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Venezuela expulsa diplomata do Equador em ‘medida recíproca’

Publicado por TV Minas em 19/10/2018

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Governo equatoriano ordenou que embaixadora venezuelana deixasse o país depois de comentários 'ofensivos' de Caracas contra o presidente Lenín Moreno.

 

A Venezuela ordenou na quinta-feira (18) a expulsão da mais alta representante diplomática do Equador em Caracas, em reciprocidade à medida adotada por Quito contra a embaixadora venezuelana.

 

O governo venezuelano “se vê obrigado a tomar medida recíproca contra a Encarregada de Negócios do Equador na Venezuela, Elizabeth Méndez, que é declarada persona non grata e tem 72 horas para deixar o país”, afirmou Caracas em nota oficial.

 

O documento destaca que a Venezuela “não pode mais do que rechaçar a sistemática intromissão em seus assuntos” por parte do presidente equatoriano, como também a expulsão de sua embaixadora em Quito, Carol Delgado.

 

No início da tarde de quinta, o governo do Equador deu 72 horas para que a representante diplomática venezuelana deixasse o país, depois de comentários “ofensivos” do governo de Caracas contra o presidente Lenín Moreno.

 

O ministro de Comunicação venezuelano, Jorge Rodríguez, acusou Moreno de ter mentido na Assembleia-Geral das Nações Unidas ao afirmar que cerca de 6.000 venezuelanos entraram diariamente no Equador fugindo da profunda crise econômica em seu país.

 

Em meio à polêmica, Nicolás Maduro declarou que ama o Equador, mas disparou contra Moreno declarando que “os traidores e os covardes serão esquecidos”.

 

“Leais temos sido aos ideais dos nossos libertadores e ao comandante Hugo Chávez (…). A história só recorda os valentes, os leais. Os traidores e os covardes serão esquecidos (…). Todos que se metem com a Venezuela secam, e os traidores de ontem e de hoje secarão”, disse Maduro durante reunião de sua equipe econômica.

 

A chancelaria venezuelana classificou de “extravagante”, “intolerante” e “desproporcional” a reação do Equador às declarações de Rodríguez.

 

“Moreno, em um inaudito ato de agressão contra a Venezuela, dedicou um quarto do tempo de sua intervenção para mentir sobre a realidade do fenômeno migratório”, afirmou a nota oficial.

 

Segundo a chancelaria, Moreno “mentiu” sobre o volume de emigrantes, sobre a atenção que os venezuelanos recebem no Equador e sobre as condições de saúde no país.

 

“É evidente que toda esta falaciosa e hostil argumentação (…) são mera consequência do novo papel atribuído ao governo equatoriano” por Washington, acrescentou.

 

O governo socialista venezuelano nega que exista uma crise humanitária causada pela situação socioeconômica do país, e diz que as acusações sobre o tema fazem parte de uma campanha internacional contra Maduro.

 

A ONU calcula que cerca de 1,9 milhão de pessoas deixaram a Venezuela desde 2015, a maioria para países da região, principalmente Colômbia, Peru e Brasil.

Governo equatoriano ordenou que embaixadora venezuelana deixasse o país depois de comentários 'ofensivos' de Caracas contra o presidente Lenín Moreno.


 


A Venezuela ordenou na quinta-feira (18) a expulsão da mais alta representante diplomática do Equador em Caracas, em reciprocidade à medida adotada por Quito contra a embaixadora venezuelana.


 


O governo venezuelano “se vê obrigado a tomar medida recíproca contra a Encarregada de Negócios do Equador na Venezuela, Elizabeth Méndez, que é declarada persona non grata e tem 72 horas para deixar o país”, afirmou Caracas em nota oficial.


 


O documento destaca que a Venezuela “não pode mais do que rechaçar a sistemática intromissão em seus assuntos” por parte do presidente equatoriano, como também a expulsão de sua embaixadora em Quito, Carol Delgado.


 


No início da tarde de quinta, o governo do Equador deu 72 horas para que a representante diplomática venezuelana deixasse o país, depois de comentários “ofensivos” do governo de Caracas contra o presidente Lenín Moreno.


 


O ministro de Comunicação venezuelano, Jorge Rodríguez, acusou Moreno de ter mentido na Assembleia-Geral das Nações Unidas ao afirmar que cerca de 6.000 venezuelanos entraram diariamente no Equador fugindo da profunda crise econômica em seu país.


 


Em meio à polêmica, Nicolás Maduro declarou que ama o Equador, mas disparou contra Moreno declarando que “os traidores e os covardes serão esquecidos”.


PATROCINADORES

 


“Leais temos sido aos ideais dos nossos libertadores e ao comandante Hugo Chávez (…). A história só recorda os valentes, os leais. Os traidores e os covardes serão esquecidos (…). Todos que se metem com a Venezuela secam, e os traidores de ontem e de hoje secarão”, disse Maduro durante reunião de sua equipe econômica.


 


A chancelaria venezuelana classificou de “extravagante”, “intolerante” e “desproporcional” a reação do Equador às declarações de Rodríguez.


 


“Moreno, em um inaudito ato de agressão contra a Venezuela, dedicou um quarto do tempo de sua intervenção para mentir sobre a realidade do fenômeno migratório”, afirmou a nota oficial.


 


Segundo a chancelaria, Moreno “mentiu” sobre o volume de emigrantes, sobre a atenção que os venezuelanos recebem no Equador e sobre as condições de saúde no país.


 


“É evidente que toda esta falaciosa e hostil argumentação (…) são mera consequência do novo papel atribuído ao governo equatoriano” por Washington, acrescentou.


 


O governo socialista venezuelano nega que exista uma crise humanitária causada pela situação socioeconômica do país, e diz que as acusações sobre o tema fazem parte de uma campanha internacional contra Maduro.


 


A ONU calcula que cerca de 1,9 milhão de pessoas deixaram a Venezuela desde 2015, a maioria para países da região, principalmente Colômbia, Peru e Brasil.


Governo equatoriano ordenou que embaixadora venezuelana deixasse o país depois de comentários 'ofensivos' de Caracas contra o presidente Lenín Moreno.



A Venezuela ordenou na quinta-feira (18) a expulsão da mais alta representante diplomática do Equador em Caracas, em reciprocidade à medida adotada por Quito contra a embaixadora venezuelana.



O governo venezuelano “se vê obrigado a tomar medida recíproca contra a Encarregada de Negócios do Equador na Venezuela, Elizabeth Méndez, que é declarada persona non grata e tem 72 horas para deixar o país”, afirmou Caracas em nota oficial.



O documento destaca que a Venezuela “não pode mais do que rechaçar a sistemática intromissão em seus assuntos” por parte do presidente equatoriano, como também a expulsão de sua embaixadora em Quito, Carol Delgado.



No início da tarde de quinta, o governo do Equador deu 72 horas para que a representante diplomática venezuelana deixasse o país, depois de comentários “ofensivos” do governo de Caracas contra o presidente Lenín Moreno.



PATROCINADORES

O ministro de Comunicação venezuelano, Jorge Rodríguez, acusou Moreno de ter mentido na Assembleia-Geral das Nações Unidas ao afirmar que cerca de 6.000 venezuelanos entraram diariamente no Equador fugindo da profunda crise econômica em seu país.



Em meio à polêmica, Nicolás Maduro declarou que ama o Equador, mas disparou contra Moreno declarando que “os traidores e os covardes serão esquecidos”.



“Leais temos sido aos ideais dos nossos libertadores e ao comandante Hugo Chávez (…). A história só recorda os valentes, os leais. Os traidores e os covardes serão esquecidos (…). Todos que se metem com a Venezuela secam, e os traidores de ontem e de hoje secarão”, disse Maduro durante reunião de sua equipe econômica.



A chancelaria venezuelana classificou de “extravagante”, “intolerante” e “desproporcional” a reação do Equador às declarações de Rodríguez.



PATROCINADORES

“Moreno, em um inaudito ato de agressão contra a Venezuela, dedicou um quarto do tempo de sua intervenção para mentir sobre a realidade do fenômeno migratório”, afirmou a nota oficial.



Segundo a chancelaria, Moreno “mentiu” sobre o volume de emigrantes, sobre a atenção que os venezuelanos recebem no Equador e sobre as condições de saúde no país.



“É evidente que toda esta falaciosa e hostil argumentação (…) são mera consequência do novo papel atribuído ao governo equatoriano” por Washington, acrescentou.



O governo socialista venezuelano nega que exista uma crise humanitária causada pela situação socioeconômica do país, e diz que as acusações sobre o tema fazem parte de uma campanha internacional contra Maduro.



A ONU calcula que cerca de 1,9 milhão de pessoas deixaram a Venezuela desde 2015, a maioria para países da região, principalmente Colômbia, Peru e Brasil.



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