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Esporte

Neymar será julgado por 3 magistrados por fraude na transferência

Publicado por TV Minas em 31/10/2018

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Grupo DIS, que detinha 40% dos direitos federativos do jogador, alega ter sido lesado em negociação.

 

Um tribunal composto por três juízes irá julgar o atacante Neymar e o presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, por crimes de corrupção e fraude na contratação do jogador junto ao fundo brasileiro DIS, que tinha 40% dos seus direitos federativos.

 

Segundo fontes da Audiência Nacional, da Espanha, o julgamento começará depois que titular do juizado central de instrução deste tribunal, José María Vázquez Honrubia, remeter o caso à Sala Penal da Audiência para que seja distribuído entre uma das suas seções.

 

Desse modo, ao invés de o próprio Honrubia julgar Neymar e outros cinco acusados, quem o fará um tribunal formado por três juízes, que será decidido de acordo com as normas de distribuição.

 

A decisão de Honrubia é baseada na acusação particular apresentada pelo DIS, que pediu a condenação de Neymar por fraude, o que, segundo o Código Penal, é passível de penas de até seis anos de prisão, quando seu juizado só pode julgar casos com pena máxima de cinco anos.

 

O grupo, que tinha 40% dos direitos federativos do jogador, alega que foi vítima de fraude e processou Neymar ao se sentir enganado em sua contratação pelo Barcelona, em 2013.

 

O DIS também pede cinco anos de prisão para o pai de Neymar, assim como para o presidente e ex-presidente do Barcelona, Josep Bartomeu e Sandro Rosell, respectivamente, e uma multa de 195 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão) ao clube espanhol.

 

A Promotoria da Audiência Nacional, por sua vez, pede dois anos de prisão e 10 milhões de euros (R$ 42 milhões) de multa para Neymar e cinco anos de prisão para Rosell, que cumpre prisão preventiva e será julgado em fevereiro por outra causa pela Audiência Nacional sobre lavagem de dinheiro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

 

O Ministério Público, que não acusa Bartomeu, reivindica também 8,4 milhões de euros (R$ 35 milhões) de multa para o Barcelona e 7 milhões (R$29 milhões) para o Santos. Além disso, o órgão pede dois anos de prisão para o pai de Neymar e um ano para sua mãe, ambos por corrupção nos negócios, acusação que também cai sobre o jogador, e pede uma multa de 1,4 milhão de euros (R$ 5,8 milhões) para a empresa da família, a N&N.

Grupo DIS, que detinha 40% dos direitos federativos do jogador, alega ter sido lesado em negociação.


 


Um tribunal composto por três juízes irá julgar o atacante Neymar e o presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, por crimes de corrupção e fraude na contratação do jogador junto ao fundo brasileiro DIS, que tinha 40% dos seus direitos federativos.


 


Segundo fontes da Audiência Nacional, da Espanha, o julgamento começará depois que titular do juizado central de instrução deste tribunal, José María Vázquez Honrubia, remeter o caso à Sala Penal da Audiência para que seja distribuído entre uma das suas seções.


 


Desse modo, ao invés de o próprio Honrubia julgar Neymar e outros cinco acusados, quem o fará um tribunal formado por três juízes, que será decidido de acordo com as normas de distribuição.


 


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A decisão de Honrubia é baseada na acusação particular apresentada pelo DIS, que pediu a condenação de Neymar por fraude, o que, segundo o Código Penal, é passível de penas de até seis anos de prisão, quando seu juizado só pode julgar casos com pena máxima de cinco anos.


 


O grupo, que tinha 40% dos direitos federativos do jogador, alega que foi vítima de fraude e processou Neymar ao se sentir enganado em sua contratação pelo Barcelona, em 2013.


 


O DIS também pede cinco anos de prisão para o pai de Neymar, assim como para o presidente e ex-presidente do Barcelona, Josep Bartomeu e Sandro Rosell, respectivamente, e uma multa de 195 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão) ao clube espanhol.


 


A Promotoria da Audiência Nacional, por sua vez, pede dois anos de prisão e 10 milhões de euros (R$ 42 milhões) de multa para Neymar e cinco anos de prisão para Rosell, que cumpre prisão preventiva e será julgado em fevereiro por outra causa pela Audiência Nacional sobre lavagem de dinheiro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).


 


O Ministério Público, que não acusa Bartomeu, reivindica também 8,4 milhões de euros (R$ 35 milhões) de multa para o Barcelona e 7 milhões (R$29 milhões) para o Santos. Além disso, o órgão pede dois anos de prisão para o pai de Neymar e um ano para sua mãe, ambos por corrupção nos negócios, acusação que também cai sobre o jogador, e pede uma multa de 1,4 milhão de euros (R$ 5,8 milhões) para a empresa da família, a N&N.


Grupo DIS, que detinha 40% dos direitos federativos do jogador, alega ter sido lesado em negociação.



Um tribunal composto por três juízes irá julgar o atacante Neymar e o presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, por crimes de corrupção e fraude na contratação do jogador junto ao fundo brasileiro DIS, que tinha 40% dos seus direitos federativos.



Segundo fontes da Audiência Nacional, da Espanha, o julgamento começará depois que titular do juizado central de instrução deste tribunal, José María Vázquez Honrubia, remeter o caso à Sala Penal da Audiência para que seja distribuído entre uma das suas seções.



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Desse modo, ao invés de o próprio Honrubia julgar Neymar e outros cinco acusados, quem o fará um tribunal formado por três juízes, que será decidido de acordo com as normas de distribuição.



A decisão de Honrubia é baseada na acusação particular apresentada pelo DIS, que pediu a condenação de Neymar por fraude, o que, segundo o Código Penal, é passível de penas de até seis anos de prisão, quando seu juizado só pode julgar casos com pena máxima de cinco anos.



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O grupo, que tinha 40% dos direitos federativos do jogador, alega que foi vítima de fraude e processou Neymar ao se sentir enganado em sua contratação pelo Barcelona, em 2013.



O DIS também pede cinco anos de prisão para o pai de Neymar, assim como para o presidente e ex-presidente do Barcelona, Josep Bartomeu e Sandro Rosell, respectivamente, e uma multa de 195 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão) ao clube espanhol.



A Promotoria da Audiência Nacional, por sua vez, pede dois anos de prisão e 10 milhões de euros (R$ 42 milhões) de multa para Neymar e cinco anos de prisão para Rosell, que cumpre prisão preventiva e será julgado em fevereiro por outra causa pela Audiência Nacional sobre lavagem de dinheiro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).



O Ministério Público, que não acusa Bartomeu, reivindica também 8,4 milhões de euros (R$ 35 milhões) de multa para o Barcelona e 7 milhões (R$29 milhões) para o Santos. Além disso, o órgão pede dois anos de prisão para o pai de Neymar e um ano para sua mãe, ambos por corrupção nos negócios, acusação que também cai sobre o jogador, e pede uma multa de 1,4 milhão de euros (R$ 5,8 milhões) para a empresa da família, a N&N.



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