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Bem Estar

Estudantes brasileiros da rede pública concorrem à premiação na Suécia

Publicado por TV Minas em 21/06/2020 às 10h47

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É preciso reconhecer e prestigiar os inúmeros projetos incríveis, sobretudo quando falamos da rede pública! A Escola Técnica Estadual (Etec) Irmã Agostina, em São Paulo, está concorrendo ao Prêmio Jovem da Água de Estocolmo e isto é um passo muito importante na ciência brasileira!

 

Os estudantes já venceram a etapa nacional da competição graças ao projeto que trata água com substância extraída da casca da laranja.

 

Com o título de Atividade biofloculante da pectina extraída da casca da laranja para tratamento de efluentes líquidos, Daniel Santos e Iago Martins, do curso técnico em Química, utilizaram a pectina – presente na casca da laranja, para substituir um produto tóxico que costuma ser usado para eliminar as impurezas da água.

 

O trabalho já foi apresentado através da plataforma digital da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, mas o próximo passo é expor a pesquisa na Semana Internacional da Água, na capital da Suécia.

 

Quando questionado, o orientador do projeto – Alexandre Barros, diz que o mérito é dos estudantes e que é por isto que devemos investir em educação pública de qualidade:

 

“O prêmio dá visibilidade ao trabalho desenvolvido pela equipe pedagógica das Etecs e principalmente aos professores da unidade Irmã Agostina. Existe um esforço diário de construção do conhecimento junto aos alunos e esse reconhecimento é recompensador para todos”, completa.

 

Sabemos da importância de um país investir em educação e ciência, para que assim possa oferecer mais oportunidades aos seus cidadãos. Iago concorda.

 

Segundo ele, o prêmio: “Além de ser uma credencial para um futuro processo seletivo de emprego ou em algum projeto de pesquisa”.

 

Vale lembrar que a Etec Irmã Agostinajá foi premiada outras vezes. Em 2019, a unidade também foi a vencedora da final nacional e representou o país na etapa internacional da competição.

 

 

A premiação

 

O tecnólogo Álvaro Diogo, que também coordena o evento, destaca o alto nível dos trabalhos e afirmou que a diferença de pontos entre os cinco finalistas foi pequena. “Um dos destaques desta edição foi a significativa participação das mulheres e isso reitera a tendência da presença feminina na Ciência”, afirma.

 

Além da Etec Irmã Agostina, as unidades do Centro Paula Souza (CPS) também estão concorrendo à final nacional do Prêmio Jovem da Água de Estocolmo com três projetos de alunos que apresentaram propostas para a crise mundial da água.

 

 

Futuro

 

Ao encorajar estudantes a pensarem em um mundo mais sustentável, premiações como esta fomentam jovens a buscarem soluções e estimulam a ciência brasileira. Sem ciência, não há futuro. Parabéns a todos os estudantes brasileiros concorrendo à premiação, estamos torcendo para vocês!

É preciso reconhecer e prestigiar os inúmeros projetos incríveis, sobretudo quando falamos da rede pública! A Escola Técnica Estadual (Etec) Irmã Agostina, em São Paulo, está concorrendo ao Prêmio Jovem da Água de Estocolmo e isto é um passo muito importante na ciência brasileira!


 


Os estudantes já venceram a etapa nacional da competição graças ao projeto que trata água com substância extraída da casca da laranja.


 


Com o título de Atividade biofloculante da pectina extraída da casca da laranja para tratamento de efluentes líquidos, Daniel Santos e Iago Martins, do curso técnico em Química, utilizaram a pectina – presente na casca da laranja, para substituir um produto tóxico que costuma ser usado para eliminar as impurezas da água.


 


O trabalho já foi apresentado através da plataforma digital da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, mas o próximo passo é expor a pesquisa na Semana Internacional da Água, na capital da Suécia.


 


Quando questionado, o orientador do projeto – Alexandre Barros, diz que o mérito é dos estudantes e que é por isto que devemos investir em educação pública de qualidade:


 


“O prêmio dá visibilidade ao trabalho desenvolvido pela equipe pedagógica das Etecs e principalmente aos professores da unidade Irmã Agostina. Existe um esforço diário de construção do conhecimento junto aos alunos e esse reconhecimento é recompensador para todos”, completa.


 


Sabemos da importância de um país investir em educação e ciência, para que assim possa oferecer mais oportunidades aos seus cidadãos. Iago concorda.


 


PATROCINADORES

Segundo ele, o prêmio: “Além de ser uma credencial para um futuro processo seletivo de emprego ou em algum projeto de pesquisa”.


 


Vale lembrar que a Etec Irmã Agostinajá foi premiada outras vezes. Em 2019, a unidade também foi a vencedora da final nacional e representou o país na etapa internacional da competição.


 


 


A premiação


 


O tecnólogo Álvaro Diogo, que também coordena o evento, destaca o alto nível dos trabalhos e afirmou que a diferença de pontos entre os cinco finalistas foi pequena. “Um dos destaques desta edição foi a significativa participação das mulheres e isso reitera a tendência da presença feminina na Ciência”, afirma.


 


Além da Etec Irmã Agostina, as unidades do Centro Paula Souza (CPS) também estão concorrendo à final nacional do Prêmio Jovem da Água de Estocolmo com três projetos de alunos que apresentaram propostas para a crise mundial da água.


 


 


Futuro


 


Ao encorajar estudantes a pensarem em um mundo mais sustentável, premiações como esta fomentam jovens a buscarem soluções e estimulam a ciência brasileira. Sem ciência, não há futuro. Parabéns a todos os estudantes brasileiros concorrendo à premiação, estamos torcendo para vocês!


É preciso reconhecer e prestigiar os inúmeros projetos incríveis, sobretudo quando falamos da rede pública! A Escola Técnica Estadual (Etec) Irmã Agostina, em São Paulo, está concorrendo ao Prêmio Jovem da Água de Estocolmo e isto é um passo muito importante na ciência brasileira!



Os estudantes já venceram a etapa nacional da competição graças ao projeto que trata água com substância extraída da casca da laranja.



Com o título de Atividade biofloculante da pectina extraída da casca da laranja para tratamento de efluentes líquidos, Daniel Santos e Iago Martins, do curso técnico em Química, utilizaram a pectina – presente na casca da laranja, para substituir um produto tóxico que costuma ser usado para eliminar as impurezas da água.



O trabalho já foi apresentado através da plataforma digital da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, mas o próximo passo é expor a pesquisa na Semana Internacional da Água, na capital da Suécia.



Quando questionado, o orientador do projeto – Alexandre Barros, diz que o mérito é dos estudantes e que é por isto que devemos investir em educação pública de qualidade:



PATROCINADORES

“O prêmio dá visibilidade ao trabalho desenvolvido pela equipe pedagógica das Etecs e principalmente aos professores da unidade Irmã Agostina. Existe um esforço diário de construção do conhecimento junto aos alunos e esse reconhecimento é recompensador para todos”, completa.



Sabemos da importância de um país investir em educação e ciência, para que assim possa oferecer mais oportunidades aos seus cidadãos. Iago concorda.



Segundo ele, o prêmio: “Além de ser uma credencial para um futuro processo seletivo de emprego ou em algum projeto de pesquisa”.



Vale lembrar que a Etec Irmã Agostinajá foi premiada outras vezes. Em 2019, a unidade também foi a vencedora da final nacional e representou o país na etapa internacional da competição.



PATROCINADORES

A premiação



O tecnólogo Álvaro Diogo, que também coordena o evento, destaca o alto nível dos trabalhos e afirmou que a diferença de pontos entre os cinco finalistas foi pequena. “Um dos destaques desta edição foi a significativa participação das mulheres e isso reitera a tendência da presença feminina na Ciência”, afirma.



Além da Etec Irmã Agostina, as unidades do Centro Paula Souza (CPS) também estão concorrendo à final nacional do Prêmio Jovem da Água de Estocolmo com três projetos de alunos que apresentaram propostas para a crise mundial da água.



Futuro



Ao encorajar estudantes a pensarem em um mundo mais sustentável, premiações como esta fomentam jovens a buscarem soluções e estimulam a ciência brasileira. Sem ciência, não há futuro. Parabéns a todos os estudantes brasileiros concorrendo à premiação, estamos torcendo para vocês!



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