news:

Notícias

"Vamos voltar às reformas nos próximos 60, 90 dias", diz Guedes

Publicado por TV Minas em 17/06/2020 às 22h31

foto_principal.jpg

De acordo com ministro, agenda de reformas deve retornar nas próximas semanas.

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, alertou nesta quarta-feira 17, que a recessão econômica causada pela pandemia de covid-19 pode se transformar em uma depressão econômica se seus efeitos na atividade não forem enfrentados.

 

“Vamos passar pela guerra contra essa doença com senso de cooperação e preservando vidas. Depois, temos pela frente o que eu chamo de segunda onda da crise, que é econômica. Essa recessão pode ser transformar em depressão econômica se não combatermos seus efeitos”, afirmou o ministro, em videoconferência organizada pelo Acton Institute.

 

Ele ressaltou, porém, a importância de se retomar a discussão do programa de reformas que tramitam no Congresso Nacional.

 

“Gastamos duas vezes mais que países emergentes e 10% mais que a média dos países avançados [para combater os feitos da pandemia]. Então agora que estamos finalizando nossos programas emergenciais, vamos voltar às reformas nos próximos 60, 90 dias”, disse, acrescentando que o governo vai acelerar as reformas e levará o país para uma direção liberal.

 

Guedes citou as medidas emergenciais tomadas pelo governo desde o início da crise, como a criação de um auxílio aos desempregados e trabalhadores informais, além de repasses para governos regionais.

De acordo com ministro, agenda de reformas deve retornar nas próximas semanas.


 


O ministro da Economia, Paulo Guedes, alertou nesta quarta-feira 17, que a recessão econômica causada pela pandemia de covid-19 pode se transformar em uma depressão econômica se seus efeitos na atividade não forem enfrentados.


 


“Vamos passar pela guerra contra essa doença com senso de cooperação e preservando vidas. Depois, temos pela frente o que eu chamo de segunda onda da crise, que é econômica. Essa recessão pode ser transformar em depressão econômica se não combatermos seus efeitos”, afirmou o ministro, em videoconferência organizada pelo Acton Institute.


PATROCINADORES

 


Ele ressaltou, porém, a importância de se retomar a discussão do programa de reformas que tramitam no Congresso Nacional.


 


“Gastamos duas vezes mais que países emergentes e 10% mais que a média dos países avançados [para combater os feitos da pandemia]. Então agora que estamos finalizando nossos programas emergenciais, vamos voltar às reformas nos próximos 60, 90 dias”, disse, acrescentando que o governo vai acelerar as reformas e levará o país para uma direção liberal.


 


Guedes citou as medidas emergenciais tomadas pelo governo desde o início da crise, como a criação de um auxílio aos desempregados e trabalhadores informais, além de repasses para governos regionais.


De acordo com ministro, agenda de reformas deve retornar nas próximas semanas.



O ministro da Economia, Paulo Guedes, alertou nesta quarta-feira 17, que a recessão econômica causada pela pandemia de covid-19 pode se transformar em uma depressão econômica se seus efeitos na atividade não forem enfrentados.



“Vamos passar pela guerra contra essa doença com senso de cooperação e preservando vidas. Depois, temos pela frente o que eu chamo de segunda onda da crise, que é econômica. Essa recessão pode ser transformar em depressão econômica se não combatermos seus efeitos”, afirmou o ministro, em videoconferência organizada pelo Acton Institute.



PATROCINADORES

Ele ressaltou, porém, a importância de se retomar a discussão do programa de reformas que tramitam no Congresso Nacional.



“Gastamos duas vezes mais que países emergentes e 10% mais que a média dos países avançados [para combater os feitos da pandemia]. Então agora que estamos finalizando nossos programas emergenciais, vamos voltar às reformas nos próximos 60, 90 dias”, disse, acrescentando que o governo vai acelerar as reformas e levará o país para uma direção liberal.



Guedes citou as medidas emergenciais tomadas pelo governo desde o início da crise, como a criação de um auxílio aos desempregados e trabalhadores informais, além de repasses para governos regionais.



Veja Também