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Perseguição: onde os cristãos são vítimas de opressão e violência

Publicado por TV Minas em 19/10/2018

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José Li, Frederick, Samuel e Neemias relatam a violência sofrida; cristianismo corre risco em parte do Oriente Médio e enfrenta governos extremistas na Ásia.

 

Passados 2.000 anos das perseguições que levavam os primeiros cristãos às arenas de Roma, as agressões e a violência contra os seguidores do Evangelho continuam presentes em grande parte do mundo neste início do século XXI. Para milhões de cristãos, a pretensão de liberdade religiosa voltou a ser motivo de conflito. Em países como Iraque, Síria e Coreia do Norte, a insistência pode ser questão de vida e morte. Em outros lugares, admitir ou defender a própria fé pode abrir caminho para a prisão.

 

Algumas pessoas têm muito a contar sobre esse tema ainda atual. O padre José Li GuoZhong deixou a China para seguir sua vocação religiosa no Brasil. O pastor Samuel foi obrigado a embarcar para fora do país sua mulher e sua filha diante das tantas ameaças sofridas pela família na Índia. O hoje missionário Frederick buscou refúgio na religião depois de sobreviver ao massacre de cristãos na Universidade de Garissa, no Quênia.

 

As limitações à liberdade religiosa vêm crescendo em todo o mundo nos últimos anos, segundo estudos elaborados pelo Pew Research Center. Mais de um quarto das nações enfrentava níveis altos ou muito altos de restrições a religiões em 2016, de acordo com o último relatório do centro de pesquisas americano, publicado em julho.

 

O maior grupo religioso do mundo também é o mais perseguido: os cristãos, aproximadamente 31% da população mundial. Segundo dados da organização Portas Abertas, com sede na Holanda, mais de 215 milhões de praticantes do Evangelho, em suas diferentes denominações, enfrentam algum tipo de oposição à prática de sua fé.

José Li, Frederick, Samuel e Neemias relatam a violência sofrida; cristianismo corre risco em parte do Oriente Médio e enfrenta governos extremistas na Ásia.


 


Passados 2.000 anos das perseguições que levavam os primeiros cristãos às arenas de Roma, as agressões e a violência contra os seguidores do Evangelho continuam presentes em grande parte do mundo neste início do século XXI. Para milhões de cristãos, a pretensão de liberdade religiosa voltou a ser motivo de conflito. Em países como Iraque, Síria e Coreia do Norte, a insistência pode ser questão de vida e morte. Em outros lugares, admitir ou defender a própria fé pode abrir caminho para a prisão.


 


PATROCINADORES

Algumas pessoas têm muito a contar sobre esse tema ainda atual. O padre José Li GuoZhong deixou a China para seguir sua vocação religiosa no Brasil. O pastor Samuel foi obrigado a embarcar para fora do país sua mulher e sua filha diante das tantas ameaças sofridas pela família na Índia. O hoje missionário Frederick buscou refúgio na religião depois de sobreviver ao massacre de cristãos na Universidade de Garissa, no Quênia.


 


As limitações à liberdade religiosa vêm crescendo em todo o mundo nos últimos anos, segundo estudos elaborados pelo Pew Research Center. Mais de um quarto das nações enfrentava níveis altos ou muito altos de restrições a religiões em 2016, de acordo com o último relatório do centro de pesquisas americano, publicado em julho.


 


O maior grupo religioso do mundo também é o mais perseguido: os cristãos, aproximadamente 31% da população mundial. Segundo dados da organização Portas Abertas, com sede na Holanda, mais de 215 milhões de praticantes do Evangelho, em suas diferentes denominações, enfrentam algum tipo de oposição à prática de sua fé.


José Li, Frederick, Samuel e Neemias relatam a violência sofrida; cristianismo corre risco em parte do Oriente Médio e enfrenta governos extremistas na Ásia.



Passados 2.000 anos das perseguições que levavam os primeiros cristãos às arenas de Roma, as agressões e a violência contra os seguidores do Evangelho continuam presentes em grande parte do mundo neste início do século XXI. Para milhões de cristãos, a pretensão de liberdade religiosa voltou a ser motivo de conflito. Em países como Iraque, Síria e Coreia do Norte, a insistência pode ser questão de vida e morte. Em outros lugares, admitir ou defender a própria fé pode abrir caminho para a prisão.



Algumas pessoas têm muito a contar sobre esse tema ainda atual. O padre José Li GuoZhong deixou a China para seguir sua vocação religiosa no Brasil. O pastor Samuel foi obrigado a embarcar para fora do país sua mulher e sua filha diante das tantas ameaças sofridas pela família na Índia. O hoje missionário Frederick buscou refúgio na religião depois de sobreviver ao massacre de cristãos na Universidade de Garissa, no Quênia.



PATROCINADORES

As limitações à liberdade religiosa vêm crescendo em todo o mundo nos últimos anos, segundo estudos elaborados pelo Pew Research Center. Mais de um quarto das nações enfrentava níveis altos ou muito altos de restrições a religiões em 2016, de acordo com o último relatório do centro de pesquisas americano, publicado em julho.



O maior grupo religioso do mundo também é o mais perseguido: os cristãos, aproximadamente 31% da população mundial. Segundo dados da organização Portas Abertas, com sede na Holanda, mais de 215 milhões de praticantes do Evangelho, em suas diferentes denominações, enfrentam algum tipo de oposição à prática de sua fé.



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