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Bolsonaro não vai a debates por ameaça de 'atentado terrorista'

Publicado por TV Minas em 25/10/2018

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General Heleno explicou que ameaças de 'organização criminosa' foram comprovadas em 'mensagens e escutas telefônicas'.

 

O general da reserva Augusto Heleno afirmou que o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) não vai aos debates com Fernando Haddad (PT) por estar sob a ameaça de um atentado terrorista. A declaração foi divulgada nesta quinta-feira, em vídeo que o general, um dos integrantes da coordenação de campanha do deputado federal, dá explicações sobre as estratégias na reta final das eleições.

 

Jair Bolsonaro foi atacado com uma facada no abdome quando fazia campanha nas ruas de Juiz de Fora, em Minas Gerais, no dia 6 de setembro. Desde então o presidenciável passou por duas cirurgias de emergência e não mais participou de debates.

 

“Inclusive com a recomendação de que, toda vez que fosse sair de casa, fizesse um vasculhamento no entorno da casa dele e jamais saísse com hora marcada. Então, o comparecimento ao debate, que muita gente está vinculando a um medo de sair ou de debater com o Haddad, não se trata disso. Ele está, realmente, ameaçado”, explicou o general em vídeo compartilhado nas redes sociais.

 

De acordo com Augusto Heleno, o plano de um atentado terrorista foi comprovado por mensagens e escutas telefônicas e tem autoria de uma organização criminosa.

 

“E não é um mero tiro de ‘sniper’. É um atentado terrorista, onde tem uma organização criminosa, que eu não vou citar o nome por motivos óbvios, envolvida. É comprovado por mensagens e escutas telefônicas. Isso é absolutamente verídico. A saída dele, em qualquer horário com hora marcada, é problemática”, detalhou.

 

 

Reforço na segurança

 

A campanha de  Bolsonaro reforçou a segurança na casa do presidenciável na zona oeste do Rio com equipamentos de uso militar, como uma rede de camuflagem usada em matas instalada na área externa da residência, onde o candidato a presidente concede entrevistas e recebe apoiadores. Um policial militar que faz a segurança no imóvel do candidato disse que a tela, que simula folhagem verde e marrom, serve para reduzir o campo visual do que se passa na área do imóvel.

 

O quintal do presidenciável é fechado por uma cerca viva, formada por árvores, e não tem muros. Os fundos dão para uma rua interna do condomínio de alto padrão na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Em encontros e entrevistas, Bolsonaro tem sido orientado a permanecer atrás da camuflagem, sem circular pela área descoberta da casa, um terreno onde estaria mais exposto.

 

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que a campanha recebeu informes de inteligência que recomendavam reforçar a segurança na reta final da campanha, mas não detalhou ameaças. A escolta passou de 25 para 30 agentes da Polícia Federal. Durante a campanha, Bolsonaro chegou a usar colete à prova de balas, mas não vestia o equipamento quando levou a facada em Minas Gerais.

General Heleno explicou que ameaças de 'organização criminosa' foram comprovadas em 'mensagens e escutas telefônicas'.


 


O general da reserva Augusto Heleno afirmou que o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) não vai aos debates com Fernando Haddad (PT) por estar sob a ameaça de um atentado terrorista. A declaração foi divulgada nesta quinta-feira, em vídeo que o general, um dos integrantes da coordenação de campanha do deputado federal, dá explicações sobre as estratégias na reta final das eleições.


 


Jair Bolsonaro foi atacado com uma facada no abdome quando fazia campanha nas ruas de Juiz de Fora, em Minas Gerais, no dia 6 de setembro. Desde então o presidenciável passou por duas cirurgias de emergência e não mais participou de debates.


 


“Inclusive com a recomendação de que, toda vez que fosse sair de casa, fizesse um vasculhamento no entorno da casa dele e jamais saísse com hora marcada. Então, o comparecimento ao debate, que muita gente está vinculando a um medo de sair ou de debater com o Haddad, não se trata disso. Ele está, realmente, ameaçado”, explicou o general em vídeo compartilhado nas redes sociais.


 


De acordo com Augusto Heleno, o plano de um atentado terrorista foi comprovado por mensagens e escutas telefônicas e tem autoria de uma organização criminosa.


 


PATROCINADORES

“E não é um mero tiro de ‘sniper’. É um atentado terrorista, onde tem uma organização criminosa, que eu não vou citar o nome por motivos óbvios, envolvida. É comprovado por mensagens e escutas telefônicas. Isso é absolutamente verídico. A saída dele, em qualquer horário com hora marcada, é problemática”, detalhou.


 


 


Reforço na segurança


 


A campanha de  Bolsonaro reforçou a segurança na casa do presidenciável na zona oeste do Rio com equipamentos de uso militar, como uma rede de camuflagem usada em matas instalada na área externa da residência, onde o candidato a presidente concede entrevistas e recebe apoiadores. Um policial militar que faz a segurança no imóvel do candidato disse que a tela, que simula folhagem verde e marrom, serve para reduzir o campo visual do que se passa na área do imóvel.


 


O quintal do presidenciável é fechado por uma cerca viva, formada por árvores, e não tem muros. Os fundos dão para uma rua interna do condomínio de alto padrão na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Em encontros e entrevistas, Bolsonaro tem sido orientado a permanecer atrás da camuflagem, sem circular pela área descoberta da casa, um terreno onde estaria mais exposto.


 


O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que a campanha recebeu informes de inteligência que recomendavam reforçar a segurança na reta final da campanha, mas não detalhou ameaças. A escolta passou de 25 para 30 agentes da Polícia Federal. Durante a campanha, Bolsonaro chegou a usar colete à prova de balas, mas não vestia o equipamento quando levou a facada em Minas Gerais.


General Heleno explicou que ameaças de 'organização criminosa' foram comprovadas em 'mensagens e escutas telefônicas'.



O general da reserva Augusto Heleno afirmou que o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) não vai aos debates com Fernando Haddad (PT) por estar sob a ameaça de um atentado terrorista. A declaração foi divulgada nesta quinta-feira, em vídeo que o general, um dos integrantes da coordenação de campanha do deputado federal, dá explicações sobre as estratégias na reta final das eleições.



Jair Bolsonaro foi atacado com uma facada no abdome quando fazia campanha nas ruas de Juiz de Fora, em Minas Gerais, no dia 6 de setembro. Desde então o presidenciável passou por duas cirurgias de emergência e não mais participou de debates.



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“Inclusive com a recomendação de que, toda vez que fosse sair de casa, fizesse um vasculhamento no entorno da casa dele e jamais saísse com hora marcada. Então, o comparecimento ao debate, que muita gente está vinculando a um medo de sair ou de debater com o Haddad, não se trata disso. Ele está, realmente, ameaçado”, explicou o general em vídeo compartilhado nas redes sociais.



De acordo com Augusto Heleno, o plano de um atentado terrorista foi comprovado por mensagens e escutas telefônicas e tem autoria de uma organização criminosa.



“E não é um mero tiro de ‘sniper’. É um atentado terrorista, onde tem uma organização criminosa, que eu não vou citar o nome por motivos óbvios, envolvida. É comprovado por mensagens e escutas telefônicas. Isso é absolutamente verídico. A saída dele, em qualquer horário com hora marcada, é problemática”, detalhou.



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Reforço na segurança



A campanha de  Bolsonaro reforçou a segurança na casa do presidenciável na zona oeste do Rio com equipamentos de uso militar, como uma rede de camuflagem usada em matas instalada na área externa da residência, onde o candidato a presidente concede entrevistas e recebe apoiadores. Um policial militar que faz a segurança no imóvel do candidato disse que a tela, que simula folhagem verde e marrom, serve para reduzir o campo visual do que se passa na área do imóvel.



O quintal do presidenciável é fechado por uma cerca viva, formada por árvores, e não tem muros. Os fundos dão para uma rua interna do condomínio de alto padrão na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Em encontros e entrevistas, Bolsonaro tem sido orientado a permanecer atrás da camuflagem, sem circular pela área descoberta da casa, um terreno onde estaria mais exposto.



O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que a campanha recebeu informes de inteligência que recomendavam reforçar a segurança na reta final da campanha, mas não detalhou ameaças. A escolta passou de 25 para 30 agentes da Polícia Federal. Durante a campanha, Bolsonaro chegou a usar colete à prova de balas, mas não vestia o equipamento quando levou a facada em Minas Gerais.



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