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Ciência & Tecnologia

Baleia azul não é mais o maior ser vivo da Terra

Publicado por TV Minas em 20/10/2018

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O mamífero aquático perdeu o posto para um fungo.

 

As baleias azuis, as gigantes dos mares, sempre chamaram a atenção por serem consideradas os maiores animais da Terra, chegando a superar os dinossauros que habitaram o planeta há milhões de anos. Mas, agora, cientistas descobriram que o maior ser vivo não está no oceano, e sim, "debaixo dos nossos pés".

 

Segundo matéria publicada pelo site do Instituto Smithsonian, dos Estados Unidos, o "recorde" pertence a um fungo que ocupa uma área de nada menos que 37 hectares, ou 370 mil m².

 

Há cerca de 25 anos, pesquisadores descobriram que o fungo Armillaria gallica no estado de Michigan, nos Estados Unidos, ocupava toda essa área e pesava cerca de 110 toneladas (a baleia azul pesa, em média, 140 toneladas). Além disso, a idade desse ser vivo, na época, foi calculada em incríveis 1,5 mil anos.

 

Ao atualizar os dados, o biólogo James Anderson, da Universidade de Toronto, do Canadá, voltou ao local para coletar 245 amostras do fungo. Após as devidas análises, ele chegou à conclusão de que se trata realmente de um único organismo vivo.

 

Ao Smithsonian, o cientista americano Matthew Taub afirma que os novos testes feito no fungo comprovam que ele é muito maior e mais velho do que se imaginava.

 

A análise de DNA mostra uma taxa de mutação muito lenta, o que significa que o fungo evolui rapidamente. O novo estudo levou à revisão da sua idade, descobrindo que ele tem 2,5 mil anos. Além disso, ele é quatro vezes mais pesado do que anteriormente estimado, ou seja, pesa cerca de 440 toneladas.

 

Grande parte do fungo – os micélios ou ramificações – se encontra no subsolo, explicando, assim, sua grandiosidade. Fungos utilizam micélios para se alimentar, espalhando as ramificações por grandes áreas em busca de madeira para consumo.

 

Ainda assim, é difícil imaginar o tamanho e a distribuição desses fungos no subsolo. "Eu gostaria que o substrato [solo, madeira e outras matérias orgânicas] fosse transparente por cinco minutos para eu poder ver onde ele está e o que está fazendo", comenta James Anderson ao site do instituto.

O mamífero aquático perdeu o posto para um fungo.


 


As baleias azuis, as gigantes dos mares, sempre chamaram a atenção por serem consideradas os maiores animais da Terra, chegando a superar os dinossauros que habitaram o planeta há milhões de anos. Mas, agora, cientistas descobriram que o maior ser vivo não está no oceano, e sim, "debaixo dos nossos pés".


 


Segundo matéria publicada pelo site do Instituto Smithsonian, dos Estados Unidos, o "recorde" pertence a um fungo que ocupa uma área de nada menos que 37 hectares, ou 370 mil m².


 


Há cerca de 25 anos, pesquisadores descobriram que o fungo Armillaria gallica no estado de Michigan, nos Estados Unidos, ocupava toda essa área e pesava cerca de 110 toneladas (a baleia azul pesa, em média, 140 toneladas). Além disso, a idade desse ser vivo, na época, foi calculada em incríveis 1,5 mil anos.


 


PATROCINADORES

Ao atualizar os dados, o biólogo James Anderson, da Universidade de Toronto, do Canadá, voltou ao local para coletar 245 amostras do fungo. Após as devidas análises, ele chegou à conclusão de que se trata realmente de um único organismo vivo.


 


Ao Smithsonian, o cientista americano Matthew Taub afirma que os novos testes feito no fungo comprovam que ele é muito maior e mais velho do que se imaginava.


 


A análise de DNA mostra uma taxa de mutação muito lenta, o que significa que o fungo evolui rapidamente. O novo estudo levou à revisão da sua idade, descobrindo que ele tem 2,5 mil anos. Além disso, ele é quatro vezes mais pesado do que anteriormente estimado, ou seja, pesa cerca de 440 toneladas.


 


Grande parte do fungo – os micélios ou ramificações – se encontra no subsolo, explicando, assim, sua grandiosidade. Fungos utilizam micélios para se alimentar, espalhando as ramificações por grandes áreas em busca de madeira para consumo.


 


Ainda assim, é difícil imaginar o tamanho e a distribuição desses fungos no subsolo. "Eu gostaria que o substrato [solo, madeira e outras matérias orgânicas] fosse transparente por cinco minutos para eu poder ver onde ele está e o que está fazendo", comenta James Anderson ao site do instituto.


O mamífero aquático perdeu o posto para um fungo.



As baleias azuis, as gigantes dos mares, sempre chamaram a atenção por serem consideradas os maiores animais da Terra, chegando a superar os dinossauros que habitaram o planeta há milhões de anos. Mas, agora, cientistas descobriram que o maior ser vivo não está no oceano, e sim, "debaixo dos nossos pés".



Segundo matéria publicada pelo site do Instituto Smithsonian, dos Estados Unidos, o "recorde" pertence a um fungo que ocupa uma área de nada menos que 37 hectares, ou 370 mil m².



PATROCINADORES

Há cerca de 25 anos, pesquisadores descobriram que o fungo Armillaria gallica no estado de Michigan, nos Estados Unidos, ocupava toda essa área e pesava cerca de 110 toneladas (a baleia azul pesa, em média, 140 toneladas). Além disso, a idade desse ser vivo, na época, foi calculada em incríveis 1,5 mil anos.



Ao atualizar os dados, o biólogo James Anderson, da Universidade de Toronto, do Canadá, voltou ao local para coletar 245 amostras do fungo. Após as devidas análises, ele chegou à conclusão de que se trata realmente de um único organismo vivo.



PATROCINADORES

Ao Smithsonian, o cientista americano Matthew Taub afirma que os novos testes feito no fungo comprovam que ele é muito maior e mais velho do que se imaginava.



A análise de DNA mostra uma taxa de mutação muito lenta, o que significa que o fungo evolui rapidamente. O novo estudo levou à revisão da sua idade, descobrindo que ele tem 2,5 mil anos. Além disso, ele é quatro vezes mais pesado do que anteriormente estimado, ou seja, pesa cerca de 440 toneladas.



Grande parte do fungo – os micélios ou ramificações – se encontra no subsolo, explicando, assim, sua grandiosidade. Fungos utilizam micélios para se alimentar, espalhando as ramificações por grandes áreas em busca de madeira para consumo.



Ainda assim, é difícil imaginar o tamanho e a distribuição desses fungos no subsolo. "Eu gostaria que o substrato [solo, madeira e outras matérias orgânicas] fosse transparente por cinco minutos para eu poder ver onde ele está e o que está fazendo", comenta James Anderson ao site do instituto.



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