news:

Notícias

TRE faz auditoria em urnas usadas no 1º turno

Publicado por TV Minas em 20/10/2018

foto_principal.jpg

Objetivo foi demonstrar aos presentes a segurança dos programas e equipamentos de votação utilizados no país.

 

Eleitores convidados e intimados, integrantes do Ministério Público e da Polícia Federal acompanham, na manhã deste sábado, uma auditoria em três urnas eletrônicas utilizadas no primeiro turno da eleição. O exercício, feito na sede do Tribunal Regional Eleitoral, em Belo Horizonte, pretende demonstrar aos presentes a segurança dos programas e equipamentos de votação utilizados no país.

 

Depois de explicado o procedimento, funcionários do TRE apresentaram as urnas e o processo a ser executado. Também foram esclarecidas dúvidas dos eleitores presentes quanto ao equipamento e seu funcionamento.

 

Três urnas foram preparadas. Duas delas foram coletadas por pedidos de procuradores - uma da 319ª zona, em Betim, e outra da 248ª zona, em Santa Rita do Sapucaí. A terceira urna foi uma opção do TRE, da 33ª zona, em Belo Horizonte, onde houve reclamações e boletins de ocorrência durante a votação. 

 

O aposentado Aldo Barbosa, de 70 anos, foi um dos eleitores que aceitou o convite do TRE e acompanhou a auditoria. Segundo ele, no momento em que ia votar para presidente, digitou os dois números e a urna encerrou o processo sem que ele tenha confirmado. A reclamação é a mesma de outras pessoas presentes.

 

A administradora Daniele Alckmin, de 36 anos e o engenheiro Nakle Mohallem, 42, vieram de Santa Rita do Sapucaí conferir o andamento do processo com a urna na qual votaram e saíram com esperança renovada da auditoria. Ela afirmou que também não conseguiu confirmar o voto para presidente antes que o equipamento concluísse a votação.

 

"Aqui na auditoria correu tudo bem, com transparência. Vamos conferir no final do dia o boletim de urna do início da urna da minha seção. A minha sensação de que meu voto não tinha sido computado, nesse momento, estou mais tranquila e acho que vai dar certo. Conferimos e está tudo ok. A esperança é que os boletins batam e que dê tudo certo" disse Daniele.

 

Questionado se teve as dúvidas esclarecidas e se acredita que a auditoria vai sanar seus questionamentos, Aldo se mostrou dividido. "Tenho esperança, certeza não. Posso sair daqui frustrado, mas posso sair satisfeito também. Conversei com diversas pessoas do TRE e outras que passaram pela mesma situação que passei. A expectativa que notei é essa, de esperança, mas não de certeza", afirmou.

 

De acordo com o diretor geral do TRE Adriano Denardi Júnior, o tribunal acredita que o mais provável que tenha acontecido é que os eleitores pressionaram a tecla confirma automaticamente e que ficaram confusos pelo funcionamento da urna, que tem som diferente quando encerra o processo, além de uma barra de gravação na tela.

 

"Nossa percepção é de que, como o processamento é muito rápido ao final do último voto e a urna deixa de emitir o sonido curto dos votos anteriores, nossa impressão inicial é de que o eleitor tenha concluído que não confirmou. Apesar de tudo indicar que tenha confirmado. Não seria um mal funcionamento, mas sim uma sequência de votação que pode ter levado o eleitor a ter a impressão de que não confirmou", argumentou.

 

"O que estamos demonstrando com esse procedimento é que respeitamos o eleitor. O eleitor mineiro é ouvido e respeitado. O eleitor é dono e principal ator nesse processo. Isso aqui é uma resposta ao eleitor e esperamos que seja satisfatória para que ele conheça melhor e confie mais no processo. Tudo é feito de modo transparente. Não podemos forçar a confiança do eleitor, ele tem o direito de desconfiar e nós a obrigação de prestar informações", disse.

Objetivo foi demonstrar aos presentes a segurança dos programas e equipamentos de votação utilizados no país.


 


Eleitores convidados e intimados, integrantes do Ministério Público e da Polícia Federal acompanham, na manhã deste sábado, uma auditoria em três urnas eletrônicas utilizadas no primeiro turno da eleição. O exercício, feito na sede do Tribunal Regional Eleitoral, em Belo Horizonte, pretende demonstrar aos presentes a segurança dos programas e equipamentos de votação utilizados no país.


 


Depois de explicado o procedimento, funcionários do TRE apresentaram as urnas e o processo a ser executado. Também foram esclarecidas dúvidas dos eleitores presentes quanto ao equipamento e seu funcionamento.


 


Três urnas foram preparadas. Duas delas foram coletadas por pedidos de procuradores - uma da 319ª zona, em Betim, e outra da 248ª zona, em Santa Rita do Sapucaí. A terceira urna foi uma opção do TRE, da 33ª zona, em Belo Horizonte, onde houve reclamações e boletins de ocorrência durante a votação. 


 


O aposentado Aldo Barbosa, de 70 anos, foi um dos eleitores que aceitou o convite do TRE e acompanhou a auditoria. Segundo ele, no momento em que ia votar para presidente, digitou os dois números e a urna encerrou o processo sem que ele tenha confirmado. A reclamação é a mesma de outras pessoas presentes.


 


PATROCINADORES

A administradora Daniele Alckmin, de 36 anos e o engenheiro Nakle Mohallem, 42, vieram de Santa Rita do Sapucaí conferir o andamento do processo com a urna na qual votaram e saíram com esperança renovada da auditoria. Ela afirmou que também não conseguiu confirmar o voto para presidente antes que o equipamento concluísse a votação.


 


"Aqui na auditoria correu tudo bem, com transparência. Vamos conferir no final do dia o boletim de urna do início da urna da minha seção. A minha sensação de que meu voto não tinha sido computado, nesse momento, estou mais tranquila e acho que vai dar certo. Conferimos e está tudo ok. A esperança é que os boletins batam e que dê tudo certo" disse Daniele.


 


Questionado se teve as dúvidas esclarecidas e se acredita que a auditoria vai sanar seus questionamentos, Aldo se mostrou dividido. "Tenho esperança, certeza não. Posso sair daqui frustrado, mas posso sair satisfeito também. Conversei com diversas pessoas do TRE e outras que passaram pela mesma situação que passei. A expectativa que notei é essa, de esperança, mas não de certeza", afirmou.


 


De acordo com o diretor geral do TRE Adriano Denardi Júnior, o tribunal acredita que o mais provável que tenha acontecido é que os eleitores pressionaram a tecla confirma automaticamente e que ficaram confusos pelo funcionamento da urna, que tem som diferente quando encerra o processo, além de uma barra de gravação na tela.


 


"Nossa percepção é de que, como o processamento é muito rápido ao final do último voto e a urna deixa de emitir o sonido curto dos votos anteriores, nossa impressão inicial é de que o eleitor tenha concluído que não confirmou. Apesar de tudo indicar que tenha confirmado. Não seria um mal funcionamento, mas sim uma sequência de votação que pode ter levado o eleitor a ter a impressão de que não confirmou", argumentou.


 


"O que estamos demonstrando com esse procedimento é que respeitamos o eleitor. O eleitor mineiro é ouvido e respeitado. O eleitor é dono e principal ator nesse processo. Isso aqui é uma resposta ao eleitor e esperamos que seja satisfatória para que ele conheça melhor e confie mais no processo. Tudo é feito de modo transparente. Não podemos forçar a confiança do eleitor, ele tem o direito de desconfiar e nós a obrigação de prestar informações", disse.


Objetivo foi demonstrar aos presentes a segurança dos programas e equipamentos de votação utilizados no país.



Eleitores convidados e intimados, integrantes do Ministério Público e da Polícia Federal acompanham, na manhã deste sábado, uma auditoria em três urnas eletrônicas utilizadas no primeiro turno da eleição. O exercício, feito na sede do Tribunal Regional Eleitoral, em Belo Horizonte, pretende demonstrar aos presentes a segurança dos programas e equipamentos de votação utilizados no país.



Depois de explicado o procedimento, funcionários do TRE apresentaram as urnas e o processo a ser executado. Também foram esclarecidas dúvidas dos eleitores presentes quanto ao equipamento e seu funcionamento.



Três urnas foram preparadas. Duas delas foram coletadas por pedidos de procuradores - uma da 319ª zona, em Betim, e outra da 248ª zona, em Santa Rita do Sapucaí. A terceira urna foi uma opção do TRE, da 33ª zona, em Belo Horizonte, onde houve reclamações e boletins de ocorrência durante a votação. 



PATROCINADORES

O aposentado Aldo Barbosa, de 70 anos, foi um dos eleitores que aceitou o convite do TRE e acompanhou a auditoria. Segundo ele, no momento em que ia votar para presidente, digitou os dois números e a urna encerrou o processo sem que ele tenha confirmado. A reclamação é a mesma de outras pessoas presentes.



A administradora Daniele Alckmin, de 36 anos e o engenheiro Nakle Mohallem, 42, vieram de Santa Rita do Sapucaí conferir o andamento do processo com a urna na qual votaram e saíram com esperança renovada da auditoria. Ela afirmou que também não conseguiu confirmar o voto para presidente antes que o equipamento concluísse a votação.



"Aqui na auditoria correu tudo bem, com transparência. Vamos conferir no final do dia o boletim de urna do início da urna da minha seção. A minha sensação de que meu voto não tinha sido computado, nesse momento, estou mais tranquila e acho que vai dar certo. Conferimos e está tudo ok. A esperança é que os boletins batam e que dê tudo certo" disse Daniele.



PATROCINADORES

Questionado se teve as dúvidas esclarecidas e se acredita que a auditoria vai sanar seus questionamentos, Aldo se mostrou dividido. "Tenho esperança, certeza não. Posso sair daqui frustrado, mas posso sair satisfeito também. Conversei com diversas pessoas do TRE e outras que passaram pela mesma situação que passei. A expectativa que notei é essa, de esperança, mas não de certeza", afirmou.



De acordo com o diretor geral do TRE Adriano Denardi Júnior, o tribunal acredita que o mais provável que tenha acontecido é que os eleitores pressionaram a tecla confirma automaticamente e que ficaram confusos pelo funcionamento da urna, que tem som diferente quando encerra o processo, além de uma barra de gravação na tela.



"Nossa percepção é de que, como o processamento é muito rápido ao final do último voto e a urna deixa de emitir o sonido curto dos votos anteriores, nossa impressão inicial é de que o eleitor tenha concluído que não confirmou. Apesar de tudo indicar que tenha confirmado. Não seria um mal funcionamento, mas sim uma sequência de votação que pode ter levado o eleitor a ter a impressão de que não confirmou", argumentou.



"O que estamos demonstrando com esse procedimento é que respeitamos o eleitor. O eleitor mineiro é ouvido e respeitado. O eleitor é dono e principal ator nesse processo. Isso aqui é uma resposta ao eleitor e esperamos que seja satisfatória para que ele conheça melhor e confie mais no processo. Tudo é feito de modo transparente. Não podemos forçar a confiança do eleitor, ele tem o direito de desconfiar e nós a obrigação de prestar informações", disse.



Veja Também