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Presidente cubano visita Coreia do Norte

Publicado por TV Minas em 04/11/2018

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A visita de Diaz-Canel à Coreia do Norte faz parte de uma turnê internacional que começou na quarta-feira em Paris.

 

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, foi recebido neste domingo em Pyongyang com elogios da imprensa estatal norte-coreana, que chamou sua visita de “evento histórico que reflete a amizade invencível” entre Cuba e a Coreia do Norte.

 

A visita de Diaz-Canel à Coreia do Norte faz parte de uma turnê internacional que começou na quarta-feira em Paris, continuou na quinta-feira em Moscou e que o levará à China, Vietnã e Laos.

 

Sua chegada a Pyongyang ocorre poucos dias depois de Washington anunciar novas restrições econômicas a entidades ligadas aos militares ou serviços de inteligência cubanos.

 

“A Coreia do Norte dá as boas vindas em Pyongyang a Miguel Mario Díaz-Canel”, afirmava o jornal estatal Rodong Sinmun.

 

“Esta visita é um acontecimento histórico que demonstra poderosamente a amizade invencível, união e camaradagem”, acrescentou.

 

O jornal estatal dedicou um perfil e uma foto a Díaz-Canel, que se tornou presidente em abril, após quase 60 anos de governos chefiados pelos irmãos Fidel e Raúl Castro.

 

Nenhum outro detalhe foi dado sobre o programa da visita de Díaz-Canel a Pyongyang.

 

O regime comunista cubano é um aliado próximo da Coreia do Norte, que declarou três dias de luto oficial após a morte de Fidel Castro em novembro de 2016.

 

Ele havia visitado a Coreia do Norte em 1986 para se reunir em Pyongyang com o fundador do regime norte-coreano Kim Il Sung.

A visita de Diaz-Canel à Coreia do Norte faz parte de uma turnê internacional que começou na quarta-feira em Paris.


 


O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, foi recebido neste domingo em Pyongyang com elogios da imprensa estatal norte-coreana, que chamou sua visita de “evento histórico que reflete a amizade invencível” entre Cuba e a Coreia do Norte.


 


A visita de Diaz-Canel à Coreia do Norte faz parte de uma turnê internacional que começou na quarta-feira em Paris, continuou na quinta-feira em Moscou e que o levará à China, Vietnã e Laos.


 


Sua chegada a Pyongyang ocorre poucos dias depois de Washington anunciar novas restrições econômicas a entidades ligadas aos militares ou serviços de inteligência cubanos.


 


“A Coreia do Norte dá as boas vindas em Pyongyang a Miguel Mario Díaz-Canel”, afirmava o jornal estatal Rodong Sinmun.


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“Esta visita é um acontecimento histórico que demonstra poderosamente a amizade invencível, união e camaradagem”, acrescentou.


 


O jornal estatal dedicou um perfil e uma foto a Díaz-Canel, que se tornou presidente em abril, após quase 60 anos de governos chefiados pelos irmãos Fidel e Raúl Castro.


 


Nenhum outro detalhe foi dado sobre o programa da visita de Díaz-Canel a Pyongyang.


 


O regime comunista cubano é um aliado próximo da Coreia do Norte, que declarou três dias de luto oficial após a morte de Fidel Castro em novembro de 2016.


 


Ele havia visitado a Coreia do Norte em 1986 para se reunir em Pyongyang com o fundador do regime norte-coreano Kim Il Sung.


A visita de Diaz-Canel à Coreia do Norte faz parte de uma turnê internacional que começou na quarta-feira em Paris.



O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, foi recebido neste domingo em Pyongyang com elogios da imprensa estatal norte-coreana, que chamou sua visita de “evento histórico que reflete a amizade invencível” entre Cuba e a Coreia do Norte.



A visita de Diaz-Canel à Coreia do Norte faz parte de uma turnê internacional que começou na quarta-feira em Paris, continuou na quinta-feira em Moscou e que o levará à China, Vietnã e Laos.



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Sua chegada a Pyongyang ocorre poucos dias depois de Washington anunciar novas restrições econômicas a entidades ligadas aos militares ou serviços de inteligência cubanos.



“A Coreia do Norte dá as boas vindas em Pyongyang a Miguel Mario Díaz-Canel”, afirmava o jornal estatal Rodong Sinmun.



“Esta visita é um acontecimento histórico que demonstra poderosamente a amizade invencível, união e camaradagem”, acrescentou.



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O jornal estatal dedicou um perfil e uma foto a Díaz-Canel, que se tornou presidente em abril, após quase 60 anos de governos chefiados pelos irmãos Fidel e Raúl Castro.



Nenhum outro detalhe foi dado sobre o programa da visita de Díaz-Canel a Pyongyang.



O regime comunista cubano é um aliado próximo da Coreia do Norte, que declarou três dias de luto oficial após a morte de Fidel Castro em novembro de 2016.



Ele havia visitado a Coreia do Norte em 1986 para se reunir em Pyongyang com o fundador do regime norte-coreano Kim Il Sung.



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