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Sul de Minas

Presa quadrilha de roubo de carros que faturou R$ 500 milhões

Publicado por TV Minas em 18/10/2018

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Operação fecha cerco à quadrilha que faturou R$ 500 mi com receptação e venda de carros roubados.

 

Uma quadrilha especializada em receptação e venda de carros e peças veiculares roubadas foi alvo de uma megaoperação deflagrada, nesta quarta-feira (17), pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público.

 

Além dos roubos e furtos dos automóveis, a organização criminosa também é investigada por cometer fraudes contra seguradoras. O prejuízo estimado somente em 2016, conforme balanço da Confederação Nacional de Empresas de Seguros, é de R$ 520 milhões.

 

A operação, denominada Calhambeque, foi realizada no Sul de Minas e em algumas cidades de São Paulo. Essa é a segunda fase da ação, que na primeira etapa cumpriu 16 mandados de busca e apreensão e outros 16 de prisão preventiva. Além disso, 12 pessoas foram presas em flagrante. Na ocasião, de acordo com o MP, diversos veículos adulterados e produtos de crime foram localizados.

 

As investigações prosseguiram e foi descoberto que a quadrilha continuava a cometer o mesmo tipo de crime. Por isso, a Justiça expediu novos mandados de prisões preventivas, que foram executados nesta quarta-feira. Conforme o Gaeco, um advogado da organização, que possui envolvimento ativo com a prática dos crimes, também teve a prisão preventiva decretada. O órgão não divulgou quantos suspeitos foram presos nesta nova fase da operação.

 

Os investigados podem responder por recepção qualificada, estelionato, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e organização criminosa. 

 

 

Modo de agir

 

Os investigadores apuraram que o grupo trazia de São Paulo para as cidades mineiras de Varginha e Elói Mendes automóveis furtados, roubados ou fruto de estelionatos contra seguradoras. Na sequência, os veículos eram desmanchados e tinham as peças vendidas em estabelecimentos dos municípios. 

Operação fecha cerco à quadrilha que faturou R$ 500 mi com receptação e venda de carros roubados.


 


Uma quadrilha especializada em receptação e venda de carros e peças veiculares roubadas foi alvo de uma megaoperação deflagrada, nesta quarta-feira (17), pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público.


 


Além dos roubos e furtos dos automóveis, a organização criminosa também é investigada por cometer fraudes contra seguradoras. O prejuízo estimado somente em 2016, conforme balanço da Confederação Nacional de Empresas de Seguros, é de R$ 520 milhões.


 


A operação, denominada Calhambeque, foi realizada no Sul de Minas e em algumas cidades de São Paulo. Essa é a segunda fase da ação, que na primeira etapa cumpriu 16 mandados de busca e apreensão e outros 16 de prisão preventiva. Além disso, 12 pessoas foram presas em flagrante. Na ocasião, de acordo com o MP, diversos veículos adulterados e produtos de crime foram localizados.


 


PATROCINADORES

As investigações prosseguiram e foi descoberto que a quadrilha continuava a cometer o mesmo tipo de crime. Por isso, a Justiça expediu novos mandados de prisões preventivas, que foram executados nesta quarta-feira. Conforme o Gaeco, um advogado da organização, que possui envolvimento ativo com a prática dos crimes, também teve a prisão preventiva decretada. O órgão não divulgou quantos suspeitos foram presos nesta nova fase da operação.


 


Os investigados podem responder por recepção qualificada, estelionato, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e organização criminosa. 


 


 


Modo de agir


 


Os investigadores apuraram que o grupo trazia de São Paulo para as cidades mineiras de Varginha e Elói Mendes automóveis furtados, roubados ou fruto de estelionatos contra seguradoras. Na sequência, os veículos eram desmanchados e tinham as peças vendidas em estabelecimentos dos municípios. 


Operação fecha cerco à quadrilha que faturou R$ 500 mi com receptação e venda de carros roubados.



Uma quadrilha especializada em receptação e venda de carros e peças veiculares roubadas foi alvo de uma megaoperação deflagrada, nesta quarta-feira (17), pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público.



Além dos roubos e furtos dos automóveis, a organização criminosa também é investigada por cometer fraudes contra seguradoras. O prejuízo estimado somente em 2016, conforme balanço da Confederação Nacional de Empresas de Seguros, é de R$ 520 milhões.



PATROCINADORES

A operação, denominada Calhambeque, foi realizada no Sul de Minas e em algumas cidades de São Paulo. Essa é a segunda fase da ação, que na primeira etapa cumpriu 16 mandados de busca e apreensão e outros 16 de prisão preventiva. Além disso, 12 pessoas foram presas em flagrante. Na ocasião, de acordo com o MP, diversos veículos adulterados e produtos de crime foram localizados.



As investigações prosseguiram e foi descoberto que a quadrilha continuava a cometer o mesmo tipo de crime. Por isso, a Justiça expediu novos mandados de prisões preventivas, que foram executados nesta quarta-feira. Conforme o Gaeco, um advogado da organização, que possui envolvimento ativo com a prática dos crimes, também teve a prisão preventiva decretada. O órgão não divulgou quantos suspeitos foram presos nesta nova fase da operação.



PATROCINADORES

Os investigados podem responder por recepção qualificada, estelionato, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e organização criminosa. 



Modo de agir



Os investigadores apuraram que o grupo trazia de São Paulo para as cidades mineiras de Varginha e Elói Mendes automóveis furtados, roubados ou fruto de estelionatos contra seguradoras. Na sequência, os veículos eram desmanchados e tinham as peças vendidas em estabelecimentos dos municípios. 



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