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Ciência & Tecnologia

China desenvolve “uniformes inteligentes” para monitorar crianças

Publicado por TV Minas em 07/01/2019

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As roupas são embutidas com chips contendo GPS, além de informações sobre comportamento e atenção.

 

 A China segue investindo pesado em dispositivos de segurança para monitorar as atividades de seus cidadãos. A última novidade são os “uniformes inteligentes”, que já são utilizados em onze escolas da província de Guizhou, no sudoeste do país. As roupas são embutidas com chips contendo GPS, o que garante o registro da localização exata das crianças, além de informações sobre comportamento e atenção.

 

A tecnologia é desenvolvida pela empresa local Guizhou Guanyu Technology e é capaz de emitir um alarme caso a criança que veste o uniforme saia da área da escola ou tire um cochilo durante a aula. Além disso, os pais podem monitorar e limitar as compras que os filhos fazem nos estabelecimentos comerciais dentro da escola por meio de um aplicativo.

 

De acordo com o jornal estatal chinês The Global Times, o sistema é difícil de ser burlado. Os chips são inseridos sob o ombro dos uniformes e suportam até 500 lavagens. Sistemas de reconhecimento facial nas portas das escolas garantem que os alunos não trocaram de uniforme em algum momento.

 

Porta-vozes da empresa disseram ao jornal Beijing News que não monitoram o movimento dos alunos o tempo todo, uma vez que a iniciativa tem gerado debates sobre direitos de privacidade entre os cidadãos.

As roupas são embutidas com chips contendo GPS, além de informações sobre comportamento e atenção.


 


 A China segue investindo pesado em dispositivos de segurança para monitorar as atividades de seus cidadãos. A última novidade são os “uniformes inteligentes”, que já são utilizados em onze escolas da província de Guizhou, no sudoeste do país. As roupas são embutidas com chips contendo GPS, o que garante o registro da localização exata das crianças, além de informações sobre comportamento e atenção.


 


PATROCINADORES

A tecnologia é desenvolvida pela empresa local Guizhou Guanyu Technology e é capaz de emitir um alarme caso a criança que veste o uniforme saia da área da escola ou tire um cochilo durante a aula. Além disso, os pais podem monitorar e limitar as compras que os filhos fazem nos estabelecimentos comerciais dentro da escola por meio de um aplicativo.


 


De acordo com o jornal estatal chinês The Global Times, o sistema é difícil de ser burlado. Os chips são inseridos sob o ombro dos uniformes e suportam até 500 lavagens. Sistemas de reconhecimento facial nas portas das escolas garantem que os alunos não trocaram de uniforme em algum momento.


 


Porta-vozes da empresa disseram ao jornal Beijing News que não monitoram o movimento dos alunos o tempo todo, uma vez que a iniciativa tem gerado debates sobre direitos de privacidade entre os cidadãos.


As roupas são embutidas com chips contendo GPS, além de informações sobre comportamento e atenção.



 A China segue investindo pesado em dispositivos de segurança para monitorar as atividades de seus cidadãos. A última novidade são os “uniformes inteligentes”, que já são utilizados em onze escolas da província de Guizhou, no sudoeste do país. As roupas são embutidas com chips contendo GPS, o que garante o registro da localização exata das crianças, além de informações sobre comportamento e atenção.



A tecnologia é desenvolvida pela empresa local Guizhou Guanyu Technology e é capaz de emitir um alarme caso a criança que veste o uniforme saia da área da escola ou tire um cochilo durante a aula. Além disso, os pais podem monitorar e limitar as compras que os filhos fazem nos estabelecimentos comerciais dentro da escola por meio de um aplicativo.



PATROCINADORES

De acordo com o jornal estatal chinês The Global Times, o sistema é difícil de ser burlado. Os chips são inseridos sob o ombro dos uniformes e suportam até 500 lavagens. Sistemas de reconhecimento facial nas portas das escolas garantem que os alunos não trocaram de uniforme em algum momento.



Porta-vozes da empresa disseram ao jornal Beijing News que não monitoram o movimento dos alunos o tempo todo, uma vez que a iniciativa tem gerado debates sobre direitos de privacidade entre os cidadãos.



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