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Bolsonaro anuncia Tereza Cristina como ministra da Agricultura

Publicado por TV Minas em 08/11/2018

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Deputada do DEM e atual presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, ela manifestou apoio a Bolsonaro durante a campanha eleitoral. Tereza Cristina é engenheira agrônoma.

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (7) a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) como ministra da Agricultura. Ela será a segunda mulher a comandar a pasta.

 

Atual presidente da Frente Parlamentar Agropecuária do Congresso Nacional, conhecida como a bancada ruralista, Tereza Cristina foi indicada pela FPA para o cargo. Ela é engenheira agrônoma e empresária.

 

O anúncio foi feito após Bolsonaro e o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), se reunirem em Brasília com parlamentares da FPA. O encontro aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o gabinete de transição.

 

Além de Tereza Cristina e Onyx Lorenzoni, ambos do DEM, outros quatro ministros também já foram anunciados:

 

Paulo Guedes (Economia);

 

General Augusto Heleno (Segurança Institucional);

 

Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública);

 

Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

 

No Congresso, Tereza Cristina foi uma das principais defensoras do projeto que muda as regras no registro de agrotóxicos.

 

A futura ministra está no primeiro mandato como deputada e, durante a campanha eleitoral, manifestou apoio à candidatura de Bolsonaro à Presidência.

 

No Mato Grosso do Sul, ocupou o cargo de gerente-executiva em quatro secretarias: Planejamento, Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo.

 

Também exerceu os cargos de diretora-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e diretora-presidente da Empresa de Gestão de Recursos Minerais.

 

 

Filiação ao DEM

 

Antes de se filiar ao DEM, Tereza Cristina integrava o PSB, partido do qual foi líder na Câmara.

 

Em abril, foi destituída da direção estadual do PSB após votar a favor da reforma trabalhista proposta pelo presidente Michel Temer, contrariando a orientação da sigla.

 

Em agosto, voltou a contrariar o PSB ao votar contra o prosseguimento da segunda denúncia contra Temer. Pediu desfiliação do partido antes de ser expulsa pela direção nacional do PSB.

 

 

Repercussão

 

Futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno comentou a escolha de Tereza Cristina em entrevista no centro de transição.

 

Ele destacou que "não pesou" na escolha o fato de a parlamentar ser mulher (a primeira ministra do futuro governo). O diferencial, segundo ele, foi a "competência" de Tereza.

 

Questionado se Bolsonaro aceitou a indicação da bancada ruralista em busca de maioria no Congresso, já que Tereza lidera o grupo, Heleno negou que a escolha tenha partido de uma indicação política.

 

"Não é indicação política, ninguém pediu pela deputada Tereza Cristina. Ele [Bolsonaro] chegou à conclusão de que ela é capacitada para ser ministra da Agricultura. Fatores políticos vêm depois, não tem como separar as coisas", declarou.

 

 

Frente Agropecuária

 

Após Bolsonaro anunciar Tereza Cristina como ministra, a Frente Parlamentar Agropecuária divulgou a seguinte nota:

 

Membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) estiveram reunidos, hoje, com o Presidente da República eleito Jair Bolsonaro.

 

A bancada, após consenso entre parlamentares e entidades representativas da Agropecuária, sugeriu o nome da deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), presidente de FPA, para o Ministério da Agricultura.

 

Jair Bolsonaro aceitou a indicação e confirmou o nome da deputada Tereza Cristina para assumir a pasta.

Deputada do DEM e atual presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, ela manifestou apoio a Bolsonaro durante a campanha eleitoral. Tereza Cristina é engenheira agrônoma.


 


O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (7) a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) como ministra da Agricultura. Ela será a segunda mulher a comandar a pasta.


 


Atual presidente da Frente Parlamentar Agropecuária do Congresso Nacional, conhecida como a bancada ruralista, Tereza Cristina foi indicada pela FPA para o cargo. Ela é engenheira agrônoma e empresária.


 


O anúncio foi feito após Bolsonaro e o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), se reunirem em Brasília com parlamentares da FPA. O encontro aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o gabinete de transição.


 


Além de Tereza Cristina e Onyx Lorenzoni, ambos do DEM, outros quatro ministros também já foram anunciados:


 


Paulo Guedes (Economia);


 


General Augusto Heleno (Segurança Institucional);


 


Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública);


 


Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).


 


No Congresso, Tereza Cristina foi uma das principais defensoras do projeto que muda as regras no registro de agrotóxicos.


 


A futura ministra está no primeiro mandato como deputada e, durante a campanha eleitoral, manifestou apoio à candidatura de Bolsonaro à Presidência.


 


No Mato Grosso do Sul, ocupou o cargo de gerente-executiva em quatro secretarias: Planejamento, Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo.


 


Também exerceu os cargos de diretora-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e diretora-presidente da Empresa de Gestão de Recursos Minerais.


 


 


Filiação ao DEM


PATROCINADORES

 


Antes de se filiar ao DEM, Tereza Cristina integrava o PSB, partido do qual foi líder na Câmara.


 


Em abril, foi destituída da direção estadual do PSB após votar a favor da reforma trabalhista proposta pelo presidente Michel Temer, contrariando a orientação da sigla.


 


Em agosto, voltou a contrariar o PSB ao votar contra o prosseguimento da segunda denúncia contra Temer. Pediu desfiliação do partido antes de ser expulsa pela direção nacional do PSB.


 


 


Repercussão


 


Futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno comentou a escolha de Tereza Cristina em entrevista no centro de transição.


 


Ele destacou que "não pesou" na escolha o fato de a parlamentar ser mulher (a primeira ministra do futuro governo). O diferencial, segundo ele, foi a "competência" de Tereza.


 


Questionado se Bolsonaro aceitou a indicação da bancada ruralista em busca de maioria no Congresso, já que Tereza lidera o grupo, Heleno negou que a escolha tenha partido de uma indicação política.


 


"Não é indicação política, ninguém pediu pela deputada Tereza Cristina. Ele [Bolsonaro] chegou à conclusão de que ela é capacitada para ser ministra da Agricultura. Fatores políticos vêm depois, não tem como separar as coisas", declarou.


 


 


Frente Agropecuária


 


Após Bolsonaro anunciar Tereza Cristina como ministra, a Frente Parlamentar Agropecuária divulgou a seguinte nota:


 


Membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) estiveram reunidos, hoje, com o Presidente da República eleito Jair Bolsonaro.


 


A bancada, após consenso entre parlamentares e entidades representativas da Agropecuária, sugeriu o nome da deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), presidente de FPA, para o Ministério da Agricultura.


 


Jair Bolsonaro aceitou a indicação e confirmou o nome da deputada Tereza Cristina para assumir a pasta.


Deputada do DEM e atual presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, ela manifestou apoio a Bolsonaro durante a campanha eleitoral. Tereza Cristina é engenheira agrônoma.



O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (7) a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) como ministra da Agricultura. Ela será a segunda mulher a comandar a pasta.



Atual presidente da Frente Parlamentar Agropecuária do Congresso Nacional, conhecida como a bancada ruralista, Tereza Cristina foi indicada pela FPA para o cargo. Ela é engenheira agrônoma e empresária.



O anúncio foi feito após Bolsonaro e o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), se reunirem em Brasília com parlamentares da FPA. O encontro aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o gabinete de transição.



Além de Tereza Cristina e Onyx Lorenzoni, ambos do DEM, outros quatro ministros também já foram anunciados:



Paulo Guedes (Economia);



General Augusto Heleno (Segurança Institucional);



Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública);



Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).



PATROCINADORES

No Congresso, Tereza Cristina foi uma das principais defensoras do projeto que muda as regras no registro de agrotóxicos.



A futura ministra está no primeiro mandato como deputada e, durante a campanha eleitoral, manifestou apoio à candidatura de Bolsonaro à Presidência.



No Mato Grosso do Sul, ocupou o cargo de gerente-executiva em quatro secretarias: Planejamento, Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo.



Também exerceu os cargos de diretora-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e diretora-presidente da Empresa de Gestão de Recursos Minerais.



Filiação ao DEM



Antes de se filiar ao DEM, Tereza Cristina integrava o PSB, partido do qual foi líder na Câmara.



Em abril, foi destituída da direção estadual do PSB após votar a favor da reforma trabalhista proposta pelo presidente Michel Temer, contrariando a orientação da sigla.



Em agosto, voltou a contrariar o PSB ao votar contra o prosseguimento da segunda denúncia contra Temer. Pediu desfiliação do partido antes de ser expulsa pela direção nacional do PSB.



PATROCINADORES

Repercussão



Futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno comentou a escolha de Tereza Cristina em entrevista no centro de transição.



Ele destacou que "não pesou" na escolha o fato de a parlamentar ser mulher (a primeira ministra do futuro governo). O diferencial, segundo ele, foi a "competência" de Tereza.



Questionado se Bolsonaro aceitou a indicação da bancada ruralista em busca de maioria no Congresso, já que Tereza lidera o grupo, Heleno negou que a escolha tenha partido de uma indicação política.



"Não é indicação política, ninguém pediu pela deputada Tereza Cristina. Ele [Bolsonaro] chegou à conclusão de que ela é capacitada para ser ministra da Agricultura. Fatores políticos vêm depois, não tem como separar as coisas", declarou.



Frente Agropecuária



Após Bolsonaro anunciar Tereza Cristina como ministra, a Frente Parlamentar Agropecuária divulgou a seguinte nota:



Membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) estiveram reunidos, hoje, com o Presidente da República eleito Jair Bolsonaro.



A bancada, após consenso entre parlamentares e entidades representativas da Agropecuária, sugeriu o nome da deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), presidente de FPA, para o Ministério da Agricultura.



Jair Bolsonaro aceitou a indicação e confirmou o nome da deputada Tereza Cristina para assumir a pasta.



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