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Esporte

Cruzeiro sinaliza saída da Caixa e acerto próximo com novo patrocinador

Publicado por TV Minas em 20/12/2018

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Anúncio deve ser feito no início da próxima temporada.

 

O Cruzeiro já negocia com um novo patrocinador máster. A Caixa, parceiro atual, deve ter grande parte de seus contratos revisados por causa da nova política do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. Segundo o mandatário da Raposa, Wagner Pires de Sá, o clube pode anunciar o novo patrocínio no início de 2019. 

 

"Nós estamos substituindo porque a Caixa já disse a todos que não vai participar mais do patrocínio de clubes de futebol. Nós, preocupados com isso, já estamos procurando e hoje já temos bons patrocinadores para as costas, manga, peito, todos os lugares já estão praticamente completos. Agora, o patrocínio máster, por questão de uma cláusula de confidencialidade, pediria que aguardasse uns dias que logo no começo do ano terá uma boa surpresa", disse Wagner Pires de Sá à rádio 98FM.

 

Segundo o presidente celeste, o novo patrocinador vai “pagar bem melhor" do que a Caixa paga hoje. O atual acordo com a estatal, de cerca de R$10 milhões além de bonificações por títulos conquistados, tem duração até o fim desta temporada. 

 

A Caixa deve diminuir significativamente os valores investidos em patrocínios esportivos para 2019. O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, disse que revisará todos os contratos de publicidade do banco estatal. 

 

“Tomamos conhecimento de que a Caixa gastou cerca de R$ 2,5 bilhões em publicidade e patrocínio neste último ano. Um absurdo! Assim como já estamos fazendo em diversos setores, iremos rever todos esses contratos, bem como os do BNDES, Banco do Brasil, SECOM e outros”, disse Bolsonaro. 

 

 

Caixa e Cruzeiro

 

 

A Caixa Econômica Federal estampa sua marca na camisa do Cruzeiro desde 2016. Nesta temporada, acertou um contrato de R$10 milhões em acordo assinado no último mês de abril. Com bonificações pela conquista da Copa do Brasil, o Cruzeiro embolsou mais R$500 mil. 

 

Além da Caixa, estampam suas marcas no uniforme do Cruzeiro a rede Supermercados BH (manga), a Cemil (omoplata), a ABC da Construção (calção), a Orthopride (costas da camisa), e a Uber (outra parte do calção).

 

 

Possível parceiro

 

Em novembro, o Superesportes trouxe informação exclusiva de que o Cruzeiro negociava com uma multinacional chinesa. A Raposa buscava acordo com a multinacional chinesa Ledman, especializada na fabricação de LEDs. No início, a tentativa de acordo era pelo espaço mais nobre da camisa (máster). As partes chegaram a conversar em valores: 20 milhões de dólares (cerca de R$ 74,5 milhões) por quatro anos de contrato. A Ledman, no entanto, atrasou o início da operação no Brasil e chegou a pensar em outro tipo de patrocínio, em outro espaço da camisa. O acordo ainda não foi selado.

Anúncio deve ser feito no início da próxima temporada.


 


O Cruzeiro já negocia com um novo patrocinador máster. A Caixa, parceiro atual, deve ter grande parte de seus contratos revisados por causa da nova política do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. Segundo o mandatário da Raposa, Wagner Pires de Sá, o clube pode anunciar o novo patrocínio no início de 2019. 


 


"Nós estamos substituindo porque a Caixa já disse a todos que não vai participar mais do patrocínio de clubes de futebol. Nós, preocupados com isso, já estamos procurando e hoje já temos bons patrocinadores para as costas, manga, peito, todos os lugares já estão praticamente completos. Agora, o patrocínio máster, por questão de uma cláusula de confidencialidade, pediria que aguardasse uns dias que logo no começo do ano terá uma boa surpresa", disse Wagner Pires de Sá à rádio 98FM.


 


Segundo o presidente celeste, o novo patrocinador vai “pagar bem melhor" do que a Caixa paga hoje. O atual acordo com a estatal, de cerca de R$10 milhões além de bonificações por títulos conquistados, tem duração até o fim desta temporada. 


 


A Caixa deve diminuir significativamente os valores investidos em patrocínios esportivos para 2019. O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, disse que revisará todos os contratos de publicidade do banco estatal. 


 


“Tomamos conhecimento de que a Caixa gastou cerca de R$ 2,5 bilhões em publicidade e patrocínio neste último ano. Um absurdo! Assim como já estamos fazendo em diversos setores, iremos rever todos esses contratos, bem como os do BNDES, Banco do Brasil, SECOM e outros”, disse Bolsonaro. 


 


PATROCINADORES

 


Caixa e Cruzeiro


 


 


A Caixa Econômica Federal estampa sua marca na camisa do Cruzeiro desde 2016. Nesta temporada, acertou um contrato de R$10 milhões em acordo assinado no último mês de abril. Com bonificações pela conquista da Copa do Brasil, o Cruzeiro embolsou mais R$500 mil. 


 


Além da Caixa, estampam suas marcas no uniforme do Cruzeiro a rede Supermercados BH (manga), a Cemil (omoplata), a ABC da Construção (calção), a Orthopride (costas da camisa), e a Uber (outra parte do calção).


 


 


Possível parceiro


 


Em novembro, o Superesportes trouxe informação exclusiva de que o Cruzeiro negociava com uma multinacional chinesa. A Raposa buscava acordo com a multinacional chinesa Ledman, especializada na fabricação de LEDs. No início, a tentativa de acordo era pelo espaço mais nobre da camisa (máster). As partes chegaram a conversar em valores: 20 milhões de dólares (cerca de R$ 74,5 milhões) por quatro anos de contrato. A Ledman, no entanto, atrasou o início da operação no Brasil e chegou a pensar em outro tipo de patrocínio, em outro espaço da camisa. O acordo ainda não foi selado.


Anúncio deve ser feito no início da próxima temporada.



O Cruzeiro já negocia com um novo patrocinador máster. A Caixa, parceiro atual, deve ter grande parte de seus contratos revisados por causa da nova política do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. Segundo o mandatário da Raposa, Wagner Pires de Sá, o clube pode anunciar o novo patrocínio no início de 2019. 



"Nós estamos substituindo porque a Caixa já disse a todos que não vai participar mais do patrocínio de clubes de futebol. Nós, preocupados com isso, já estamos procurando e hoje já temos bons patrocinadores para as costas, manga, peito, todos os lugares já estão praticamente completos. Agora, o patrocínio máster, por questão de uma cláusula de confidencialidade, pediria que aguardasse uns dias que logo no começo do ano terá uma boa surpresa", disse Wagner Pires de Sá à rádio 98FM.



Segundo o presidente celeste, o novo patrocinador vai “pagar bem melhor" do que a Caixa paga hoje. O atual acordo com a estatal, de cerca de R$10 milhões além de bonificações por títulos conquistados, tem duração até o fim desta temporada. 



PATROCINADORES

A Caixa deve diminuir significativamente os valores investidos em patrocínios esportivos para 2019. O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, disse que revisará todos os contratos de publicidade do banco estatal. 



“Tomamos conhecimento de que a Caixa gastou cerca de R$ 2,5 bilhões em publicidade e patrocínio neste último ano. Um absurdo! Assim como já estamos fazendo em diversos setores, iremos rever todos esses contratos, bem como os do BNDES, Banco do Brasil, SECOM e outros”, disse Bolsonaro. 



Caixa e Cruzeiro



PATROCINADORES

A Caixa Econômica Federal estampa sua marca na camisa do Cruzeiro desde 2016. Nesta temporada, acertou um contrato de R$10 milhões em acordo assinado no último mês de abril. Com bonificações pela conquista da Copa do Brasil, o Cruzeiro embolsou mais R$500 mil. 



Além da Caixa, estampam suas marcas no uniforme do Cruzeiro a rede Supermercados BH (manga), a Cemil (omoplata), a ABC da Construção (calção), a Orthopride (costas da camisa), e a Uber (outra parte do calção).



Possível parceiro



Em novembro, o Superesportes trouxe informação exclusiva de que o Cruzeiro negociava com uma multinacional chinesa. A Raposa buscava acordo com a multinacional chinesa Ledman, especializada na fabricação de LEDs. No início, a tentativa de acordo era pelo espaço mais nobre da camisa (máster). As partes chegaram a conversar em valores: 20 milhões de dólares (cerca de R$ 74,5 milhões) por quatro anos de contrato. A Ledman, no entanto, atrasou o início da operação no Brasil e chegou a pensar em outro tipo de patrocínio, em outro espaço da camisa. O acordo ainda não foi selado.



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