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Ciência & Tecnologia

Como a realidade virtual estimula a empatia nos usuários

Publicado por TV Minas em 28/10/2018

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Estudo apontou que o sentimento de compaixão também é mais presente e duradouro entre os que passam por experiência com a tecnologia.

 

Um trabalho publicado na revista online PLOS ONE revelou que o uso de realidade virtual pode ajudar a estimular a empatia entre seus usuários. Liderado por pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o estudo tinha como objetivo investigar se, ao colocar o participante na pele de outra pessoa e lhe fornecer outra perspectiva, seria possível instigar nela um comportamento altruísta.

 

Mais de 500 indivíduos participaram do projeto. Enquanto um grupo tinha como tarefa ler informações sobre moradores de rua e desabrigados, outros viam uma narrativa sobre esse mesmo assunto com uma perspectiva pessoal, experimentando-na de forma interativa em um computador ou ainda por meio de uma imersiva realidade virtual.

 

Os resultados mostraram que os participantes que passaram pelas tarefas com um ponto de vista mais pessoal afirmaram sentir mais empatia pelos desabrigados do que aqueles que apenas leram o texto. Quando lhes foi pedido que assinassem uma petição para apoiar os sem-teto, aqueles que usaram realidade virtual tiveram maiores probabilidades de acatar a causa. Além disso, a empatia durou mais nos usuários de realidade virtual do que nos outros, chegando a alcançar até oito semanas de disposição a continuar a colaborar com as ações em prol de moradores de rua.

Estudo apontou que o sentimento de compaixão também é mais presente e duradouro entre os que passam por experiência com a tecnologia.


 


Um trabalho publicado na revista online PLOS ONE revelou que o uso de realidade virtual pode ajudar a estimular a empatia entre seus usuários. Liderado por pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o estudo tinha como objetivo investigar se, ao colocar o participante na pele de outra pessoa e lhe fornecer outra perspectiva, seria possível instigar nela um comportamento altruísta.


PATROCINADORES

 


Mais de 500 indivíduos participaram do projeto. Enquanto um grupo tinha como tarefa ler informações sobre moradores de rua e desabrigados, outros viam uma narrativa sobre esse mesmo assunto com uma perspectiva pessoal, experimentando-na de forma interativa em um computador ou ainda por meio de uma imersiva realidade virtual.


 


Os resultados mostraram que os participantes que passaram pelas tarefas com um ponto de vista mais pessoal afirmaram sentir mais empatia pelos desabrigados do que aqueles que apenas leram o texto. Quando lhes foi pedido que assinassem uma petição para apoiar os sem-teto, aqueles que usaram realidade virtual tiveram maiores probabilidades de acatar a causa. Além disso, a empatia durou mais nos usuários de realidade virtual do que nos outros, chegando a alcançar até oito semanas de disposição a continuar a colaborar com as ações em prol de moradores de rua.


Estudo apontou que o sentimento de compaixão também é mais presente e duradouro entre os que passam por experiência com a tecnologia.



Um trabalho publicado na revista online PLOS ONE revelou que o uso de realidade virtual pode ajudar a estimular a empatia entre seus usuários. Liderado por pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o estudo tinha como objetivo investigar se, ao colocar o participante na pele de outra pessoa e lhe fornecer outra perspectiva, seria possível instigar nela um comportamento altruísta.



Mais de 500 indivíduos participaram do projeto. Enquanto um grupo tinha como tarefa ler informações sobre moradores de rua e desabrigados, outros viam uma narrativa sobre esse mesmo assunto com uma perspectiva pessoal, experimentando-na de forma interativa em um computador ou ainda por meio de uma imersiva realidade virtual.



PATROCINADORES

Os resultados mostraram que os participantes que passaram pelas tarefas com um ponto de vista mais pessoal afirmaram sentir mais empatia pelos desabrigados do que aqueles que apenas leram o texto. Quando lhes foi pedido que assinassem uma petição para apoiar os sem-teto, aqueles que usaram realidade virtual tiveram maiores probabilidades de acatar a causa. Além disso, a empatia durou mais nos usuários de realidade virtual do que nos outros, chegando a alcançar até oito semanas de disposição a continuar a colaborar com as ações em prol de moradores de rua.



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