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Biblioteca pública e Rede Minas são afetadas pelas exonerações

Publicado por TV Minas em 04/01/2019

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Novo governo de Minas avalia quadro de pessoal dos órgãos estaduais antes de definir o futuro de servidores comissionados.

 

A exoneração de funcionários comissionados em órgãos públicos do estado fez com que alguns setores ficassem com atividades comprometidas. 

 

Nesta quinta-feira (3), a biblioteca pública da Praça da Liberdade interrompeu o empréstimo de livros e funcionou apenas para devoluções. Um recado foi colado na entrada do prédio, informando que os serviços foram paralisados por causa da redução dos funcionários. 

 

“Em virtude do decreto 47.608, de 1/1/2019, o setor de empréstimo domiciliar, a partir de hoje, 3/1/2019, está apenas recebendo devoluções de livros, pois 75% dos servidores foram exonerados, impossibilitando as operações de empréstimo, reposição de acervo e manutenção das estantes organizadas”, diz o comunicado da biblioteca. O setor que contava com quatro funcionários, teve três exonerados. 

 

A Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais abriga um acervo de mais de 570 mil exemplares, conta com mais de 100 mil associados, e recebe cerca de 300 mil pessoas a cada ano. 

 

Por meio de nota, a secretaria de Planejamento do governo de Minas informou que, conforme previsto no decreto de exoneração de Zema, o levantamento de pessoal a partir de dados envidados por todo os setores de Recursos Humanos está em andamento. 

 

“A coleta de informações está transcorrendo, neste momento, para a verificação consistente do quadro de funcionários de recrutamento amplo para que haja enxugamento da máquina pública mineira, seguindo a plataforma de governo eleita em Minas”, diz a nota. 

 

 

Rede Minas 

 

A Rede Minas teve sua programação afetada e pode sair do ar após exoneração de funcionários comissionados, que segundo o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais representam 34% dos funcionários da emissora. 

 

Na quarta-feira (1) foram exonerados 75 dos 219 servidores da Rede Minas. Alguns comissionados demitidos da área técnica continuaram trabalhando voluntariamente na quarta-feira e quinta-feira para impedir que a emissora saia do ar. 

 

Entre os demitidos estão funcionários da área de logística, compra e manutenção dos equipamentos, editores, produtores e operadores das estações onde ficam as antenas da emissora. 

 

“A programação desde ontem tem sido praticamente reprisada, pois a maioria dos jornalistas da área de produção foi exonerada. Os telejornais também estão comprometidos já que foram demitidos 11 cinegrafistas. A TV, de acordo com a legislação federal, é obrigada a manter um número mínimo de horas diárias de telejornal para não ter a concessão cassada. Os servidores não sabem até quando vão conseguir manter o noticiário no ar”, diz a nota do sindicato dos jornalistas.

Novo governo de Minas avalia quadro de pessoal dos órgãos estaduais antes de definir o futuro de servidores comissionados.


 


A exoneração de funcionários comissionados em órgãos públicos do estado fez com que alguns setores ficassem com atividades comprometidas. 


 


Nesta quinta-feira (3), a biblioteca pública da Praça da Liberdade interrompeu o empréstimo de livros e funcionou apenas para devoluções. Um recado foi colado na entrada do prédio, informando que os serviços foram paralisados por causa da redução dos funcionários. 


 


“Em virtude do decreto 47.608, de 1/1/2019, o setor de empréstimo domiciliar, a partir de hoje, 3/1/2019, está apenas recebendo devoluções de livros, pois 75% dos servidores foram exonerados, impossibilitando as operações de empréstimo, reposição de acervo e manutenção das estantes organizadas”, diz o comunicado da biblioteca. O setor que contava com quatro funcionários, teve três exonerados. 


 


A Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais abriga um acervo de mais de 570 mil exemplares, conta com mais de 100 mil associados, e recebe cerca de 300 mil pessoas a cada ano. 


 


Por meio de nota, a secretaria de Planejamento do governo de Minas informou que, conforme previsto no decreto de exoneração de Zema, o levantamento de pessoal a partir de dados envidados por todo os setores de Recursos Humanos está em andamento. 


 


PATROCINADORES

“A coleta de informações está transcorrendo, neste momento, para a verificação consistente do quadro de funcionários de recrutamento amplo para que haja enxugamento da máquina pública mineira, seguindo a plataforma de governo eleita em Minas”, diz a nota. 


 


 


Rede Minas 


 


A Rede Minas teve sua programação afetada e pode sair do ar após exoneração de funcionários comissionados, que segundo o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais representam 34% dos funcionários da emissora. 


 


Na quarta-feira (1) foram exonerados 75 dos 219 servidores da Rede Minas. Alguns comissionados demitidos da área técnica continuaram trabalhando voluntariamente na quarta-feira e quinta-feira para impedir que a emissora saia do ar. 


 


Entre os demitidos estão funcionários da área de logística, compra e manutenção dos equipamentos, editores, produtores e operadores das estações onde ficam as antenas da emissora. 


 


“A programação desde ontem tem sido praticamente reprisada, pois a maioria dos jornalistas da área de produção foi exonerada. Os telejornais também estão comprometidos já que foram demitidos 11 cinegrafistas. A TV, de acordo com a legislação federal, é obrigada a manter um número mínimo de horas diárias de telejornal para não ter a concessão cassada. Os servidores não sabem até quando vão conseguir manter o noticiário no ar”, diz a nota do sindicato dos jornalistas.


Novo governo de Minas avalia quadro de pessoal dos órgãos estaduais antes de definir o futuro de servidores comissionados.



A exoneração de funcionários comissionados em órgãos públicos do estado fez com que alguns setores ficassem com atividades comprometidas. 



Nesta quinta-feira (3), a biblioteca pública da Praça da Liberdade interrompeu o empréstimo de livros e funcionou apenas para devoluções. Um recado foi colado na entrada do prédio, informando que os serviços foram paralisados por causa da redução dos funcionários. 



“Em virtude do decreto 47.608, de 1/1/2019, o setor de empréstimo domiciliar, a partir de hoje, 3/1/2019, está apenas recebendo devoluções de livros, pois 75% dos servidores foram exonerados, impossibilitando as operações de empréstimo, reposição de acervo e manutenção das estantes organizadas”, diz o comunicado da biblioteca. O setor que contava com quatro funcionários, teve três exonerados. 



PATROCINADORES

A Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais abriga um acervo de mais de 570 mil exemplares, conta com mais de 100 mil associados, e recebe cerca de 300 mil pessoas a cada ano. 



Por meio de nota, a secretaria de Planejamento do governo de Minas informou que, conforme previsto no decreto de exoneração de Zema, o levantamento de pessoal a partir de dados envidados por todo os setores de Recursos Humanos está em andamento. 



“A coleta de informações está transcorrendo, neste momento, para a verificação consistente do quadro de funcionários de recrutamento amplo para que haja enxugamento da máquina pública mineira, seguindo a plataforma de governo eleita em Minas”, diz a nota. 



Rede Minas 



PATROCINADORES

A Rede Minas teve sua programação afetada e pode sair do ar após exoneração de funcionários comissionados, que segundo o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais representam 34% dos funcionários da emissora. 



Na quarta-feira (1) foram exonerados 75 dos 219 servidores da Rede Minas. Alguns comissionados demitidos da área técnica continuaram trabalhando voluntariamente na quarta-feira e quinta-feira para impedir que a emissora saia do ar. 



Entre os demitidos estão funcionários da área de logística, compra e manutenção dos equipamentos, editores, produtores e operadores das estações onde ficam as antenas da emissora. 



“A programação desde ontem tem sido praticamente reprisada, pois a maioria dos jornalistas da área de produção foi exonerada. Os telejornais também estão comprometidos já que foram demitidos 11 cinegrafistas. A TV, de acordo com a legislação federal, é obrigada a manter um número mínimo de horas diárias de telejornal para não ter a concessão cassada. Os servidores não sabem até quando vão conseguir manter o noticiário no ar”, diz a nota do sindicato dos jornalistas.



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