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Bem Estar

Escolher a primeira escola do filho está sendo difícil? Nós te ajudamos!

Publicado por TV Minas em 11/01/2019

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Por Arianna Machado F. Silva

 

Quais os fatores os pais de primeira viagem devem levar em consideração ao escolher a primeira escola dos seus filhos?

 

A escolha da primeira escola é uma preocupação constante na cabeça dos pais de primeira viagem, afinal a primeira escola marca para sempre a vida de uma pessoa e deveria ser a extensão do que se ensina em casa. Mas quais são os critérios de avaliação a serem considerados? Proposta pedagógica? Localização? Estrutura física? 

 

A necessidade de tomar a decisão certa é ainda mais importante quando se vê que, naquele ambiente, será dada a oportunidade dos filhos crescerem em contato com desafios e oportunidades de aprendizado que serão fundamentais por todas as suas vidas.

 

Na edição de setembro de 2018, a Revista Crescer trouxe alguns critérios para ajudar os pais nesse importante desafio. E traz a boa notícia de que “não há certo ou errado na escolha da primeira escola das crianças, o que manda, mesmo, é o que fará sentido para a sua família, a dinâmica do dia a dia, seus valores pessoais.”

 

 

Critérios de Avaliação

 

Além do aspecto subjetivo de análise da similaridade dos valores paternos e os da escola, como a revista sugere, há também outros mais concretos que podem servir de parâmetros na escolha, como:

 

1. Carga horária: O número de horas que se deseja que os filhos fiquem na “segunda casa” (meio período, semi-integral, integral ou flexível);

 

2. Coerência entre discurso e prática: Ao se contrapor o que “se diz” ser feito com o que de fato é visto no site, nas redes sociais, nas histórias de amigos ou nas visitas ao local;

 

3. Valores financeiros: É sempre válido lembrar que altas mensalidades não são sinônimo de alta qualidade;

 

4. Localização: Além do comodismo para os pais que levarão e buscarão, as crianças devem ser a maior preocupação ao se sugerir que sejam evitados longos trajetos que as desgastem;

 

5. Projeto pedagógico: Uma visita ao coordenador pedagógico é sempre válida e podem ser solicitados exemplos de como são realizados os processos de aprendizagem, que linhas pedagógicas são seguidas, se enfatizam mais artes ou esportes, entre outros detalhes;

 

6. Espaço físico: O local reflete o projeto pedagógico e contribui ativamente com a proposta contida nele;

 

7. Tipos de brinquedos e livros: Os materiais (quantidade, diversidade) também são um retrato de como a escola coloca em prática seu projeto pedagógico;

 

8. Higiene e alimentação: Os cuidados básicos podem ter os mesmos padrões em alguns aspectos, mas variar em outros. E aqui também é bom avaliar se a escola reflete o que se acredita e se prega em casa;

 

9. Segurança: Aqui vale a pesquisa sobre a segurança do local, além do procedimento dado às crianças em caso de acidentes, emergências, etc.

 

 

Uma conversa franca com o coordenador pedagógico pode ser uma boa aliada na escolha da escola ideal.

 

 

Opinião de quem entende

 

Segundo Kelly Renata Caetano, pedagoga pouso-alegrense e empresária do ramo da educação, é importante que a escola deixe a criança “solta e segura”. E para que isso aconteça, é fundamental que a equipe de professores trabalhe de forma a atender a vontade da criança. 

 

Kelly ressalta que tanto a vontade de produzir e aprender quanto, inclusive, a vontade de dormir, devem ser respeitadas. “Aos poucos a rotina da criança é adaptada à rotina da escola, mas de forma natural e progressiva”. Com isso, as crianças sentem a escola como extensão de suas casas e a saída da zona de conforto pode ser algo tranquilo e, até mesmo, prazeroso, tanto para elas como para os pais.

 

 

Por Arianna Machado F. Silva


 


Quais os fatores os pais de primeira viagem devem levar em consideração ao escolher a primeira escola dos seus filhos?


 


A escolha da primeira escola é uma preocupação constante na cabeça dos pais de primeira viagem, afinal a primeira escola marca para sempre a vida de uma pessoa e deveria ser a extensão do que se ensina em casa. Mas quais são os critérios de avaliação a serem considerados? Proposta pedagógica? Localização? Estrutura física? 


 


A necessidade de tomar a decisão certa é ainda mais importante quando se vê que, naquele ambiente, será dada a oportunidade dos filhos crescerem em contato com desafios e oportunidades de aprendizado que serão fundamentais por todas as suas vidas.


 


Na edição de setembro de 2018, a Revista Crescer trouxe alguns critérios para ajudar os pais nesse importante desafio. E traz a boa notícia de que “não há certo ou errado na escolha da primeira escola das crianças, o que manda, mesmo, é o que fará sentido para a sua família, a dinâmica do dia a dia, seus valores pessoais.”


 


 


Critérios de Avaliação


 


Além do aspecto subjetivo de análise da similaridade dos valores paternos e os da escola, como a revista sugere, há também outros mais concretos que podem servir de parâmetros na escolha, como:


 


1. Carga horária: O número de horas que se deseja que os filhos fiquem na “segunda casa” (meio período, semi-integral, integral ou flexível);


 


2. Coerência entre discurso e prática: Ao se contrapor o que “se diz” ser feito com o que de fato é visto no site, nas redes sociais, nas histórias de amigos ou nas visitas ao local;


 


3. Valores financeiros: É sempre válido lembrar que altas mensalidades não são sinônimo de alta qualidade;


 


4. Localização: Além do comodismo para os pais que levarão e buscarão, as crianças devem ser a maior preocupação ao se sugerir que sejam evitados longos trajetos que as desgastem;


 


PATROCINADORES

5. Projeto pedagógico: Uma visita ao coordenador pedagógico é sempre válida e podem ser solicitados exemplos de como são realizados os processos de aprendizagem, que linhas pedagógicas são seguidas, se enfatizam mais artes ou esportes, entre outros detalhes;


 


6. Espaço físico: O local reflete o projeto pedagógico e contribui ativamente com a proposta contida nele;


 


7. Tipos de brinquedos e livros: Os materiais (quantidade, diversidade) também são um retrato de como a escola coloca em prática seu projeto pedagógico;


 


8. Higiene e alimentação: Os cuidados básicos podem ter os mesmos padrões em alguns aspectos, mas variar em outros. E aqui também é bom avaliar se a escola reflete o que se acredita e se prega em casa;


 


9. Segurança: Aqui vale a pesquisa sobre a segurança do local, além do procedimento dado às crianças em caso de acidentes, emergências, etc.


 


 



Uma conversa franca com o coordenador pedagógico pode ser uma boa aliada na escolha da escola ideal.


 


 


Opinião de quem entende


 


Segundo Kelly Renata Caetano, pedagoga pouso-alegrense e empresária do ramo da educação, é importante que a escola deixe a criança “solta e segura”. E para que isso aconteça, é fundamental que a equipe de professores trabalhe de forma a atender a vontade da criança. 


 


Kelly ressalta que tanto a vontade de produzir e aprender quanto, inclusive, a vontade de dormir, devem ser respeitadas. “Aos poucos a rotina da criança é adaptada à rotina da escola, mas de forma natural e progressiva”. Com isso, as crianças sentem a escola como extensão de suas casas e a saída da zona de conforto pode ser algo tranquilo e, até mesmo, prazeroso, tanto para elas como para os pais.


 


 



Por Arianna Machado F. Silva



Quais os fatores os pais de primeira viagem devem levar em consideração ao escolher a primeira escola dos seus filhos?



A escolha da primeira escola é uma preocupação constante na cabeça dos pais de primeira viagem, afinal a primeira escola marca para sempre a vida de uma pessoa e deveria ser a extensão do que se ensina em casa. Mas quais são os critérios de avaliação a serem considerados? Proposta pedagógica? Localização? Estrutura física? 



A necessidade de tomar a decisão certa é ainda mais importante quando se vê que, naquele ambiente, será dada a oportunidade dos filhos crescerem em contato com desafios e oportunidades de aprendizado que serão fundamentais por todas as suas vidas.



Na edição de setembro de 2018, a Revista Crescer trouxe alguns critérios para ajudar os pais nesse importante desafio. E traz a boa notícia de que “não há certo ou errado na escolha da primeira escola das crianças, o que manda, mesmo, é o que fará sentido para a sua família, a dinâmica do dia a dia, seus valores pessoais.”



Critérios de Avaliação



Além do aspecto subjetivo de análise da similaridade dos valores paternos e os da escola, como a revista sugere, há também outros mais concretos que podem servir de parâmetros na escolha, como:



PATROCINADORES

1. Carga horária: O número de horas que se deseja que os filhos fiquem na “segunda casa” (meio período, semi-integral, integral ou flexível);



2. Coerência entre discurso e prática: Ao se contrapor o que “se diz” ser feito com o que de fato é visto no site, nas redes sociais, nas histórias de amigos ou nas visitas ao local;



3. Valores financeiros: É sempre válido lembrar que altas mensalidades não são sinônimo de alta qualidade;



4. Localização: Além do comodismo para os pais que levarão e buscarão, as crianças devem ser a maior preocupação ao se sugerir que sejam evitados longos trajetos que as desgastem;



5. Projeto pedagógico: Uma visita ao coordenador pedagógico é sempre válida e podem ser solicitados exemplos de como são realizados os processos de aprendizagem, que linhas pedagógicas são seguidas, se enfatizam mais artes ou esportes, entre outros detalhes;



6. Espaço físico: O local reflete o projeto pedagógico e contribui ativamente com a proposta contida nele;



7. Tipos de brinquedos e livros: Os materiais (quantidade, diversidade) também são um retrato de como a escola coloca em prática seu projeto pedagógico;



8. Higiene e alimentação: Os cuidados básicos podem ter os mesmos padrões em alguns aspectos, mas variar em outros. E aqui também é bom avaliar se a escola reflete o que se acredita e se prega em casa;



PATROCINADORES

9. Segurança: Aqui vale a pesquisa sobre a segurança do local, além do procedimento dado às crianças em caso de acidentes, emergências, etc.





Uma conversa franca com o coordenador pedagógico pode ser uma boa aliada na escolha da escola ideal.



Opinião de quem entende



Segundo Kelly Renata Caetano, pedagoga pouso-alegrense e empresária do ramo da educação, é importante que a escola deixe a criança “solta e segura”. E para que isso aconteça, é fundamental que a equipe de professores trabalhe de forma a atender a vontade da criança. 



Kelly ressalta que tanto a vontade de produzir e aprender quanto, inclusive, a vontade de dormir, devem ser respeitadas. “Aos poucos a rotina da criança é adaptada à rotina da escola, mas de forma natural e progressiva”. Com isso, as crianças sentem a escola como extensão de suas casas e a saída da zona de conforto pode ser algo tranquilo e, até mesmo, prazeroso, tanto para elas como para os pais.





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