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Número de mortos por terremotos e tsunami na Indonésia passa de 1.300

Publicado por TV Minas em 02/10/2018

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Equipes de resgate recuperaram corpos de 34 menores de idade soterrados; muitas pessoas ainda estão desaparecidas.

 

O número de mortes causadas pelos terremotos e tsunami na Indonésia subiu para 1.347, segundo as autoridades locais. O presidente do país, Joko Widodo, pediu reforços nesta terça-feira (2) para uma busca desesperada por sobreviventes.

 

Autoridades acreditam que este número ainda pode aumentar, uma vez que algumas áreas remotas ainda estão isoladas desde que o terremoto de magnitude 7,5 provocou um tsunami na sexta-feira (28). A maior parte das vítimas foi registrada em Palu, uma pequena cidade localizada 1.500 quilômetros a nordeste de Jacarta.

 

“Há algumas prioridades que precisamos enfrentar e a primeira é retirar, encontrar e salvar vítimas que ainda não foram encontradas”, disse Widodo durante reunião do governo para coordenar esforços de resgate na costa oeste de Sulawesi.

 

O presidente disse ter ordenado que a agência nacional de busca e resgate envie mais policiais e soldados aos distritos afetados, alguns isolados por estradas e pontes destruídas e por deslizamentos de terra.

 

Nesta terça, as equipes de resgate recuperaram os corpos de 34 menores de idade soterrados por uma avalanche de lama em Sigi, uma região montanhosa no sul de Palu, a capital provincial.

 

Os jovens, com idades entre 13 e 15 anos, participavam de um acampamento religioso. Eles estavam longe da montanha quando a região foi sacudida pelo terremoto, mas foram engolidos pela avalanche 15 minutos depois.

 

A porta-voz da Cruz Vermelha na Indonésia, Aulia Arriani, acrescentou que ainda há, no mínimo, 86 desaparecidos por causa das catástrofes.

 

A cidade de Palu foi devastada pelas ondas de mais de seis metros de altura no momento em que centenas de pessoas estavam na praia para um festival. A Agência Nacional de Desastres e Mitigação atribuiu ao tsunami a maior parte das vítimas fatais.

 

O tsunami devastou a cidade de 300.000 habitantes. Equipes de resgate atuam em edifícios e infraestruturas desmoronadas à procura de sobreviventes. As estruturas de comunicação e de transportes estão destruídas, o que dificulta o trabalho.

 

 

Ajuda internacional

 

A Alemanha anunciou que colocou 1,5 milhão de euros à disposição para “ajuda imediata”. “O alcance da destruição e da dor humana é estremecedor”, afirmou o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert.

 

Além do dinheiro destinado diretamente para a Indonésia, Seibert afirmou em entrevista coletiva que Berlim também pôs à disposição da União Europeia (UE) mais 1,5 milhão de euros para medidas de ajuda aos afetados.

 

O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha iniciou um pequeno grupo de trabalho para estudar como este dinheiro pode ser usado da forma mais rápida e eficaz, e está em contato com a Cruz Vermelha do país e o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).

Equipes de resgate recuperaram corpos de 34 menores de idade soterrados; muitas pessoas ainda estão desaparecidas.


 


O número de mortes causadas pelos terremotos e tsunami na Indonésia subiu para 1.347, segundo as autoridades locais. O presidente do país, Joko Widodo, pediu reforços nesta terça-feira (2) para uma busca desesperada por sobreviventes.


 


Autoridades acreditam que este número ainda pode aumentar, uma vez que algumas áreas remotas ainda estão isoladas desde que o terremoto de magnitude 7,5 provocou um tsunami na sexta-feira (28). A maior parte das vítimas foi registrada em Palu, uma pequena cidade localizada 1.500 quilômetros a nordeste de Jacarta.


 


“Há algumas prioridades que precisamos enfrentar e a primeira é retirar, encontrar e salvar vítimas que ainda não foram encontradas”, disse Widodo durante reunião do governo para coordenar esforços de resgate na costa oeste de Sulawesi.


 


O presidente disse ter ordenado que a agência nacional de busca e resgate envie mais policiais e soldados aos distritos afetados, alguns isolados por estradas e pontes destruídas e por deslizamentos de terra.


 


Nesta terça, as equipes de resgate recuperaram os corpos de 34 menores de idade soterrados por uma avalanche de lama em Sigi, uma região montanhosa no sul de Palu, a capital provincial.


 


Os jovens, com idades entre 13 e 15 anos, participavam de um acampamento religioso. Eles estavam longe da montanha quando a região foi sacudida pelo terremoto, mas foram engolidos pela avalanche 15 minutos depois.


 


PATROCINADORES

A porta-voz da Cruz Vermelha na Indonésia, Aulia Arriani, acrescentou que ainda há, no mínimo, 86 desaparecidos por causa das catástrofes.


 


A cidade de Palu foi devastada pelas ondas de mais de seis metros de altura no momento em que centenas de pessoas estavam na praia para um festival. A Agência Nacional de Desastres e Mitigação atribuiu ao tsunami a maior parte das vítimas fatais.


 


O tsunami devastou a cidade de 300.000 habitantes. Equipes de resgate atuam em edifícios e infraestruturas desmoronadas à procura de sobreviventes. As estruturas de comunicação e de transportes estão destruídas, o que dificulta o trabalho.


 


 


Ajuda internacional


 


A Alemanha anunciou que colocou 1,5 milhão de euros à disposição para “ajuda imediata”. “O alcance da destruição e da dor humana é estremecedor”, afirmou o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert.


 


Além do dinheiro destinado diretamente para a Indonésia, Seibert afirmou em entrevista coletiva que Berlim também pôs à disposição da União Europeia (UE) mais 1,5 milhão de euros para medidas de ajuda aos afetados.


 


O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha iniciou um pequeno grupo de trabalho para estudar como este dinheiro pode ser usado da forma mais rápida e eficaz, e está em contato com a Cruz Vermelha do país e o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).


Equipes de resgate recuperaram corpos de 34 menores de idade soterrados; muitas pessoas ainda estão desaparecidas.



O número de mortes causadas pelos terremotos e tsunami na Indonésia subiu para 1.347, segundo as autoridades locais. O presidente do país, Joko Widodo, pediu reforços nesta terça-feira (2) para uma busca desesperada por sobreviventes.



Autoridades acreditam que este número ainda pode aumentar, uma vez que algumas áreas remotas ainda estão isoladas desde que o terremoto de magnitude 7,5 provocou um tsunami na sexta-feira (28). A maior parte das vítimas foi registrada em Palu, uma pequena cidade localizada 1.500 quilômetros a nordeste de Jacarta.



“Há algumas prioridades que precisamos enfrentar e a primeira é retirar, encontrar e salvar vítimas que ainda não foram encontradas”, disse Widodo durante reunião do governo para coordenar esforços de resgate na costa oeste de Sulawesi.



O presidente disse ter ordenado que a agência nacional de busca e resgate envie mais policiais e soldados aos distritos afetados, alguns isolados por estradas e pontes destruídas e por deslizamentos de terra.



PATROCINADORES

Nesta terça, as equipes de resgate recuperaram os corpos de 34 menores de idade soterrados por uma avalanche de lama em Sigi, uma região montanhosa no sul de Palu, a capital provincial.



Os jovens, com idades entre 13 e 15 anos, participavam de um acampamento religioso. Eles estavam longe da montanha quando a região foi sacudida pelo terremoto, mas foram engolidos pela avalanche 15 minutos depois.



A porta-voz da Cruz Vermelha na Indonésia, Aulia Arriani, acrescentou que ainda há, no mínimo, 86 desaparecidos por causa das catástrofes.



A cidade de Palu foi devastada pelas ondas de mais de seis metros de altura no momento em que centenas de pessoas estavam na praia para um festival. A Agência Nacional de Desastres e Mitigação atribuiu ao tsunami a maior parte das vítimas fatais.



PATROCINADORES

O tsunami devastou a cidade de 300.000 habitantes. Equipes de resgate atuam em edifícios e infraestruturas desmoronadas à procura de sobreviventes. As estruturas de comunicação e de transportes estão destruídas, o que dificulta o trabalho.



Ajuda internacional



A Alemanha anunciou que colocou 1,5 milhão de euros à disposição para “ajuda imediata”. “O alcance da destruição e da dor humana é estremecedor”, afirmou o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert.



Além do dinheiro destinado diretamente para a Indonésia, Seibert afirmou em entrevista coletiva que Berlim também pôs à disposição da União Europeia (UE) mais 1,5 milhão de euros para medidas de ajuda aos afetados.



O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha iniciou um pequeno grupo de trabalho para estudar como este dinheiro pode ser usado da forma mais rápida e eficaz, e está em contato com a Cruz Vermelha do país e o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).



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