news:

Notícias

Real foi a segunda moeda que mais desvalorizou no mundo

Publicado por TV Minas em 21/09/2015

foto_principal.jpg

O real foi a segundo moeda do mundo que mais desvalorizou em relação ao dólar nos últimos 12 meses, de acordo com Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da TOV Corretora.

 

Em primeiro lugar no ranking está o rublo da Rússia, com 72% de desvalorização, seguida do nosso real, com 67%.

 

A lista tem mais três emergentes - Colômbia (desvalorização de 51%), Turquia (-34%) e Malásia (-32%) - até que apareçam as economias avançadas de Noruega (-29%) e Nova Zelândia (-28%).

 

 

Desvalorização da moeda de cada país em relação ao dólar:

 

1. Rússia  -  72,37%

2. Brasil  -  67,29%

3. Colômbia  -  51,48%

4. Turquia  -  34,15%

5. Malásia  -  32,03%

6. Noruega  -  29,16%

7. Nova Zelândia  -  28,87%

8. México  -  25,98%

9. Austrália  -  25,08%

10. África do Sul  -  21,63%

 

Por um lado, há um fortalecimento generalizado do dólar no mundo - ciclo que ainda deve durar e está relacionado com uma divergência fundamental entre a política monetária dos Estados Unidos e do resto do mundo.

 

Os mercados já vem se antecipando ao que será o primeiro aumento de juros do Federal Reserve desde a crise financeira. A alta que não veio em setembro deve ocorrer em outubro, dezembro ou até mesmo 2016 (os analistas divergem).

 

Por outro lado, a desvalorização na Rússia e no Brasil são motivadas principalmente por turbulências internas. No caso dos russos, o problema é a queda do preço do petróleo e as sanções internacionais em vigor por causa da disputa territorial com a Ucrânia.

 

No nosso caso, o problema é que as crises política e econômica se retroalimentam e está ficando cada vez mais difícil vislumbrar uma solução fiscal e a volta do crescimento.

 

"A situação vai caminhando dentro do que se poderia esperar de pior. A queda do nível de atividade está se intensificando, as expectativas em relação ao futuro retardam as decisões de gastos das famílias e das empresas, a queda da atividade piora a arrecadação do governo, essa queda da arrecadação amplia o déficit público e isso piora as expectativas. É um poço sem fundo", diz Pedro Paulo.

 

Divulgado hoje, o último Boletim Focus, levantamento do Banco Central com previsões de economistas, prevê dólar a R$ 4 em 2016, ante previsão de 3,80 reais na pesquisa da semana passada.

 

Nesta segunda-feira, o dólar chegou próximo de R$ 4 e fechou em R$ 3,9970 - maior valor desde 10 de outubro de 2002.

O real foi a segundo moeda do mundo que mais desvalorizou em relação ao dólar nos últimos 12 meses, de acordo com Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da TOV Corretora.


 


Em primeiro lugar no ranking está o rublo da Rússia, com 72% de desvalorização, seguida do nosso real, com 67%.


 


A lista tem mais três emergentes - Colômbia (desvalorização de 51%), Turquia (-34%) e Malásia (-32%) - até que apareçam as economias avançadas de Noruega (-29%) e Nova Zelândia (-28%).


 


 


Desvalorização da moeda de cada país em relação ao dólar:


 


1. Rússia  -  72,37%


2. Brasil  -  67,29%


3. Colômbia  -  51,48%


4. Turquia  -  34,15%


5. Malásia  -  32,03%


6. Noruega  -  29,16%


7. Nova Zelândia  -  28,87%


PATROCINADORES

8. México  -  25,98%


9. Austrália  -  25,08%


10. África do Sul  -  21,63%


 


Por um lado, há um fortalecimento generalizado do dólar no mundo - ciclo que ainda deve durar e está relacionado com uma divergência fundamental entre a política monetária dos Estados Unidos e do resto do mundo.


 


Os mercados já vem se antecipando ao que será o primeiro aumento de juros do Federal Reserve desde a crise financeira. A alta que não veio em setembro deve ocorrer em outubro, dezembro ou até mesmo 2016 (os analistas divergem).


 


Por outro lado, a desvalorização na Rússia e no Brasil são motivadas principalmente por turbulências internas. No caso dos russos, o problema é a queda do preço do petróleo e as sanções internacionais em vigor por causa da disputa territorial com a Ucrânia.


 


No nosso caso, o problema é que as crises política e econômica se retroalimentam e está ficando cada vez mais difícil vislumbrar uma solução fiscal e a volta do crescimento.


 


"A situação vai caminhando dentro do que se poderia esperar de pior. A queda do nível de atividade está se intensificando, as expectativas em relação ao futuro retardam as decisões de gastos das famílias e das empresas, a queda da atividade piora a arrecadação do governo, essa queda da arrecadação amplia o déficit público e isso piora as expectativas. É um poço sem fundo", diz Pedro Paulo.


 


Divulgado hoje, o último Boletim Focus, levantamento do Banco Central com previsões de economistas, prevê dólar a R$ 4 em 2016, ante previsão de 3,80 reais na pesquisa da semana passada.


 


Nesta segunda-feira, o dólar chegou próximo de R$ 4 e fechou em R$ 3,9970 - maior valor desde 10 de outubro de 2002.


O real foi a segundo moeda do mundo que mais desvalorizou em relação ao dólar nos últimos 12 meses, de acordo com Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da TOV Corretora.



Em primeiro lugar no ranking está o rublo da Rússia, com 72% de desvalorização, seguida do nosso real, com 67%.



A lista tem mais três emergentes - Colômbia (desvalorização de 51%), Turquia (-34%) e Malásia (-32%) - até que apareçam as economias avançadas de Noruega (-29%) e Nova Zelândia (-28%).



Desvalorização da moeda de cada país em relação ao dólar:



1. Rússia  -  72,37%



2. Brasil  -  67,29%



PATROCINADORES

3. Colômbia  -  51,48%



4. Turquia  -  34,15%



5. Malásia  -  32,03%



6. Noruega  -  29,16%



7. Nova Zelândia  -  28,87%



8. México  -  25,98%



9. Austrália  -  25,08%



10. África do Sul  -  21,63%



Por um lado, há um fortalecimento generalizado do dólar no mundo - ciclo que ainda deve durar e está relacionado com uma divergência fundamental entre a política monetária dos Estados Unidos e do resto do mundo.



PATROCINADORES

Os mercados já vem se antecipando ao que será o primeiro aumento de juros do Federal Reserve desde a crise financeira. A alta que não veio em setembro deve ocorrer em outubro, dezembro ou até mesmo 2016 (os analistas divergem).



Por outro lado, a desvalorização na Rússia e no Brasil são motivadas principalmente por turbulências internas. No caso dos russos, o problema é a queda do preço do petróleo e as sanções internacionais em vigor por causa da disputa territorial com a Ucrânia.



No nosso caso, o problema é que as crises política e econômica se retroalimentam e está ficando cada vez mais difícil vislumbrar uma solução fiscal e a volta do crescimento.



"A situação vai caminhando dentro do que se poderia esperar de pior. A queda do nível de atividade está se intensificando, as expectativas em relação ao futuro retardam as decisões de gastos das famílias e das empresas, a queda da atividade piora a arrecadação do governo, essa queda da arrecadação amplia o déficit público e isso piora as expectativas. É um poço sem fundo", diz Pedro Paulo.



Divulgado hoje, o último Boletim Focus, levantamento do Banco Central com previsões de economistas, prevê dólar a R$ 4 em 2016, ante previsão de 3,80 reais na pesquisa da semana passada.



Nesta segunda-feira, o dólar chegou próximo de R$ 4 e fechou em R$ 3,9970 - maior valor desde 10 de outubro de 2002.



Veja Também