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Ciência & Tecnologia

Pesquisadores brasileiros sequenciam em 48h genoma do coronavírus

Publicado por TV Minas em 29/02/2020 às 17h07

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Cientistas do Instituto Adolfo Lutz, da USP e da Universidade de Oxford conseguiram decifrar rapidamente o vírus que chegou no Brasil.

 

Pesquisadores brasileiros conseguiram sequenciar o genoma do vírus que chegou ao País apenas 48h após o primeiro caso.

 

O trabalho foi conduzido por cientistas do Instituto Adolfo Lutz, do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP e da Universidade de Oxford, que fazem parte de um projeto chamado Cadde, apoiado pela Fapesp e pelo Medical Research Centers, do Reino Unido, centro que desenvolve novas técnicas para monitorar epidemias em tempo real.

 

É fundamental conhecer os genomas completos do vírus, que recebeu o nome de SARS-CoV-2, nos vários locais onde ele aparece, para que se compreenda como funciona sua dispersão e também e encontrar mutações passíveis de alterar a evolução da doença, o que pode ajudar em tratamentos e até vacinas.

 

Coletada do paciente de 61 anos que chegou a São Paulo depois de passar quase duas semanas na Lombardia, a região mais afetada da Itália, foi confirmado que a amostra veio da Europa e é geneticamente parecida com a de um genoma sequenciado na Alemanha.

 

O vírus que circula na itália já foi isolado, mas ainda não está em nenhum banco de dados para comparação.

 

“Uma sequência só não revela muita coisa, mas a importância é mostrar que rapidamente somos capazes de fazer e colocar isso à disposição de outros cientistas do mundo. Quanto mais genomas tivermos, mais podemos entender como a epidemia vai evoluindo no mundo. Por isso precisamos ter isso muito rapidamente”, explicou ao Estadão a pesquisadora Ester Sabino, do Instituto de Medicina Tropical.


Os grupos de pesquisa ao redor do mundo estão levando uma média de 15 dias para fazer o sequenciamento. O projeto brasileiro foi lançado com o objetivo de agilizar esse processo e para ajudar a fornecer informações com mais rapidez.

 

“Temos trabalhado para desenvolver uma tecnologia rápida e barata. Todos os casos que forem confirmados no Adolfo Lutz serão sequenciados. A ideia é fornecer informações que possam ser usada para entender a epidemia em curso, para que outros cientistas possam comparar os dados. Essa cadeia de informação de todo mundo junto é importante para o mundo poder responder à epidemia”, diz.

 

Segundo ela, ocorrem pequenas mutações, mas a taxa de variação deste vírus é relativamente baixa. 

Cientistas do Instituto Adolfo Lutz, da USP e da Universidade de Oxford conseguiram decifrar rapidamente o vírus que chegou no Brasil.


 


Pesquisadores brasileiros conseguiram sequenciar o genoma do vírus que chegou ao País apenas 48h após o primeiro caso.


 


O trabalho foi conduzido por cientistas do Instituto Adolfo Lutz, do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP e da Universidade de Oxford, que fazem parte de um projeto chamado Cadde, apoiado pela Fapesp e pelo Medical Research Centers, do Reino Unido, centro que desenvolve novas técnicas para monitorar epidemias em tempo real.


 


É fundamental conhecer os genomas completos do vírus, que recebeu o nome de SARS-CoV-2, nos vários locais onde ele aparece, para que se compreenda como funciona sua dispersão e também e encontrar mutações passíveis de alterar a evolução da doença, o que pode ajudar em tratamentos e até vacinas.


 


Coletada do paciente de 61 anos que chegou a São Paulo depois de passar quase duas semanas na Lombardia, a região mais afetada da Itália, foi confirmado que a amostra veio da Europa e é geneticamente parecida com a de um genoma sequenciado na Alemanha.


PATROCINADORES

 


O vírus que circula na itália já foi isolado, mas ainda não está em nenhum banco de dados para comparação.


 


“Uma sequência só não revela muita coisa, mas a importância é mostrar que rapidamente somos capazes de fazer e colocar isso à disposição de outros cientistas do mundo. Quanto mais genomas tivermos, mais podemos entender como a epidemia vai evoluindo no mundo. Por isso precisamos ter isso muito rapidamente”, explicou ao Estadão a pesquisadora Ester Sabino, do Instituto de Medicina Tropical.



Os grupos de pesquisa ao redor do mundo estão levando uma média de 15 dias para fazer o sequenciamento. O projeto brasileiro foi lançado com o objetivo de agilizar esse processo e para ajudar a fornecer informações com mais rapidez.


 


“Temos trabalhado para desenvolver uma tecnologia rápida e barata. Todos os casos que forem confirmados no Adolfo Lutz serão sequenciados. A ideia é fornecer informações que possam ser usada para entender a epidemia em curso, para que outros cientistas possam comparar os dados. Essa cadeia de informação de todo mundo junto é importante para o mundo poder responder à epidemia”, diz.


 


Segundo ela, ocorrem pequenas mutações, mas a taxa de variação deste vírus é relativamente baixa. 


Cientistas do Instituto Adolfo Lutz, da USP e da Universidade de Oxford conseguiram decifrar rapidamente o vírus que chegou no Brasil.



Pesquisadores brasileiros conseguiram sequenciar o genoma do vírus que chegou ao País apenas 48h após o primeiro caso.



O trabalho foi conduzido por cientistas do Instituto Adolfo Lutz, do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP e da Universidade de Oxford, que fazem parte de um projeto chamado Cadde, apoiado pela Fapesp e pelo Medical Research Centers, do Reino Unido, centro que desenvolve novas técnicas para monitorar epidemias em tempo real.



PATROCINADORES

É fundamental conhecer os genomas completos do vírus, que recebeu o nome de SARS-CoV-2, nos vários locais onde ele aparece, para que se compreenda como funciona sua dispersão e também e encontrar mutações passíveis de alterar a evolução da doença, o que pode ajudar em tratamentos e até vacinas.



Coletada do paciente de 61 anos que chegou a São Paulo depois de passar quase duas semanas na Lombardia, a região mais afetada da Itália, foi confirmado que a amostra veio da Europa e é geneticamente parecida com a de um genoma sequenciado na Alemanha.



O vírus que circula na itália já foi isolado, mas ainda não está em nenhum banco de dados para comparação.



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“Uma sequência só não revela muita coisa, mas a importância é mostrar que rapidamente somos capazes de fazer e colocar isso à disposição de outros cientistas do mundo. Quanto mais genomas tivermos, mais podemos entender como a epidemia vai evoluindo no mundo. Por isso precisamos ter isso muito rapidamente”, explicou ao Estadão a pesquisadora Ester Sabino, do Instituto de Medicina Tropical.




Os grupos de pesquisa ao redor do mundo estão levando uma média de 15 dias para fazer o sequenciamento. O projeto brasileiro foi lançado com o objetivo de agilizar esse processo e para ajudar a fornecer informações com mais rapidez.



“Temos trabalhado para desenvolver uma tecnologia rápida e barata. Todos os casos que forem confirmados no Adolfo Lutz serão sequenciados. A ideia é fornecer informações que possam ser usada para entender a epidemia em curso, para que outros cientistas possam comparar os dados. Essa cadeia de informação de todo mundo junto é importante para o mundo poder responder à epidemia”, diz.



Segundo ela, ocorrem pequenas mutações, mas a taxa de variação deste vírus é relativamente baixa. 



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