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Bem Estar

Refugiado descobre no Brasil que poderá voltar a andar

Publicado por TV Minas em 20/06/2020 às 10h13

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O refugiado José Torres descobriu duas coisas importantes quando chegou ao Brasil: o poder da solidariedade e que tem chances de voltar a andar.

 

Ele trabalhava em um garimpo na Venezuela e teve um acidente de trabalho: caiu em um buraco de mina, fraturou uma vértebra da coluna e não consegue mais andar.

 

O venezuelano veio para o Brasil em busca de tratamento, junto com a mulher, Ariany, que estava grávida na época.

 

Aqui ele descobriu que poderia recuperar o movimento das pernas, mas para isso precisaria urgentemente de fisioterapia e tratamento neurológico.

 

O Refúgio 343 conseguiu ajudá-lo! A organização, que atua na reinserção socioeconômica de famílias de refugiados venezuelanos no Brasil, levou José para a cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo.

 

Ele foi acolhido justamente pela fisioterapeuta Juliana Zochetti. E foi ela quem deu esperanças ao venezuelano.

 

Juliana disse que, com tratamento, ele tem chances sim de voltar a andar, apesar de ter fraturado a T4 (vértebra da coluna), mas que tudo vai depender da evolução do tratamento.

 

 

História

 

A família – incluindo o filho Jonathan, que nasceu em Boa Vista (RR) – chegou ao interior de São Paulo no último dia 29 de maio e já está instalada em uma casa, montada com a ajuda de voluntários.

 

Jose já está recebendo tratamento de saúde e a mulher, Ariany, agora busca por oportunidade de emprego.

 

A família de Jose é uma das 167 que o Refúgio 343 já “interiorizou”.

 

A organização atua na reinserção socioeconômica de famílias de refugiados venezuelanos no Brasil.

 

Com a ajuda de voluntários, a Refúgio 343 já garantiu lares em 71 cidades do país, com recomeços para 166 famílias, 55 delas durante os meses de abril e maio, durante a pandemia.

 

Em 20 de junho, justamente o Dia Mundial dos Refugiados, a entidade completa 1 ano da sua primeira família interiorizada.

 

 

Como ajudar

 

Pessoas da sociedade civil podem fazer parte desse trabalho humanitário e acolherem famílias em suas cidades, ou ainda se tornam sócias da organização.

 

Com doações a partir de R$ 1 por dia é possível ajudar a transformar a vida dessas pessoas.

 

Veja como ajudar no site do Regufio343 .

 

Ou acesse a página deles no Instagram .

O refugiado José Torres descobriu duas coisas importantes quando chegou ao Brasil: o poder da solidariedade e que tem chances de voltar a andar.


 


Ele trabalhava em um garimpo na Venezuela e teve um acidente de trabalho: caiu em um buraco de mina, fraturou uma vértebra da coluna e não consegue mais andar.


 


O venezuelano veio para o Brasil em busca de tratamento, junto com a mulher, Ariany, que estava grávida na época.


 


Aqui ele descobriu que poderia recuperar o movimento das pernas, mas para isso precisaria urgentemente de fisioterapia e tratamento neurológico.


 


O Refúgio 343 conseguiu ajudá-lo! A organização, que atua na reinserção socioeconômica de famílias de refugiados venezuelanos no Brasil, levou José para a cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo.


 


Ele foi acolhido justamente pela fisioterapeuta Juliana Zochetti. E foi ela quem deu esperanças ao venezuelano.


 


Juliana disse que, com tratamento, ele tem chances sim de voltar a andar, apesar de ter fraturado a T4 (vértebra da coluna), mas que tudo vai depender da evolução do tratamento.


 


 


História


 


A família – incluindo o filho Jonathan, que nasceu em Boa Vista (RR) – chegou ao interior de São Paulo no último dia 29 de maio e já está instalada em uma casa, montada com a ajuda de voluntários.


 


PATROCINADORES

Jose já está recebendo tratamento de saúde e a mulher, Ariany, agora busca por oportunidade de emprego.


 


A família de Jose é uma das 167 que o Refúgio 343 já “interiorizou”.


 


A organização atua na reinserção socioeconômica de famílias de refugiados venezuelanos no Brasil.


 


Com a ajuda de voluntários, a Refúgio 343 já garantiu lares em 71 cidades do país, com recomeços para 166 famílias, 55 delas durante os meses de abril e maio, durante a pandemia.


 


Em 20 de junho, justamente o Dia Mundial dos Refugiados, a entidade completa 1 ano da sua primeira família interiorizada.


 


 


Como ajudar


 


Pessoas da sociedade civil podem fazer parte desse trabalho humanitário e acolherem famílias em suas cidades, ou ainda se tornam sócias da organização.


 


Com doações a partir de R$ 1 por dia é possível ajudar a transformar a vida dessas pessoas.


 


Veja como ajudar no site do Regufio343 .


 


Ou acesse a página deles no Instagram .


O refugiado José Torres descobriu duas coisas importantes quando chegou ao Brasil: o poder da solidariedade e que tem chances de voltar a andar.



Ele trabalhava em um garimpo na Venezuela e teve um acidente de trabalho: caiu em um buraco de mina, fraturou uma vértebra da coluna e não consegue mais andar.



O venezuelano veio para o Brasil em busca de tratamento, junto com a mulher, Ariany, que estava grávida na época.



Aqui ele descobriu que poderia recuperar o movimento das pernas, mas para isso precisaria urgentemente de fisioterapia e tratamento neurológico.



O Refúgio 343 conseguiu ajudá-lo! A organização, que atua na reinserção socioeconômica de famílias de refugiados venezuelanos no Brasil, levou José para a cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo.



Ele foi acolhido justamente pela fisioterapeuta Juliana Zochetti. E foi ela quem deu esperanças ao venezuelano.



Juliana disse que, com tratamento, ele tem chances sim de voltar a andar, apesar de ter fraturado a T4 (vértebra da coluna), mas que tudo vai depender da evolução do tratamento.



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História



A família – incluindo o filho Jonathan, que nasceu em Boa Vista (RR) – chegou ao interior de São Paulo no último dia 29 de maio e já está instalada em uma casa, montada com a ajuda de voluntários.



Jose já está recebendo tratamento de saúde e a mulher, Ariany, agora busca por oportunidade de emprego.



A família de Jose é uma das 167 que o Refúgio 343 já “interiorizou”.



A organização atua na reinserção socioeconômica de famílias de refugiados venezuelanos no Brasil.



Com a ajuda de voluntários, a Refúgio 343 já garantiu lares em 71 cidades do país, com recomeços para 166 famílias, 55 delas durante os meses de abril e maio, durante a pandemia.



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Em 20 de junho, justamente o Dia Mundial dos Refugiados, a entidade completa 1 ano da sua primeira família interiorizada.



Como ajudar



Pessoas da sociedade civil podem fazer parte desse trabalho humanitário e acolherem famílias em suas cidades, ou ainda se tornam sócias da organização.



Com doações a partir de R$ 1 por dia é possível ajudar a transformar a vida dessas pessoas.



Veja como ajudar no site do Regufio343 .



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