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Novos confrontos com "coletes amarelos" na França têm mais de 300 presos

Publicado por TV Minas em 08/12/2018

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Gás lacrimogêneo é lançado contra manifestantes nas ruas de Paris, que está sob forte esquema de segurança.

 

Novos confrontos já são registrados nos protestos dos apelidados coletes amarelos marcados para este sábado na França. Ainda no início da manhã em Paris, a polícia lançou gás lacrimogêneo contra cerca de 1,5 mil manifestantes que então se reuniam na famosa Avenida Champs-Élysées, no centro da capital, com outras centenas na área do monumento do Arco do Triunfo.

 

No início da tarde no horário local, estimativas apontam que número de manifestantes chega a 5 mil no centro de Paris. Segundo as autoridades em todo país, são 31 mil os manifestantes nas ruas. De acordo com os próprios manifestantes, número bem menor do que nos três fins de semana anteriores de protestos, que tiveram como motivação inicial o aumento do chamado imposto carbono, que visa aumentar o preço do diesel, que é usado pela maioria dos motoristas franceses, embora seja mais poluente.

 

Segundo o jornal francês “”Le Monde”, já chegam a 554 as pessoas interpeladas, das quais 335 foram presas pela polícia só na capital francesa. De acordo com a polícia, os detidos estavam portanto martelos, tacos de baseball e bilhas de metal que poderiam ser usados como armas nos protestos. Ainda segundo o “Le Monde”, em comparação, durante todo sábado passado 412 pessoas foram interpeladas e 378 detidas nas ruas de Paris.

 

A capital francesa está sob forte esquema de segurança, com mais de 8 mil policiais espalhados pelas ruas para tentar prevenir o caos do último sábado, quando manifestantes incendiaram carros e saquearam lojas na Champs-Élysées. Em todo país, são cerca de 89 mil integrantes das forças de segurança mobilizados.

 

"Nós faremos o possível para que hoje seja um dia sem violência, de forma que o diálogo que começamos esta semana continue nas melhores circunstâncias possíveis", disse o primeiro-ministro Edouard Philippe em pronunciamento na TV francesa.

 

Na terça-feira, o primeiro-ministro anunciou que o governo desistiu do aumento planejado dos impostos sobre combustíveis por pelo menos seis meses numa tentativa de desarmar os protestos, que têm como principal alvo o aumento do custo de vida no país. Os coletes amarelos usados pelos manifestantes fazem parte de kit obrigatório para os motoristas franceses.

 

Boa parte de Paris parece uma cidade fantasma neste sábado, com museus, lojas de departamentos e outros estabelecimentos fechados no que deveria ser um fim de semana de compras às vésperas do Natal. Poucos turistas passeiam pelas ruas e os moradores foram aconselhados a ficar em casa. Dezenas de ruas estão fechadas ao tráfego. Os museus d'Orsay, Louvre e Pompidou estão fechados ao público, bem como várias estações de metrô.

 

Os protestos também acontecem em outras cidades da França. Em Nice, no Sul do país, manifestantes com coletes amarelos fecharam a fronteira com a Itália, informa o site do jornal francês "Libération".

Gás lacrimogêneo é lançado contra manifestantes nas ruas de Paris, que está sob forte esquema de segurança.


 


Novos confrontos já são registrados nos protestos dos apelidados coletes amarelos marcados para este sábado na França. Ainda no início da manhã em Paris, a polícia lançou gás lacrimogêneo contra cerca de 1,5 mil manifestantes que então se reuniam na famosa Avenida Champs-Élysées, no centro da capital, com outras centenas na área do monumento do Arco do Triunfo.


 


No início da tarde no horário local, estimativas apontam que número de manifestantes chega a 5 mil no centro de Paris. Segundo as autoridades em todo país, são 31 mil os manifestantes nas ruas. De acordo com os próprios manifestantes, número bem menor do que nos três fins de semana anteriores de protestos, que tiveram como motivação inicial o aumento do chamado imposto carbono, que visa aumentar o preço do diesel, que é usado pela maioria dos motoristas franceses, embora seja mais poluente.


 


Segundo o jornal francês “”Le Monde”, já chegam a 554 as pessoas interpeladas, das quais 335 foram presas pela polícia só na capital francesa. De acordo com a polícia, os detidos estavam portanto martelos, tacos de baseball e bilhas de metal que poderiam ser usados como armas nos protestos. Ainda segundo o “Le Monde”, em comparação, durante todo sábado passado 412 pessoas foram interpeladas e 378 detidas nas ruas de Paris.


 


PATROCINADORES

A capital francesa está sob forte esquema de segurança, com mais de 8 mil policiais espalhados pelas ruas para tentar prevenir o caos do último sábado, quando manifestantes incendiaram carros e saquearam lojas na Champs-Élysées. Em todo país, são cerca de 89 mil integrantes das forças de segurança mobilizados.


 


"Nós faremos o possível para que hoje seja um dia sem violência, de forma que o diálogo que começamos esta semana continue nas melhores circunstâncias possíveis", disse o primeiro-ministro Edouard Philippe em pronunciamento na TV francesa.


 


Na terça-feira, o primeiro-ministro anunciou que o governo desistiu do aumento planejado dos impostos sobre combustíveis por pelo menos seis meses numa tentativa de desarmar os protestos, que têm como principal alvo o aumento do custo de vida no país. Os coletes amarelos usados pelos manifestantes fazem parte de kit obrigatório para os motoristas franceses.


 


Boa parte de Paris parece uma cidade fantasma neste sábado, com museus, lojas de departamentos e outros estabelecimentos fechados no que deveria ser um fim de semana de compras às vésperas do Natal. Poucos turistas passeiam pelas ruas e os moradores foram aconselhados a ficar em casa. Dezenas de ruas estão fechadas ao tráfego. Os museus d'Orsay, Louvre e Pompidou estão fechados ao público, bem como várias estações de metrô.


 


Os protestos também acontecem em outras cidades da França. Em Nice, no Sul do país, manifestantes com coletes amarelos fecharam a fronteira com a Itália, informa o site do jornal francês "Libération".


Gás lacrimogêneo é lançado contra manifestantes nas ruas de Paris, que está sob forte esquema de segurança.



Novos confrontos já são registrados nos protestos dos apelidados coletes amarelos marcados para este sábado na França. Ainda no início da manhã em Paris, a polícia lançou gás lacrimogêneo contra cerca de 1,5 mil manifestantes que então se reuniam na famosa Avenida Champs-Élysées, no centro da capital, com outras centenas na área do monumento do Arco do Triunfo.



No início da tarde no horário local, estimativas apontam que número de manifestantes chega a 5 mil no centro de Paris. Segundo as autoridades em todo país, são 31 mil os manifestantes nas ruas. De acordo com os próprios manifestantes, número bem menor do que nos três fins de semana anteriores de protestos, que tiveram como motivação inicial o aumento do chamado imposto carbono, que visa aumentar o preço do diesel, que é usado pela maioria dos motoristas franceses, embora seja mais poluente.



PATROCINADORES

Segundo o jornal francês “”Le Monde”, já chegam a 554 as pessoas interpeladas, das quais 335 foram presas pela polícia só na capital francesa. De acordo com a polícia, os detidos estavam portanto martelos, tacos de baseball e bilhas de metal que poderiam ser usados como armas nos protestos. Ainda segundo o “Le Monde”, em comparação, durante todo sábado passado 412 pessoas foram interpeladas e 378 detidas nas ruas de Paris.



A capital francesa está sob forte esquema de segurança, com mais de 8 mil policiais espalhados pelas ruas para tentar prevenir o caos do último sábado, quando manifestantes incendiaram carros e saquearam lojas na Champs-Élysées. Em todo país, são cerca de 89 mil integrantes das forças de segurança mobilizados.



PATROCINADORES

"Nós faremos o possível para que hoje seja um dia sem violência, de forma que o diálogo que começamos esta semana continue nas melhores circunstâncias possíveis", disse o primeiro-ministro Edouard Philippe em pronunciamento na TV francesa.



Na terça-feira, o primeiro-ministro anunciou que o governo desistiu do aumento planejado dos impostos sobre combustíveis por pelo menos seis meses numa tentativa de desarmar os protestos, que têm como principal alvo o aumento do custo de vida no país. Os coletes amarelos usados pelos manifestantes fazem parte de kit obrigatório para os motoristas franceses.



Boa parte de Paris parece uma cidade fantasma neste sábado, com museus, lojas de departamentos e outros estabelecimentos fechados no que deveria ser um fim de semana de compras às vésperas do Natal. Poucos turistas passeiam pelas ruas e os moradores foram aconselhados a ficar em casa. Dezenas de ruas estão fechadas ao tráfego. Os museus d'Orsay, Louvre e Pompidou estão fechados ao público, bem como várias estações de metrô.



Os protestos também acontecem em outras cidades da França. Em Nice, no Sul do país, manifestantes com coletes amarelos fecharam a fronteira com a Itália, informa o site do jornal francês "Libération".



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