news:

Notícias

Confiança sobe para o maior nível desde 2014

Publicado por TV Minas em 01/12/2018

foto_principal.jpg

Depois de sete meses de queda, indústrias, o comércio e empresas de serviços melhoram as expectativas para crescimento em 2019.

 

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 3,8 pontos em novembro ante outubro, atingindo 95 pontos, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com isso, o ICE atingiu o maior nível desde abril de 2014. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,1 ponto, interrompendo sete meses consecutivos de queda. É a primeira vez no ano em que todos os setores que integram o ICE apresentaram aumento da confiança.

 

“A expressiva alta do ICE em novembro confirma que a confiança empresarial vinha sendo afetada nos meses anteriores pelas exacerbadas incertezas associadas ao período eleitoral deste ano Ao atingir o maior nível desde o início da recessão de 2014 a 2016, o índice se aproxima do nível neutro de 100 pontos, que configura uma situação de normalidade em termos históricos”, afirmou, em nota, o superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), Aloisio Campelo Jr.

 

A evolução do indicador no mês foi determinada principalmente pela melhora das expectativas, que retratam um moderado otimismo com a evolução da economia nos primeiros meses do novo governo, de acordo com a nota divulgada pela FGV. O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da indústria de transformação, serviços, comércio e construção.

 

Segundo a FGV, na métrica de médias móveis trimestrais, a variação foi negativa apenas na indústria (1,8 ponto), cuja confiança agora converge com a dos segmentos de serviços e do comércio, após ter caminhado acima dos outros três segmentos desde janeiro de 2015. “A confiança da construção continua sendo a mais baixa entre os quatro setores, mas o avanço de novembro é uma boa notícia”, diz a FGV.

 

 

Consistente 

 

O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a FGV, o objetivo é que o Icei permita avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.

 

O Índice de Situação Atual (ISA), que faz parte do indicador, registrou aumento de 1,4 ponto, para 89,9 pontos, depois de uma sequência de três quedas. Já o Índice de Expectativas (IE-E) teve expansão de 3 pontos, para 102, superando a marca de 100 pontos pela primeira vez desde novembro de 2013, quando atingiu 100,3 pontos. A alta da confiança em novembro atingiu 84% dos 49 segmentos que compõem o ICE. No mês passado, a taxa foi menor, de 57% dos segmentos pesquisados.

Depois de sete meses de queda, indústrias, o comércio e empresas de serviços melhoram as expectativas para crescimento em 2019.


 


O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 3,8 pontos em novembro ante outubro, atingindo 95 pontos, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com isso, o ICE atingiu o maior nível desde abril de 2014. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,1 ponto, interrompendo sete meses consecutivos de queda. É a primeira vez no ano em que todos os setores que integram o ICE apresentaram aumento da confiança.


 


“A expressiva alta do ICE em novembro confirma que a confiança empresarial vinha sendo afetada nos meses anteriores pelas exacerbadas incertezas associadas ao período eleitoral deste ano Ao atingir o maior nível desde o início da recessão de 2014 a 2016, o índice se aproxima do nível neutro de 100 pontos, que configura uma situação de normalidade em termos históricos”, afirmou, em nota, o superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), Aloisio Campelo Jr.


 


A evolução do indicador no mês foi determinada principalmente pela melhora das expectativas, que retratam um moderado otimismo com a evolução da economia nos primeiros meses do novo governo, de acordo com a nota divulgada pela FGV. O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da indústria de transformação, serviços, comércio e construção.


 


PATROCINADORES

Segundo a FGV, na métrica de médias móveis trimestrais, a variação foi negativa apenas na indústria (1,8 ponto), cuja confiança agora converge com a dos segmentos de serviços e do comércio, após ter caminhado acima dos outros três segmentos desde janeiro de 2015. “A confiança da construção continua sendo a mais baixa entre os quatro setores, mas o avanço de novembro é uma boa notícia”, diz a FGV.


 


 


Consistente 


 


O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a FGV, o objetivo é que o Icei permita avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.


 


O Índice de Situação Atual (ISA), que faz parte do indicador, registrou aumento de 1,4 ponto, para 89,9 pontos, depois de uma sequência de três quedas. Já o Índice de Expectativas (IE-E) teve expansão de 3 pontos, para 102, superando a marca de 100 pontos pela primeira vez desde novembro de 2013, quando atingiu 100,3 pontos. A alta da confiança em novembro atingiu 84% dos 49 segmentos que compõem o ICE. No mês passado, a taxa foi menor, de 57% dos segmentos pesquisados.


Depois de sete meses de queda, indústrias, o comércio e empresas de serviços melhoram as expectativas para crescimento em 2019.



O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 3,8 pontos em novembro ante outubro, atingindo 95 pontos, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com isso, o ICE atingiu o maior nível desde abril de 2014. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,1 ponto, interrompendo sete meses consecutivos de queda. É a primeira vez no ano em que todos os setores que integram o ICE apresentaram aumento da confiança.



“A expressiva alta do ICE em novembro confirma que a confiança empresarial vinha sendo afetada nos meses anteriores pelas exacerbadas incertezas associadas ao período eleitoral deste ano Ao atingir o maior nível desde o início da recessão de 2014 a 2016, o índice se aproxima do nível neutro de 100 pontos, que configura uma situação de normalidade em termos históricos”, afirmou, em nota, o superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), Aloisio Campelo Jr.



PATROCINADORES

A evolução do indicador no mês foi determinada principalmente pela melhora das expectativas, que retratam um moderado otimismo com a evolução da economia nos primeiros meses do novo governo, de acordo com a nota divulgada pela FGV. O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da indústria de transformação, serviços, comércio e construção.



Segundo a FGV, na métrica de médias móveis trimestrais, a variação foi negativa apenas na indústria (1,8 ponto), cuja confiança agora converge com a dos segmentos de serviços e do comércio, após ter caminhado acima dos outros três segmentos desde janeiro de 2015. “A confiança da construção continua sendo a mais baixa entre os quatro setores, mas o avanço de novembro é uma boa notícia”, diz a FGV.



PATROCINADORES

Consistente 



O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a FGV, o objetivo é que o Icei permita avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.



O Índice de Situação Atual (ISA), que faz parte do indicador, registrou aumento de 1,4 ponto, para 89,9 pontos, depois de uma sequência de três quedas. Já o Índice de Expectativas (IE-E) teve expansão de 3 pontos, para 102, superando a marca de 100 pontos pela primeira vez desde novembro de 2013, quando atingiu 100,3 pontos. A alta da confiança em novembro atingiu 84% dos 49 segmentos que compõem o ICE. No mês passado, a taxa foi menor, de 57% dos segmentos pesquisados.



Veja Também