news:

Ciência & Tecnologia

Imunoterapia: novidade no combate ao câncer

Publicado por TV Minas em 17/11/2018

foto_principal.png

Avanços no tratamento oncológico colocam os medicamentos imunoterápicos na linha de frente contra tumores.

 

Estimular o sistema imunológico do próprio paciente a atacar as células tumorais. Assim age a imunoterapia, que é hoje uma das estratégias mais eficazes e menos agressivas no tratamento de alguns tipos de câncer. Entre as principais drogas utilizadas há os chamados inibidores de ponto de controle. “Essa classe de medicamentos barra a ação de moléculas capazes de reduzir a atividade do sistema imune e impedir que ele ataque o tumor”, diz o imunologista Kenneth Gollob, do A.C.Camargo Cancer Center.

 

Com a medicação, a inibição cai por terra e as células de defesa, os linfócitos T, podem agir para destruir as células tumorais. “Já observamos bons resultados em melanoma, cânceres de pulmão, rim, estômago, cabeça e pescoço, bexiga, no linfoma de Hodgkin e no carcinoma de Merkel, um tipo raro de tumor de pele”, diz o oncologista clínico Milton Barros, do A.C.Camargo Cancer Center.

 

Além de exames laboratoriais de rotina para monitoramento de efeitos colaterais – como casos de inflamações nas glândulas e fígado etc. –, alguns exames específicos podem ajudar a guiar o tratamento. “Há testes moleculares para identificar biomarcadores relacionados com uma melhor resposta à terapia”, diz Barros. Daí a importância da equipe clínica interagir com a área de pesquisa.

Avanços no tratamento oncológico colocam os medicamentos imunoterápicos na linha de frente contra tumores.


 


Estimular o sistema imunológico do próprio paciente a atacar as células tumorais. Assim age a imunoterapia, que é hoje uma das estratégias mais eficazes e menos agressivas no tratamento de alguns tipos de câncer. Entre as principais drogas utilizadas há os chamados inibidores de ponto de controle. “Essa classe de medicamentos barra a ação de moléculas capazes de reduzir a atividade do sistema imune e impedir que ele ataque o tumor”, diz o imunologista Kenneth Gollob, do A.C.Camargo Cancer Center.


PATROCINADORES

 


Com a medicação, a inibição cai por terra e as células de defesa, os linfócitos T, podem agir para destruir as células tumorais. “Já observamos bons resultados em melanoma, cânceres de pulmão, rim, estômago, cabeça e pescoço, bexiga, no linfoma de Hodgkin e no carcinoma de Merkel, um tipo raro de tumor de pele”, diz o oncologista clínico Milton Barros, do A.C.Camargo Cancer Center.


 


Além de exames laboratoriais de rotina para monitoramento de efeitos colaterais – como casos de inflamações nas glândulas e fígado etc. –, alguns exames específicos podem ajudar a guiar o tratamento. “Há testes moleculares para identificar biomarcadores relacionados com uma melhor resposta à terapia”, diz Barros. Daí a importância da equipe clínica interagir com a área de pesquisa.


Avanços no tratamento oncológico colocam os medicamentos imunoterápicos na linha de frente contra tumores.



Estimular o sistema imunológico do próprio paciente a atacar as células tumorais. Assim age a imunoterapia, que é hoje uma das estratégias mais eficazes e menos agressivas no tratamento de alguns tipos de câncer. Entre as principais drogas utilizadas há os chamados inibidores de ponto de controle. “Essa classe de medicamentos barra a ação de moléculas capazes de reduzir a atividade do sistema imune e impedir que ele ataque o tumor”, diz o imunologista Kenneth Gollob, do A.C.Camargo Cancer Center.



Com a medicação, a inibição cai por terra e as células de defesa, os linfócitos T, podem agir para destruir as células tumorais. “Já observamos bons resultados em melanoma, cânceres de pulmão, rim, estômago, cabeça e pescoço, bexiga, no linfoma de Hodgkin e no carcinoma de Merkel, um tipo raro de tumor de pele”, diz o oncologista clínico Milton Barros, do A.C.Camargo Cancer Center.



PATROCINADORES

Além de exames laboratoriais de rotina para monitoramento de efeitos colaterais – como casos de inflamações nas glândulas e fígado etc. –, alguns exames específicos podem ajudar a guiar o tratamento. “Há testes moleculares para identificar biomarcadores relacionados com uma melhor resposta à terapia”, diz Barros. Daí a importância da equipe clínica interagir com a área de pesquisa.



Veja Também