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Sul de Minas

Concurso internacional premia queijo sul-mineiro com medalha de prata

Publicado por TV Minas em 09/11/2018

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A competição realizada na Noruega com mais de 3 mil queijos premiou o produto Azul de Minas, da Laticínios Cruzília, de Minas Gerais, com a medalha de prata da disputa.

 

O Azul de Minas levou medalha de prata no 31º Mundial de Queijos, realizado neste ano em Bergen, na Noruega. O queijo mineiro é um gorgonzola, produzido pela Laticínios Cruzília, da cidade de Cruzília, no Sul do estado.

 

Sendo assim, o campeão do concurso foi o Fanaost, um gouda envelhecido e produzido pelo norueguês Jørn Hafslund a partir do leite de um rebanho de apenas 12 vacas em Ostegården.

 

A premiação aconteceu no último dia 2 e avaliou 3.472 queijos.

 

O gorgonzola mineiro dos irmãos Luiz e Carlos Medeiros Almeida é um queijo de leite pasteurizado. Que é curado por cerca de 45 dias em uma sala exclusiva da produção no Sul de Minas.

 

Além do Azul de Minas, a fábrica comercializa as marcas ‘A Lenda’, ‘Santo Casamenteiro’, ‘Cruzília Reserva’ e a linha ‘Todos os Dias’. Que são os mais conhecidos e consumidos pelo público.

 

Contudo, ao todo, foram premiados 599 queijos com medalha de bronze, 486 de prata, 339 de ouro e 78 chamados ‘super ouro’, que disputaram o título mundial. Em 2016, o Tulha, da Fazenda Atalaia, em São Paulo, levou medalha de ouro.

 

Tradicionalmente, o concurso é realizado em Nantwich, na Inglaterra. No entanto, nos últimos anos, a premiação tem percorrido cidades já premiadas com queijos vencedores. Portanto, a próxima edição, em 2019, será realizada em Bergamo, na Itália.

A competição realizada na Noruega com mais de 3 mil queijos premiou o produto Azul de Minas, da Laticínios Cruzília, de Minas Gerais, com a medalha de prata da disputa.


 


O Azul de Minas levou medalha de prata no 31º Mundial de Queijos, realizado neste ano em Bergen, na Noruega. O queijo mineiro é um gorgonzola, produzido pela Laticínios Cruzília, da cidade de Cruzília, no Sul do estado.


 


Sendo assim, o campeão do concurso foi o Fanaost, um gouda envelhecido e produzido pelo norueguês Jørn Hafslund a partir do leite de um rebanho de apenas 12 vacas em Ostegården.


 


A premiação aconteceu no último dia 2 e avaliou 3.472 queijos.


PATROCINADORES

 


O gorgonzola mineiro dos irmãos Luiz e Carlos Medeiros Almeida é um queijo de leite pasteurizado. Que é curado por cerca de 45 dias em uma sala exclusiva da produção no Sul de Minas.


 


Além do Azul de Minas, a fábrica comercializa as marcas ‘A Lenda’, ‘Santo Casamenteiro’, ‘Cruzília Reserva’ e a linha ‘Todos os Dias’. Que são os mais conhecidos e consumidos pelo público.


 


Contudo, ao todo, foram premiados 599 queijos com medalha de bronze, 486 de prata, 339 de ouro e 78 chamados ‘super ouro’, que disputaram o título mundial. Em 2016, o Tulha, da Fazenda Atalaia, em São Paulo, levou medalha de ouro.


 


Tradicionalmente, o concurso é realizado em Nantwich, na Inglaterra. No entanto, nos últimos anos, a premiação tem percorrido cidades já premiadas com queijos vencedores. Portanto, a próxima edição, em 2019, será realizada em Bergamo, na Itália.


A competição realizada na Noruega com mais de 3 mil queijos premiou o produto Azul de Minas, da Laticínios Cruzília, de Minas Gerais, com a medalha de prata da disputa.



O Azul de Minas levou medalha de prata no 31º Mundial de Queijos, realizado neste ano em Bergen, na Noruega. O queijo mineiro é um gorgonzola, produzido pela Laticínios Cruzília, da cidade de Cruzília, no Sul do estado.



Sendo assim, o campeão do concurso foi o Fanaost, um gouda envelhecido e produzido pelo norueguês Jørn Hafslund a partir do leite de um rebanho de apenas 12 vacas em Ostegården.



PATROCINADORES

A premiação aconteceu no último dia 2 e avaliou 3.472 queijos.



O gorgonzola mineiro dos irmãos Luiz e Carlos Medeiros Almeida é um queijo de leite pasteurizado. Que é curado por cerca de 45 dias em uma sala exclusiva da produção no Sul de Minas.



PATROCINADORES

Além do Azul de Minas, a fábrica comercializa as marcas ‘A Lenda’, ‘Santo Casamenteiro’, ‘Cruzília Reserva’ e a linha ‘Todos os Dias’. Que são os mais conhecidos e consumidos pelo público.



Contudo, ao todo, foram premiados 599 queijos com medalha de bronze, 486 de prata, 339 de ouro e 78 chamados ‘super ouro’, que disputaram o título mundial. Em 2016, o Tulha, da Fazenda Atalaia, em São Paulo, levou medalha de ouro.



Tradicionalmente, o concurso é realizado em Nantwich, na Inglaterra. No entanto, nos últimos anos, a premiação tem percorrido cidades já premiadas com queijos vencedores. Portanto, a próxima edição, em 2019, será realizada em Bergamo, na Itália.



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