news:

Notícias

Polícia do Rio descobre plano para assassinar Marcelo Freixo

Publicado por TV Minas em 13/12/2018

foto_principal.jpg

O atentado ocorreria no próximo sábado, quando o deputado participaria de evento na Zona Oeste do Rio.

 

Documento produzido pelo setor de inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro afirma que foi descoberto um plano para assassinar o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol-RJ), eleito em outubro para a Câmara dos Deputados.

 

Segundo o relatório, divulgado pelo site do jornal O Globo, o atentado foi planejado por um policial militar e dois comerciantes ligados a um grupo de milicianos que atua na Zona Oeste do Rio e que é investigado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, em março.

 

O crime seria cometido no próximo sábado, quando Freixo participaria de um encontro com professores em Campo Grande, na Zona Oeste, principal área de atuação de grupos paramilitares. O evento foi cancelado. Há dez anos, ele presidiu uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou milícias que atuavam no estado.

 

Nesta quinta-feira, 13, Freixo, em sua conta no Twitter, ressaltou que, por causa de outras ameaças relacionadas à CPI, conta com proteção policial desde 2008. Segundo ele, o plano para assassiná-lo não é uma ameaça a ele, “mas à democracia”. “Não é uma questão pessoal, é muito mais que isso. A Zona Oeste está hoje sendo governada pelo crime”, acrescentou.

 

O deputado ressaltou ter apresentado uma série de medidas para o enfrentamento dos milicianos, mas, de acordo com ele, nada foi feito.

O atentado ocorreria no próximo sábado, quando o deputado participaria de evento na Zona Oeste do Rio.


 


Documento produzido pelo setor de inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro afirma que foi descoberto um plano para assassinar o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol-RJ), eleito em outubro para a Câmara dos Deputados.


 


Segundo o relatório, divulgado pelo site do jornal O Globo, o atentado foi planejado por um policial militar e dois comerciantes ligados a um grupo de milicianos que atua na Zona Oeste do Rio e que é investigado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, em março.


PATROCINADORES

 


O crime seria cometido no próximo sábado, quando Freixo participaria de um encontro com professores em Campo Grande, na Zona Oeste, principal área de atuação de grupos paramilitares. O evento foi cancelado. Há dez anos, ele presidiu uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou milícias que atuavam no estado.


 


Nesta quinta-feira, 13, Freixo, em sua conta no Twitter, ressaltou que, por causa de outras ameaças relacionadas à CPI, conta com proteção policial desde 2008. Segundo ele, o plano para assassiná-lo não é uma ameaça a ele, “mas à democracia”. “Não é uma questão pessoal, é muito mais que isso. A Zona Oeste está hoje sendo governada pelo crime”, acrescentou.


 


O deputado ressaltou ter apresentado uma série de medidas para o enfrentamento dos milicianos, mas, de acordo com ele, nada foi feito.


O atentado ocorreria no próximo sábado, quando o deputado participaria de evento na Zona Oeste do Rio.



Documento produzido pelo setor de inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro afirma que foi descoberto um plano para assassinar o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol-RJ), eleito em outubro para a Câmara dos Deputados.



Segundo o relatório, divulgado pelo site do jornal O Globo, o atentado foi planejado por um policial militar e dois comerciantes ligados a um grupo de milicianos que atua na Zona Oeste do Rio e que é investigado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, em março.



PATROCINADORES

O crime seria cometido no próximo sábado, quando Freixo participaria de um encontro com professores em Campo Grande, na Zona Oeste, principal área de atuação de grupos paramilitares. O evento foi cancelado. Há dez anos, ele presidiu uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou milícias que atuavam no estado.



Nesta quinta-feira, 13, Freixo, em sua conta no Twitter, ressaltou que, por causa de outras ameaças relacionadas à CPI, conta com proteção policial desde 2008. Segundo ele, o plano para assassiná-lo não é uma ameaça a ele, “mas à democracia”. “Não é uma questão pessoal, é muito mais que isso. A Zona Oeste está hoje sendo governada pelo crime”, acrescentou.



O deputado ressaltou ter apresentado uma série de medidas para o enfrentamento dos milicianos, mas, de acordo com ele, nada foi feito.



Veja Também