news:

Bem Estar

Um tipo de musgo pode ser a nova alternativa à maconha para a medicina

Publicado por TV Minas em 29/10/2018

foto_principal.jpg

Espécie rara produz substância com efeito anti-inflamatório similar ao THC.

 

Uma espécie rara de musgo, nativa do Japão, Nova Zelândia e Costa Rica, é capaz de produzir uma substância considerada “prima” do tetrahidrocanabinol (THC), encontrado na cannabis, gênero de plantas que dá origem à maconha. Os efeitos da substância, chamada perrotetileno (PET), quando atua como analgésico e anti-inflamatório seriam até maiores que o do THC.

 

É o que aponta um estudo da Universidade de Berna, na Suíça, publicado esta semana na revista Science Advances. Os pesquisadores queriam estudar os efeitos que o PET pode causar no organismo. A substância foi encontrada em um tipo de radula (gênero de algumas plantas hepáticas) em 1994 por um fitoquímico japonês. Para realizar a pesquisa, os cientistas dosaram dois grupos de camundongos, um com injeção de PET e outro com THC.

 

 

Substituto é melhor para uso medicinal

 

O PET rapidamente ativou os receptores de cannabis no cérebro das cobaias. Além disso, pareceu expressar um efeito anti-inflamatório ainda mais forte que o THC. Por outro lado, os pesquisadores não acreditam que os camundongos ficaram “chapados”, uma vez que não ativaram os receptores associados à euforia tão intensamente quanto o THC.

 

Com isso, a equipe afirma que o PET tem potencial para se tornar uma alternativa médica mais eficaz à cannabis. “Essa substância natural tem um efeito psicoativo mais fraco e, ao mesmo tempo, é capaz de inibir processos inflamatórios no cérebro”, disse Andrea Chicca, uma das integrantes da equipe de pesquisadores, em comunicado. Os cientistas esperam que o trabalho prepare o caminho para o uso terapêutico do PET, semelhante ao modo como o THC é usado para tratar várias doenças crônicas.

 

Como os efeitos do PET foram testados apenas em animais pequenos e em número reduzido, é cedo para afirmar que os mesmos resultados serão observados em seres humanos. Mas a notícia não deixa de ser animadora para a comunidade que busca mais opções para o tratamento de doenças crônicas e dolorosas.

 

Espécie rara produz substância com efeito anti-inflamatório similar ao THC.


 


Uma espécie rara de musgo, nativa do Japão, Nova Zelândia e Costa Rica, é capaz de produzir uma substância considerada “prima” do tetrahidrocanabinol (THC), encontrado na cannabis, gênero de plantas que dá origem à maconha. Os efeitos da substância, chamada perrotetileno (PET), quando atua como analgésico e anti-inflamatório seriam até maiores que o do THC.


 


É o que aponta um estudo da Universidade de Berna, na Suíça, publicado esta semana na revista Science Advances. Os pesquisadores queriam estudar os efeitos que o PET pode causar no organismo. A substância foi encontrada em um tipo de radula (gênero de algumas plantas hepáticas) em 1994 por um fitoquímico japonês. Para realizar a pesquisa, os cientistas dosaram dois grupos de camundongos, um com injeção de PET e outro com THC.


 


 


PATROCINADORES

Substituto é melhor para uso medicinal


 


O PET rapidamente ativou os receptores de cannabis no cérebro das cobaias. Além disso, pareceu expressar um efeito anti-inflamatório ainda mais forte que o THC. Por outro lado, os pesquisadores não acreditam que os camundongos ficaram “chapados”, uma vez que não ativaram os receptores associados à euforia tão intensamente quanto o THC.


 


Com isso, a equipe afirma que o PET tem potencial para se tornar uma alternativa médica mais eficaz à cannabis. “Essa substância natural tem um efeito psicoativo mais fraco e, ao mesmo tempo, é capaz de inibir processos inflamatórios no cérebro”, disse Andrea Chicca, uma das integrantes da equipe de pesquisadores, em comunicado. Os cientistas esperam que o trabalho prepare o caminho para o uso terapêutico do PET, semelhante ao modo como o THC é usado para tratar várias doenças crônicas.


 


Como os efeitos do PET foram testados apenas em animais pequenos e em número reduzido, é cedo para afirmar que os mesmos resultados serão observados em seres humanos. Mas a notícia não deixa de ser animadora para a comunidade que busca mais opções para o tratamento de doenças crônicas e dolorosas.


 


Espécie rara produz substância com efeito anti-inflamatório similar ao THC.



Uma espécie rara de musgo, nativa do Japão, Nova Zelândia e Costa Rica, é capaz de produzir uma substância considerada “prima” do tetrahidrocanabinol (THC), encontrado na cannabis, gênero de plantas que dá origem à maconha. Os efeitos da substância, chamada perrotetileno (PET), quando atua como analgésico e anti-inflamatório seriam até maiores que o do THC.



É o que aponta um estudo da Universidade de Berna, na Suíça, publicado esta semana na revista Science Advances. Os pesquisadores queriam estudar os efeitos que o PET pode causar no organismo. A substância foi encontrada em um tipo de radula (gênero de algumas plantas hepáticas) em 1994 por um fitoquímico japonês. Para realizar a pesquisa, os cientistas dosaram dois grupos de camundongos, um com injeção de PET e outro com THC.



PATROCINADORES

Substituto é melhor para uso medicinal



O PET rapidamente ativou os receptores de cannabis no cérebro das cobaias. Além disso, pareceu expressar um efeito anti-inflamatório ainda mais forte que o THC. Por outro lado, os pesquisadores não acreditam que os camundongos ficaram “chapados”, uma vez que não ativaram os receptores associados à euforia tão intensamente quanto o THC.



PATROCINADORES

Com isso, a equipe afirma que o PET tem potencial para se tornar uma alternativa médica mais eficaz à cannabis. “Essa substância natural tem um efeito psicoativo mais fraco e, ao mesmo tempo, é capaz de inibir processos inflamatórios no cérebro”, disse Andrea Chicca, uma das integrantes da equipe de pesquisadores, em comunicado. Os cientistas esperam que o trabalho prepare o caminho para o uso terapêutico do PET, semelhante ao modo como o THC é usado para tratar várias doenças crônicas.



Como os efeitos do PET foram testados apenas em animais pequenos e em número reduzido, é cedo para afirmar que os mesmos resultados serão observados em seres humanos. Mas a notícia não deixa de ser animadora para a comunidade que busca mais opções para o tratamento de doenças crônicas e dolorosas.



Veja Também