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Embraer e Boeing chegam a acordo e esperam decisão do governo

Publicado por TV Minas em 17/12/2018

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Pelo acordo, a Boeing pagará a Embraer 4,2 bilhões de dólares por 80% de seu negócio de aviação comercial.

 

As fabricantes de aviões Embraer e Boeing chegaram a um acordo para a criação de uma joint venture (um empreendimento conjunto) para desenvolvimento e comercialização de aeronaves para aviação comercial. De acordo com comunicado emitido nesta segunda-feira, 17, pela Embraer, falta apenas a anuência do governo brasileiro para que o negócio seja selado.

 

Segundo o comunicado, a Boeing pagará a Embraer 4,2 bilhões de dólares (equivalente a 16,4 bilhões de reais na cotação de hoje) por 80% de seu negócio de aviação comercial. Esse segmento, uma das quatro linhas de negócio da companhia brasileira, será desmembrada e integrará a nova joint venture, da qual a Embraer ficará com 20%. Pelo valor pago pela Boeing, o negócio de aviação comercial da Embraer foi avaliado em 5,26 bilhões de dólares (20,5 bilhões de reais, no câmbio desta segunda-feira). As sinergias – ganhos de operação – devem somar anualmente 150 milhões de dólares (588,2 milhões de reais em valores estimados nesta segunda-feira).

 

“A Boeing e a Embraer possuem um relacionamento estreito graças a mais de duas décadas de colaboração. O respeito mútuo e o valor que enxergamos nesta parceria só aumentou desde que iniciamos discussões conjuntas no começo deste ano”, disse Dennis Muilenburg, presidente, chairman e CEO da Boeing.

 

“Estamos confiantes que esta parceria será de grande valor para o Brasil e para a indústria aeroespacial brasileira como um todo. Esta aliança fortalecerá ambas as empresas no mercado global e está alinhada à nossa estratégia de crescimento sustentável de longo prazo”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente e CEO da Embraer.

 

Além da aviação comercial, as empresas também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture, para promover e desenvolver novos mercados para o supercargueiro KC-390. De acordo com a parceria proposta, a Embraer deterá 51% de participação na joint venture e a Boeing, os 49% restantes.

 

Nesse caso, a Boeing não participará do desenvolvimento da aeronave, apenas na comercialização dela.

 

Segundo a Embraer, “a transação está sujeita à aprovação do governo brasileiro, ratificação pelo Conselho de Administração da Embraer e autorização deste para assinatura dos documentos definitivos da transação”, disse, em nota. “Após a celebração dos documentos definitivos pelas partes, a parceria estratégica será submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo. Caso as aprovações ocorram no tempo previsto, a expectativa é que a negociação seja concluída até o final de 2019.”

Pelo acordo, a Boeing pagará a Embraer 4,2 bilhões de dólares por 80% de seu negócio de aviação comercial.


 


As fabricantes de aviões Embraer e Boeing chegaram a um acordo para a criação de uma joint venture (um empreendimento conjunto) para desenvolvimento e comercialização de aeronaves para aviação comercial. De acordo com comunicado emitido nesta segunda-feira, 17, pela Embraer, falta apenas a anuência do governo brasileiro para que o negócio seja selado.


 


Segundo o comunicado, a Boeing pagará a Embraer 4,2 bilhões de dólares (equivalente a 16,4 bilhões de reais na cotação de hoje) por 80% de seu negócio de aviação comercial. Esse segmento, uma das quatro linhas de negócio da companhia brasileira, será desmembrada e integrará a nova joint venture, da qual a Embraer ficará com 20%. Pelo valor pago pela Boeing, o negócio de aviação comercial da Embraer foi avaliado em 5,26 bilhões de dólares (20,5 bilhões de reais, no câmbio desta segunda-feira). As sinergias – ganhos de operação – devem somar anualmente 150 milhões de dólares (588,2 milhões de reais em valores estimados nesta segunda-feira).


 


“A Boeing e a Embraer possuem um relacionamento estreito graças a mais de duas décadas de colaboração. O respeito mútuo e o valor que enxergamos nesta parceria só aumentou desde que iniciamos discussões conjuntas no começo deste ano”, disse Dennis Muilenburg, presidente, chairman e CEO da Boeing.


PATROCINADORES

 


“Estamos confiantes que esta parceria será de grande valor para o Brasil e para a indústria aeroespacial brasileira como um todo. Esta aliança fortalecerá ambas as empresas no mercado global e está alinhada à nossa estratégia de crescimento sustentável de longo prazo”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente e CEO da Embraer.


 


Além da aviação comercial, as empresas também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture, para promover e desenvolver novos mercados para o supercargueiro KC-390. De acordo com a parceria proposta, a Embraer deterá 51% de participação na joint venture e a Boeing, os 49% restantes.


 


Nesse caso, a Boeing não participará do desenvolvimento da aeronave, apenas na comercialização dela.


 


Segundo a Embraer, “a transação está sujeita à aprovação do governo brasileiro, ratificação pelo Conselho de Administração da Embraer e autorização deste para assinatura dos documentos definitivos da transação”, disse, em nota. “Após a celebração dos documentos definitivos pelas partes, a parceria estratégica será submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo. Caso as aprovações ocorram no tempo previsto, a expectativa é que a negociação seja concluída até o final de 2019.”


Pelo acordo, a Boeing pagará a Embraer 4,2 bilhões de dólares por 80% de seu negócio de aviação comercial.



As fabricantes de aviões Embraer e Boeing chegaram a um acordo para a criação de uma joint venture (um empreendimento conjunto) para desenvolvimento e comercialização de aeronaves para aviação comercial. De acordo com comunicado emitido nesta segunda-feira, 17, pela Embraer, falta apenas a anuência do governo brasileiro para que o negócio seja selado.



Segundo o comunicado, a Boeing pagará a Embraer 4,2 bilhões de dólares (equivalente a 16,4 bilhões de reais na cotação de hoje) por 80% de seu negócio de aviação comercial. Esse segmento, uma das quatro linhas de negócio da companhia brasileira, será desmembrada e integrará a nova joint venture, da qual a Embraer ficará com 20%. Pelo valor pago pela Boeing, o negócio de aviação comercial da Embraer foi avaliado em 5,26 bilhões de dólares (20,5 bilhões de reais, no câmbio desta segunda-feira). As sinergias – ganhos de operação – devem somar anualmente 150 milhões de dólares (588,2 milhões de reais em valores estimados nesta segunda-feira).



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“A Boeing e a Embraer possuem um relacionamento estreito graças a mais de duas décadas de colaboração. O respeito mútuo e o valor que enxergamos nesta parceria só aumentou desde que iniciamos discussões conjuntas no começo deste ano”, disse Dennis Muilenburg, presidente, chairman e CEO da Boeing.



“Estamos confiantes que esta parceria será de grande valor para o Brasil e para a indústria aeroespacial brasileira como um todo. Esta aliança fortalecerá ambas as empresas no mercado global e está alinhada à nossa estratégia de crescimento sustentável de longo prazo”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente e CEO da Embraer.



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Além da aviação comercial, as empresas também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture, para promover e desenvolver novos mercados para o supercargueiro KC-390. De acordo com a parceria proposta, a Embraer deterá 51% de participação na joint venture e a Boeing, os 49% restantes.



Nesse caso, a Boeing não participará do desenvolvimento da aeronave, apenas na comercialização dela.



Segundo a Embraer, “a transação está sujeita à aprovação do governo brasileiro, ratificação pelo Conselho de Administração da Embraer e autorização deste para assinatura dos documentos definitivos da transação”, disse, em nota. “Após a celebração dos documentos definitivos pelas partes, a parceria estratégica será submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo. Caso as aprovações ocorram no tempo previsto, a expectativa é que a negociação seja concluída até o final de 2019.”



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