news:

Bem Estar

Psoríase é uma doença não transmissível

Publicado por TV Minas em 22/10/2018

foto_principal.jpg

Muitas pessoas não entendem esse problema na pele.

 

Nem todos sabem, mas a psoríase é uma inflamação de pele considerada crônica e não contagiosa. De acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa em Felicidade da Dinamarca, 125 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem com a doença. Desse total, cinco milhões de afetados são brasileiros. Apesar de não ter uma causa específica, a doença pode estar associada ao sistema imunológico, às interações com o meio-ambiente e à suscetibilidade genética.

 

A pesquisa feita na Dinamarca mostra que 30% das pessoas que convivem com a psoríase severa são menos felizes e 49% das pessoas com a doença vivem sozinhas. De acordo com a dermatologista Teresa Noviello, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), apesar de ser uma doença recorrente, ainda há muita informação errônea para ser esclarecida sobre a psoríase. "Como a doença é visível e se apresenta na forma de lesões na pele, pessoas leigas tendem a achar que é contagioso", comenta a especialista. No entanto, a médica lembra que essa doença de pele não é transmissível. Portanto, é preciso evitar a exclusão e o tratamento preconceituoso de quem sofre com o problema.

 

Outra ideia comum é associar o aparecimento das lesões a episódios de estresse. A dermatologista afirma que o estresse pode agravar o quadro da psoríase ou aumentar as suas chances de ocorrência, mas não é uma das causas. "Pessoas estressadas costumam ter o sistema imunológico debilitado e os hormônios alterados. Isso significa que nem todo mundo que está passando por um período de grande estresse terá as lesões. Somente quem já possui uma predisposição genética ao problema", aponta Teresa Noviello. Além do sistema imunológico debilitado e da tendência genética, o tempo frio e seco também colabora para a piora das lesões na pele.

 

 

Sinais

 

A intensidade dos sintomas da psoríase variam de acordo com cada paciente e o tipo da doença, mas, normalmente, segundo Sociedade Brasileira de Dermatologia, costumam ser manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas; manchas brancas ou escuras residuais pós lesões; pele seca e rachada; coceira e queimação; unhas grossas, enrugadas, descoladas e com depressões puntiformes, nos casos de psoríase ungueal; e inchaço e rigidez nas articulações. Em todos os casos, a indicação principal é evitar coçar as lesões, pois a unha é uma região de grande contaminação bacteriana.

 

A dermatologista lembra que a avaliação de um profissional é fundamental para o diagnóstico correto e o sucesso do tratamento. "A psoríase não tem cura, mas possui tratamento. Hoje em dia, contamos com vários procedimentos disponíveis para que o paciente possa manter uma qualidade de vida satisfatória. Em casos de manifestação mais branda da doença, hidratar a pele com um creme adequado, aplicar o medicamento na região das lesões e se expor ao Sol em horários seguros são medidas que podem amenizar o problema", diz Teresa.

Muitas pessoas não entendem esse problema na pele.


 


Nem todos sabem, mas a psoríase é uma inflamação de pele considerada crônica e não contagiosa. De acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa em Felicidade da Dinamarca, 125 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem com a doença. Desse total, cinco milhões de afetados são brasileiros. Apesar de não ter uma causa específica, a doença pode estar associada ao sistema imunológico, às interações com o meio-ambiente e à suscetibilidade genética.


 


A pesquisa feita na Dinamarca mostra que 30% das pessoas que convivem com a psoríase severa são menos felizes e 49% das pessoas com a doença vivem sozinhas. De acordo com a dermatologista Teresa Noviello, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), apesar de ser uma doença recorrente, ainda há muita informação errônea para ser esclarecida sobre a psoríase. "Como a doença é visível e se apresenta na forma de lesões na pele, pessoas leigas tendem a achar que é contagioso", comenta a especialista. No entanto, a médica lembra que essa doença de pele não é transmissível. Portanto, é preciso evitar a exclusão e o tratamento preconceituoso de quem sofre com o problema.


 


Outra ideia comum é associar o aparecimento das lesões a episódios de estresse. A dermatologista afirma que o estresse pode agravar o quadro da psoríase ou aumentar as suas chances de ocorrência, mas não é uma das causas. "Pessoas estressadas costumam ter o sistema imunológico debilitado e os hormônios alterados. Isso significa que nem todo mundo que está passando por um período de grande estresse terá as lesões. Somente quem já possui uma predisposição genética ao problema", aponta Teresa Noviello. Além do sistema imunológico debilitado e da tendência genética, o tempo frio e seco também colabora para a piora das lesões na pele.


PATROCINADORES

 


 


Sinais


 


A intensidade dos sintomas da psoríase variam de acordo com cada paciente e o tipo da doença, mas, normalmente, segundo Sociedade Brasileira de Dermatologia, costumam ser manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas; manchas brancas ou escuras residuais pós lesões; pele seca e rachada; coceira e queimação; unhas grossas, enrugadas, descoladas e com depressões puntiformes, nos casos de psoríase ungueal; e inchaço e rigidez nas articulações. Em todos os casos, a indicação principal é evitar coçar as lesões, pois a unha é uma região de grande contaminação bacteriana.


 


A dermatologista lembra que a avaliação de um profissional é fundamental para o diagnóstico correto e o sucesso do tratamento. "A psoríase não tem cura, mas possui tratamento. Hoje em dia, contamos com vários procedimentos disponíveis para que o paciente possa manter uma qualidade de vida satisfatória. Em casos de manifestação mais branda da doença, hidratar a pele com um creme adequado, aplicar o medicamento na região das lesões e se expor ao Sol em horários seguros são medidas que podem amenizar o problema", diz Teresa.


Muitas pessoas não entendem esse problema na pele.



Nem todos sabem, mas a psoríase é uma inflamação de pele considerada crônica e não contagiosa. De acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa em Felicidade da Dinamarca, 125 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem com a doença. Desse total, cinco milhões de afetados são brasileiros. Apesar de não ter uma causa específica, a doença pode estar associada ao sistema imunológico, às interações com o meio-ambiente e à suscetibilidade genética.



A pesquisa feita na Dinamarca mostra que 30% das pessoas que convivem com a psoríase severa são menos felizes e 49% das pessoas com a doença vivem sozinhas. De acordo com a dermatologista Teresa Noviello, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), apesar de ser uma doença recorrente, ainda há muita informação errônea para ser esclarecida sobre a psoríase. "Como a doença é visível e se apresenta na forma de lesões na pele, pessoas leigas tendem a achar que é contagioso", comenta a especialista. No entanto, a médica lembra que essa doença de pele não é transmissível. Portanto, é preciso evitar a exclusão e o tratamento preconceituoso de quem sofre com o problema.



PATROCINADORES

Outra ideia comum é associar o aparecimento das lesões a episódios de estresse. A dermatologista afirma que o estresse pode agravar o quadro da psoríase ou aumentar as suas chances de ocorrência, mas não é uma das causas. "Pessoas estressadas costumam ter o sistema imunológico debilitado e os hormônios alterados. Isso significa que nem todo mundo que está passando por um período de grande estresse terá as lesões. Somente quem já possui uma predisposição genética ao problema", aponta Teresa Noviello. Além do sistema imunológico debilitado e da tendência genética, o tempo frio e seco também colabora para a piora das lesões na pele.



Sinais



A intensidade dos sintomas da psoríase variam de acordo com cada paciente e o tipo da doença, mas, normalmente, segundo Sociedade Brasileira de Dermatologia, costumam ser manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas; manchas brancas ou escuras residuais pós lesões; pele seca e rachada; coceira e queimação; unhas grossas, enrugadas, descoladas e com depressões puntiformes, nos casos de psoríase ungueal; e inchaço e rigidez nas articulações. Em todos os casos, a indicação principal é evitar coçar as lesões, pois a unha é uma região de grande contaminação bacteriana.



A dermatologista lembra que a avaliação de um profissional é fundamental para o diagnóstico correto e o sucesso do tratamento. "A psoríase não tem cura, mas possui tratamento. Hoje em dia, contamos com vários procedimentos disponíveis para que o paciente possa manter uma qualidade de vida satisfatória. Em casos de manifestação mais branda da doença, hidratar a pele com um creme adequado, aplicar o medicamento na região das lesões e se expor ao Sol em horários seguros são medidas que podem amenizar o problema", diz Teresa.



Veja Também