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Bolsonaro e Haddad: dois programas opostos para o Brasil; compare

Publicado por TV Minas em 26/10/2018

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Confira abaixo algumas propostas de Bolsonaro e Haddad para a economia, segurança , educação, entre outros temas.

 

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) e seu adversário Fernando Haddad (PT), que vão disputar o segundo turno para a Presidência da República neste domingo (28) de outubro, têm propostas diametralmente opostas para o país.

 

JAIR BOLSONARO, 63 anos – ex-deputado federal, capitão do Exército na reserva - Lema: "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos"

 

FERNANDO HADDAD, 55 anos - ex-ministro da Educação (2005-2013) - Ex-prefeito de São Paulo (2013-2016) - Partido dos Trabalhadores (PT) - Lema: "O povo feliz de novo". 

 

 

Economia: austeridade e privatizações

 

BOLSONARO

 

- Redução da dívida pública em 20% mediante privatizações, concessões e venda de propriedades da União.


- Criação de um sistema paralelo de aposentadoria por capitalização.

 

- Criação de um super-ministério da Economia, reunindo os atuais da Fazenda, Indústria e Planejamento. Contudo, ele afirmou recentemente que o da Indústria poderia ser mantido a parte.

 

 

HADDAD

 

- Revogação do congelamento do gasto público e da flexibilização da legislação trabalhista, aprovadas pelo governo de Michel Temer.

 

- Interromper as privatizações. 

 

- Redução da dívida graças ao "retorno do pleno emprego" e medidas contra a evasão fiscal.

 

 

Segurança

 

BOLSONARO

 

- Flexibilizar a legislação sobre o porte de armas.

 

- Reduzir a maioridade penal de 18 para 17 anos.

 

- "Proteção jurídica" aos policiais que matarem suspeitos com sua arma em serviço.

 

- "Tipificar como terrorismo as invasões de propriedades rurais e urbanas".

 

 

HADDAD

 

- Mudança radical da política atual antidrogas, "errônea, injusta e ineficaz", tomando como exemplo a experiência de descriminalização de outros países.

 

- "A política de controle de armas e munições deve ser aprimorada, reforçando o rastreamento" do armamento.

 

- Melhor coordenação dos serviços de inteligência para lutar contra o crime organizado.

 

 

Corrupção

 

BOLSONARO 

 

"Propomos um governo decente, diferente de tudo aquilo que nos jogou em uma crise ética, moral e fiscal".

 

Diminuir para 15 o número de ministérios, a fim de limitar os arranjos entre partidos.

 

 

HADDAD

 

- Ele defende "maior transparência e prevenção à corrupção", mas considera que "a pauta do combate à corrupção não pode servir à criminalização da política".

 

 

Diplomacia

 

BOLSONARO 

 

- "Deixaremos de louvar ditaduras assassinas e desprezar ou mesmo atacar democracias importantes como EUA, Israel e Itália".

 

 

HADDAD

 

- "O Brasil deve retomar e aprofundar a política externa de integração latino-americana e a cooperação sul-sul (especialmente com a África), de modo a apoiar, ao mesmo tempo, o multilateralismo, a busca de soluções pelo diálogo e o repúdio à intervenção e a soluções de força".

 

 

Educação

 

BOLSONARO 

 

Ele preconiza uma renovação dos programas escolares, com "mais matemática, ciências e português, sem doutrinação e sexualização precoce". Quer abrir escolas administradas pelos militares.

 

 

HADDAD 

- Propõe programas com "uma perspectiva inclusiva, não-sexista, não-racista e sem discriminação e violência contra LGBTI+ na educação e demais políticas públicas".

 

 

Aborto

 

BOLSONARO

 

- O programa de Bolsonaro não menciona o aborto, que, no país, é autorizado em caso de risco para a vida da mãe ou de fetos com anencefalia. O candidato prometeu vetar qualquer tentativa de flexibilização desta lei.

 

 

HADDAD

 

- O programa do PT tampouco faz referência ao aborto. Em 11 de outubro, após visitar a sede da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Haddad destacou sua concordância com temas que a Igreja Católica considera essenciais, como a preservação da vida.

 

 

LGBTI

 

BOLSONARO

 

- Não há nenhuma menção no programa de Bolsonaro aos direitos dos LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgênero, e Intersexuais). Várias de suas declarações foram abertamente homofóbicas. 

 

- Na campanha tentou se mostrar mais amigável. Em uma entrevista recente a uma rádio de Pernambuco, disse respeitar as opções de adultos e declarou: "Os homossexuais serão felizes se eu for presidente".

 

 

HADDAD

 

- O programa de Haddad tem um capítulo intitulado "Promover a cidadania LGBT+", que propõe a "criminalização da LGBTIfobia" e promete criar iniciativas de inserção educativa e trabalhista "a pessoas travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade". 

 

 

Meio ambiente

 

BOLSONARO 

 

- O candidato do PSL, que conseguiu apoio da bancada do agronegócio no Congresso, propõe em seu programa reunir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, ainda que recentemente tenha dito que poderia voltar atrás nessa questão. As palavras desmatamento, Amazônia e aquecimento global estão ausentes do documento.

 

 

HADDAD 

 

- O programa de Haddad se propõe a chegar a uma "taxa zero de desmatamento até 2022, sem reduzir a produção agropecuária "graças a um uso mais eficiente" das terras de cultivo e do pasto.

 

- Também se propõe a iniciar uma transição para "uma economia justa e de baixo carbono, contribuindo decisivamente para conter aquecimento global".

Confira abaixo algumas propostas de Bolsonaro e Haddad para a economia, segurança , educação, entre outros temas.


 


O candidato Jair Bolsonaro (PSL) e seu adversário Fernando Haddad (PT), que vão disputar o segundo turno para a Presidência da República neste domingo (28) de outubro, têm propostas diametralmente opostas para o país.


 


JAIR BOLSONARO, 63 anos – ex-deputado federal, capitão do Exército na reserva - Lema: "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos"


 


FERNANDO HADDAD, 55 anos - ex-ministro da Educação (2005-2013) - Ex-prefeito de São Paulo (2013-2016) - Partido dos Trabalhadores (PT) - Lema: "O povo feliz de novo". 


 


 


Economia: austeridade e privatizações


 


BOLSONARO


 


- Redução da dívida pública em 20% mediante privatizações, concessões e venda de propriedades da União.



- Criação de um sistema paralelo de aposentadoria por capitalização.


 


- Criação de um super-ministério da Economia, reunindo os atuais da Fazenda, Indústria e Planejamento. Contudo, ele afirmou recentemente que o da Indústria poderia ser mantido a parte.


 


 


HADDAD


 


- Revogação do congelamento do gasto público e da flexibilização da legislação trabalhista, aprovadas pelo governo de Michel Temer.


 


- Interromper as privatizações. 


 


- Redução da dívida graças ao "retorno do pleno emprego" e medidas contra a evasão fiscal.


 


 


Segurança


 


BOLSONARO


 


- Flexibilizar a legislação sobre o porte de armas.


 


- Reduzir a maioridade penal de 18 para 17 anos.


 


- "Proteção jurídica" aos policiais que matarem suspeitos com sua arma em serviço.


 


- "Tipificar como terrorismo as invasões de propriedades rurais e urbanas".


 


 


HADDAD


 


- Mudança radical da política atual antidrogas, "errônea, injusta e ineficaz", tomando como exemplo a experiência de descriminalização de outros países.


 


- "A política de controle de armas e munições deve ser aprimorada, reforçando o rastreamento" do armamento.


 


- Melhor coordenação dos serviços de inteligência para lutar contra o crime organizado.


 


 


Corrupção


 


BOLSONARO 


 


"Propomos um governo decente, diferente de tudo aquilo que nos jogou em uma crise ética, moral e fiscal".


 


Diminuir para 15 o número de ministérios, a fim de limitar os arranjos entre partidos.


 


 


HADDAD


 


- Ele defende "maior transparência e prevenção à corrupção", mas considera que "a pauta do combate à corrupção não pode servir à criminalização da política".


PATROCINADORES

 


 


Diplomacia


 


BOLSONARO 


 


- "Deixaremos de louvar ditaduras assassinas e desprezar ou mesmo atacar democracias importantes como EUA, Israel e Itália".


 


 


HADDAD


 


- "O Brasil deve retomar e aprofundar a política externa de integração latino-americana e a cooperação sul-sul (especialmente com a África), de modo a apoiar, ao mesmo tempo, o multilateralismo, a busca de soluções pelo diálogo e o repúdio à intervenção e a soluções de força".


 


 


Educação


 


BOLSONARO 


 


Ele preconiza uma renovação dos programas escolares, com "mais matemática, ciências e português, sem doutrinação e sexualização precoce". Quer abrir escolas administradas pelos militares.


 


 


HADDAD 


- Propõe programas com "uma perspectiva inclusiva, não-sexista, não-racista e sem discriminação e violência contra LGBTI+ na educação e demais políticas públicas".


 


 


Aborto


 


BOLSONARO


 


- O programa de Bolsonaro não menciona o aborto, que, no país, é autorizado em caso de risco para a vida da mãe ou de fetos com anencefalia. O candidato prometeu vetar qualquer tentativa de flexibilização desta lei.


 


 


HADDAD


 


- O programa do PT tampouco faz referência ao aborto. Em 11 de outubro, após visitar a sede da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Haddad destacou sua concordância com temas que a Igreja Católica considera essenciais, como a preservação da vida.


 


 


LGBTI


 


BOLSONARO


 


- Não há nenhuma menção no programa de Bolsonaro aos direitos dos LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgênero, e Intersexuais). Várias de suas declarações foram abertamente homofóbicas. 


 


- Na campanha tentou se mostrar mais amigável. Em uma entrevista recente a uma rádio de Pernambuco, disse respeitar as opções de adultos e declarou: "Os homossexuais serão felizes se eu for presidente".


 


 


HADDAD


 


- O programa de Haddad tem um capítulo intitulado "Promover a cidadania LGBT+", que propõe a "criminalização da LGBTIfobia" e promete criar iniciativas de inserção educativa e trabalhista "a pessoas travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade". 


 


 


Meio ambiente


 


BOLSONARO 


 


- O candidato do PSL, que conseguiu apoio da bancada do agronegócio no Congresso, propõe em seu programa reunir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, ainda que recentemente tenha dito que poderia voltar atrás nessa questão. As palavras desmatamento, Amazônia e aquecimento global estão ausentes do documento.


 


 


HADDAD 


 


- O programa de Haddad se propõe a chegar a uma "taxa zero de desmatamento até 2022, sem reduzir a produção agropecuária "graças a um uso mais eficiente" das terras de cultivo e do pasto.


 


- Também se propõe a iniciar uma transição para "uma economia justa e de baixo carbono, contribuindo decisivamente para conter aquecimento global".


Confira abaixo algumas propostas de Bolsonaro e Haddad para a economia, segurança , educação, entre outros temas.



O candidato Jair Bolsonaro (PSL) e seu adversário Fernando Haddad (PT), que vão disputar o segundo turno para a Presidência da República neste domingo (28) de outubro, têm propostas diametralmente opostas para o país.



JAIR BOLSONARO, 63 anos – ex-deputado federal, capitão do Exército na reserva - Lema: "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos"



FERNANDO HADDAD, 55 anos - ex-ministro da Educação (2005-2013) - Ex-prefeito de São Paulo (2013-2016) - Partido dos Trabalhadores (PT) - Lema: "O povo feliz de novo". 



Economia: austeridade e privatizações



BOLSONARO



- Redução da dívida pública em 20% mediante privatizações, concessões e venda de propriedades da União.




- Criação de um sistema paralelo de aposentadoria por capitalização.



- Criação de um super-ministério da Economia, reunindo os atuais da Fazenda, Indústria e Planejamento. Contudo, ele afirmou recentemente que o da Indústria poderia ser mantido a parte.



HADDAD



- Revogação do congelamento do gasto público e da flexibilização da legislação trabalhista, aprovadas pelo governo de Michel Temer.



- Interromper as privatizações. 



- Redução da dívida graças ao "retorno do pleno emprego" e medidas contra a evasão fiscal.



Segurança



BOLSONARO



- Flexibilizar a legislação sobre o porte de armas.



- Reduzir a maioridade penal de 18 para 17 anos.



- "Proteção jurídica" aos policiais que matarem suspeitos com sua arma em serviço.



- "Tipificar como terrorismo as invasões de propriedades rurais e urbanas".



PATROCINADORES

HADDAD



- Mudança radical da política atual antidrogas, "errônea, injusta e ineficaz", tomando como exemplo a experiência de descriminalização de outros países.



- "A política de controle de armas e munições deve ser aprimorada, reforçando o rastreamento" do armamento.



- Melhor coordenação dos serviços de inteligência para lutar contra o crime organizado.



Corrupção



BOLSONARO 



"Propomos um governo decente, diferente de tudo aquilo que nos jogou em uma crise ética, moral e fiscal".



Diminuir para 15 o número de ministérios, a fim de limitar os arranjos entre partidos.



HADDAD



- Ele defende "maior transparência e prevenção à corrupção", mas considera que "a pauta do combate à corrupção não pode servir à criminalização da política".



Diplomacia



BOLSONARO 



- "Deixaremos de louvar ditaduras assassinas e desprezar ou mesmo atacar democracias importantes como EUA, Israel e Itália".



HADDAD



- "O Brasil deve retomar e aprofundar a política externa de integração latino-americana e a cooperação sul-sul (especialmente com a África), de modo a apoiar, ao mesmo tempo, o multilateralismo, a busca de soluções pelo diálogo e o repúdio à intervenção e a soluções de força".



Educação



BOLSONARO 



Ele preconiza uma renovação dos programas escolares, com "mais matemática, ciências e português, sem doutrinação e sexualização precoce". Quer abrir escolas administradas pelos militares.



PATROCINADORES

HADDAD 



- Propõe programas com "uma perspectiva inclusiva, não-sexista, não-racista e sem discriminação e violência contra LGBTI+ na educação e demais políticas públicas".



Aborto



BOLSONARO



- O programa de Bolsonaro não menciona o aborto, que, no país, é autorizado em caso de risco para a vida da mãe ou de fetos com anencefalia. O candidato prometeu vetar qualquer tentativa de flexibilização desta lei.



HADDAD



- O programa do PT tampouco faz referência ao aborto. Em 11 de outubro, após visitar a sede da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Haddad destacou sua concordância com temas que a Igreja Católica considera essenciais, como a preservação da vida.



LGBTI



BOLSONARO



- Não há nenhuma menção no programa de Bolsonaro aos direitos dos LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgênero, e Intersexuais). Várias de suas declarações foram abertamente homofóbicas. 



- Na campanha tentou se mostrar mais amigável. Em uma entrevista recente a uma rádio de Pernambuco, disse respeitar as opções de adultos e declarou: "Os homossexuais serão felizes se eu for presidente".



HADDAD



- O programa de Haddad tem um capítulo intitulado "Promover a cidadania LGBT+", que propõe a "criminalização da LGBTIfobia" e promete criar iniciativas de inserção educativa e trabalhista "a pessoas travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade". 



Meio ambiente



BOLSONARO 



- O candidato do PSL, que conseguiu apoio da bancada do agronegócio no Congresso, propõe em seu programa reunir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, ainda que recentemente tenha dito que poderia voltar atrás nessa questão. As palavras desmatamento, Amazônia e aquecimento global estão ausentes do documento.



HADDAD 



- O programa de Haddad se propõe a chegar a uma "taxa zero de desmatamento até 2022, sem reduzir a produção agropecuária "graças a um uso mais eficiente" das terras de cultivo e do pasto.



- Também se propõe a iniciar uma transição para "uma economia justa e de baixo carbono, contribuindo decisivamente para conter aquecimento global".



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