”, contou.



Ainda de acordo com Jô Moraes, a ação ocorreu na sede de outras legendas que integram a coligação. 



A candidata considerou a ação “absurda” e uma forma de intimidação. “É uma decisão absurda, mobilizar um aparato militar para buscar mixaria de material que tinha Lula. Isso é mais que intimidação. É uma atitude irresponsável, porque estimula a tensão na campanha”, afirmou. E emendou: “A Justiça eleitoral deveria estimular a paz. Não fazer um gesto extensivo em torno de uma campanha”. 



PATROCINADORES

Procurada, a Polícia Militar afirmou que caberia à Polícia Federal dar mais informações sobre a operação. Já a PF afirmou que as informações sobre a ação serão fornecidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG). 



De acordo com o TRE, a açaõ envolveu endereços ligados ao PT e ao PCdoB em Belo Horizonte e em Itaobim, no Vale do Jequitinhonha. A decisão foi da juíza Cláudia Cruz, após pedido da coligação “Construir Minas”, encabeçada pelo PSDB. O partido do candidato Antonio Anastasia indicou os locais onde estariam as peças das campanhas. 



“Foram recolhidos, em ação conjunta da Polícia Federal, Militar e Civil, até as 17h30, 20 volumes (caixas e pacotes) contendo panfletos, adesivos e santinhos de candidatos dos dois partidos com o nome do ex-presidente Lula como candidato à Presidência da República”, informou o TRE em nota à imprensa. 



O ex-presidente Lula está preso na sede da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná, desde 7 de abril. A prisão foi motivada pelas condenações por lavagem de dinheiro e corrupção passiva em decorrência de investigações da Lava-Jato. 



No final de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com base na Lei da Ficha Limpa, considerou Lula inelegível e barrou a candidatura dele à Presidência. Na decisão, os ministros ainda estabeleceram que o PT ficaria impedido de colocar o petista como candidato em material de campanha, podendo aparecer apenas como apoiador.



Veja Também