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Polícia Federal vai investigar ameaça contra Rosa Weber

Publicado por TV Minas em 17/10/2018

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Texto fala em protestos pelo voto impresso caso Bolsonaro não seja eleito: "Experimente deixar que isso aconteça".

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu à Polícia Federal que investigue uma mensagem enviada ao tribunal, direcionada à presidente da Corte, ministra Rosa Weber, em tom de ameaça. Recebida por meio de uma rede social do TSE, o texto fala que o presidenciável do Jair Bolsonaro, do PSL, está “matematicamente eleito”, e que “se as urnas forem fraudadas”, a população irá para as ruas até que haja uma nova eleição com voto impresso. “Experimente deixar que isso aconteça”, diz parte da mensagem.

 

A história foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira. A reportagem apurou que a PF foi avisada na segunda-feira sobre a mensagem, e que um ofício para o órgão já foi elaborado para que a origem e o autor da mensagem sejam identificados, e seja feita uma apuração em torno da ameaça. “Espero que a senhora fique de olho”, diz outro trecho do texto.

 

Questionamentos sobre a lisura do processo eleitoral têm sido um tópico frequente nessas eleições, com dúvidas lançadas por um dos concorrentes. Na disputa pela Presidência da República, Bolsonaro já chegou a dizer que não aceitava resultado das eleições diferente de sua vitória. Mais recentemente, na sexta-feira, 12 de outubro, o candidato voltou a falar do assunto e disse que a suspeição vale somente na votação para presidente. Bolsonaro disputa o segundo turno das eleições presidenciais com Fernando Haddad, do PT.

 

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta terça-feira, que a mensagem enviada à ministra Rosa Weber na rede social do TSE “obviamente representa um crime”. “O que eu sei é que ontem, na reunião que tivemos com diretor-geral da PF (Rogério Galloro) e também do secretário nacional da Segurança Pública, Brigadeiro Fiorentini, é que ela (Rosa) fez essa queixa informalmente, e que iria formalizar, e que a Polícia Federal imediatamente ia apurar para chegar aos responsáveis por essa ameaça, que obviamente representa um delito, um crime, e tem de ser identificado quem o fez para ser legalmente punido”, afirmou Jungmann na tarde desta terça-feira, após assinar um termo do Ministério da Segurança Pública junto ao TSE relativo a atuação dos mesários no segundo turno das eleições. “A resposta vai ser dada, a Polícia Federal vai investigar, e nós vamos trazer para vocês um resultado”, completou o ministro.

Texto fala em protestos pelo voto impresso caso Bolsonaro não seja eleito: "Experimente deixar que isso aconteça".


 


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu à Polícia Federal que investigue uma mensagem enviada ao tribunal, direcionada à presidente da Corte, ministra Rosa Weber, em tom de ameaça. Recebida por meio de uma rede social do TSE, o texto fala que o presidenciável do Jair Bolsonaro, do PSL, está “matematicamente eleito”, e que “se as urnas forem fraudadas”, a população irá para as ruas até que haja uma nova eleição com voto impresso. “Experimente deixar que isso aconteça”, diz parte da mensagem.


 


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A história foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira. A reportagem apurou que a PF foi avisada na segunda-feira sobre a mensagem, e que um ofício para o órgão já foi elaborado para que a origem e o autor da mensagem sejam identificados, e seja feita uma apuração em torno da ameaça. “Espero que a senhora fique de olho”, diz outro trecho do texto.


 


Questionamentos sobre a lisura do processo eleitoral têm sido um tópico frequente nessas eleições, com dúvidas lançadas por um dos concorrentes. Na disputa pela Presidência da República, Bolsonaro já chegou a dizer que não aceitava resultado das eleições diferente de sua vitória. Mais recentemente, na sexta-feira, 12 de outubro, o candidato voltou a falar do assunto e disse que a suspeição vale somente na votação para presidente. Bolsonaro disputa o segundo turno das eleições presidenciais com Fernando Haddad, do PT.


 


O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta terça-feira, que a mensagem enviada à ministra Rosa Weber na rede social do TSE “obviamente representa um crime”. “O que eu sei é que ontem, na reunião que tivemos com diretor-geral da PF (Rogério Galloro) e também do secretário nacional da Segurança Pública, Brigadeiro Fiorentini, é que ela (Rosa) fez essa queixa informalmente, e que iria formalizar, e que a Polícia Federal imediatamente ia apurar para chegar aos responsáveis por essa ameaça, que obviamente representa um delito, um crime, e tem de ser identificado quem o fez para ser legalmente punido”, afirmou Jungmann na tarde desta terça-feira, após assinar um termo do Ministério da Segurança Pública junto ao TSE relativo a atuação dos mesários no segundo turno das eleições. “A resposta vai ser dada, a Polícia Federal vai investigar, e nós vamos trazer para vocês um resultado”, completou o ministro.


Texto fala em protestos pelo voto impresso caso Bolsonaro não seja eleito: "Experimente deixar que isso aconteça".



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu à Polícia Federal que investigue uma mensagem enviada ao tribunal, direcionada à presidente da Corte, ministra Rosa Weber, em tom de ameaça. Recebida por meio de uma rede social do TSE, o texto fala que o presidenciável do Jair Bolsonaro, do PSL, está “matematicamente eleito”, e que “se as urnas forem fraudadas”, a população irá para as ruas até que haja uma nova eleição com voto impresso. “Experimente deixar que isso aconteça”, diz parte da mensagem.



A história foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira. A reportagem apurou que a PF foi avisada na segunda-feira sobre a mensagem, e que um ofício para o órgão já foi elaborado para que a origem e o autor da mensagem sejam identificados, e seja feita uma apuração em torno da ameaça. “Espero que a senhora fique de olho”, diz outro trecho do texto.



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O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta terça-feira, que a mensagem enviada à ministra Rosa Weber na rede social do TSE “obviamente representa um crime”. “O que eu sei é que ontem, na reunião que tivemos com diretor-geral da PF (Rogério Galloro) e também do secretário nacional da Segurança Pública, Brigadeiro Fiorentini, é que ela (Rosa) fez essa queixa informalmente, e que iria formalizar, e que a Polícia Federal imediatamente ia apurar para chegar aos responsáveis por essa ameaça, que obviamente representa um delito, um crime, e tem de ser identificado quem o fez para ser legalmente punido”, afirmou Jungmann na tarde desta terça-feira, após assinar um termo do Ministério da Segurança Pública junto ao TSE relativo a atuação dos mesários no segundo turno das eleições. “A resposta vai ser dada, a Polícia Federal vai investigar, e nós vamos trazer para vocês um resultado”, completou o ministro.



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