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Ciência & Tecnologia

Você aceitaria implantar um chip no cérebro? 1 em cada 4 diz que SIM

Publicado por TV Minas em 25/09/2015

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Você estaria disposto a implantar um chip em seu cérebro que o permitisse acessar a internet? Em uma pesquisa realizada nos últimos meses pela consultoria Vrge com cerca de mil pessoas , 25% responderam "sim", um aumento de 14% em relação ao mesmo estudo, realizado em 2008.

 

De acordo com a consultoria, a ideia é mais aceita pelos homens do que pelas mulheres: 35% dos entrevistados do sexo masculino topariam o processo, enquanto apenas 15% das mulheres se declararam favoráveis ao procedimento.

 

 

Implantes

 

A ideia de implantar dispositivos eletrônicos no corpo tem se popularizado nos últimos anos, mas até hoje, o objetivo é melhorar a vida de pessoas que possuem doenças e deficiências. O implante sugerido na pesquisa serviria apenas para conectar o cérebro à internet, assim como acontece com um smartphone.

 

Implantar um chip sem fio com esse propósito pode parecer ficção científica, mas de acordo com o neurocientista e transumanista do Instituto de Oxford, Anders Sandberg, não é impossível que aconteça. Segundo ele, em teoria, a pessoa conseguiria não só acessar a web, mas também se conectar ao cérebro de outras pessoas.

 

 

Melhorar a vida

 

Quando o assunto é melhorar a qualidade de vida e a saúde, o número de pessoas dispostas a implantar dispositivos eletrônicos sobre para 52%. Nesse caso, a principal queixa é o alto valor da tecnologia, classificada por 43% dos entrevistados como algo para tornar "a vida dos ricos melhor e mais fácil", enquanto 35% a descreveram como algo que "diminui a distância entre ricos e pobres".

Você estaria disposto a implantar um chip em seu cérebro que o permitisse acessar a internet? Em uma pesquisa realizada nos últimos meses pela consultoria Vrge com cerca de mil pessoas , 25% responderam "sim", um aumento de 14% em relação ao mesmo estudo, realizado em 2008.


 


De acordo com a consultoria, a ideia é mais aceita pelos homens do que pelas mulheres: 35% dos entrevistados do sexo masculino topariam o processo, enquanto apenas 15% das mulheres se declararam favoráveis ao procedimento.


 


 


Implantes


 


PATROCINADORES

A ideia de implantar dispositivos eletrônicos no corpo tem se popularizado nos últimos anos, mas até hoje, o objetivo é melhorar a vida de pessoas que possuem doenças e deficiências. O implante sugerido na pesquisa serviria apenas para conectar o cérebro à internet, assim como acontece com um smartphone.


 


Implantar um chip sem fio com esse propósito pode parecer ficção científica, mas de acordo com o neurocientista e transumanista do Instituto de Oxford, Anders Sandberg, não é impossível que aconteça. Segundo ele, em teoria, a pessoa conseguiria não só acessar a web, mas também se conectar ao cérebro de outras pessoas.


 


 


Melhorar a vida


 


Quando o assunto é melhorar a qualidade de vida e a saúde, o número de pessoas dispostas a implantar dispositivos eletrônicos sobre para 52%. Nesse caso, a principal queixa é o alto valor da tecnologia, classificada por 43% dos entrevistados como algo para tornar "a vida dos ricos melhor e mais fácil", enquanto 35% a descreveram como algo que "diminui a distância entre ricos e pobres".


Você estaria disposto a implantar um chip em seu cérebro que o permitisse acessar a internet? Em uma pesquisa realizada nos últimos meses pela consultoria Vrge com cerca de mil pessoas , 25% responderam "sim", um aumento de 14% em relação ao mesmo estudo, realizado em 2008.



De acordo com a consultoria, a ideia é mais aceita pelos homens do que pelas mulheres: 35% dos entrevistados do sexo masculino topariam o processo, enquanto apenas 15% das mulheres se declararam favoráveis ao procedimento.



PATROCINADORES

Implantes



A ideia de implantar dispositivos eletrônicos no corpo tem se popularizado nos últimos anos, mas até hoje, o objetivo é melhorar a vida de pessoas que possuem doenças e deficiências. O implante sugerido na pesquisa serviria apenas para conectar o cérebro à internet, assim como acontece com um smartphone.



Implantar um chip sem fio com esse propósito pode parecer ficção científica, mas de acordo com o neurocientista e transumanista do Instituto de Oxford, Anders Sandberg, não é impossível que aconteça. Segundo ele, em teoria, a pessoa conseguiria não só acessar a web, mas também se conectar ao cérebro de outras pessoas.



Melhorar a vida



Quando o assunto é melhorar a qualidade de vida e a saúde, o número de pessoas dispostas a implantar dispositivos eletrônicos sobre para 52%. Nesse caso, a principal queixa é o alto valor da tecnologia, classificada por 43% dos entrevistados como algo para tornar "a vida dos ricos melhor e mais fácil", enquanto 35% a descreveram como algo que "diminui a distância entre ricos e pobres".



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