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Polícia do DF realiza buscas em chácara do grupo "300 do Brasil"

Publicado por TV Minas em 21/06/2020 às 12h31

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Operação em ponto de apoio do movimento bolsonarista aconteceu nesta manhã. Líder do grupo, Sara Winter está presa desde segunda-feira.

 

A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu na manhã deste domingo, 21, um mandado de busca e apreensão em uma chácara que é usada como local de apoio para o grupo de extrema direita “300 do Brasil”. São investigados os supostos crimes de milícia privada, ameaças e porte
de armas.

 

“O alvo foi uma chácara na região de Arniqueiras-DF com duas casas, onde também havia barracas instaladas. O imóvel contava com câmeras de segurança que cobriam toda a sua extensão. Em meio à ação, foram apreendidos fogos de artifício, vários manuscritos com planejamento de ações e discursos, cartazes, aparelhos de telefone celular, um facão, um cofre (que ainda será aberto), e outros materiais destinados a manifestações”, diz a nota enviada a VEJA.

 

De acordo com a Polícia Civil, a operação foi organizada por trinta policiais da Coordenação Especial de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado, da Divisão de Operações Especiais e da Divisão de Operações Aéreas.

 

O “300 do Brasil”, que apoia o presidente Jair Bolsonaro, também é investigado pela Polícia Federal (PF). No sábado 13, o grupo atacou o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) com fogos de artifício. Líder do grupo, a ativista Sara Winter foi presa pela Polícia Federal na manhã da segunda-feira, 19, em Brasília.

 

Nesta quinta-feira, 18, a ministra do STF Cármen Lúcia negou pedidos de liberdade feitos pela defesa da militante bolsonarista. Na sexta-feira 19, o ministro Alexandre de Moraes prorrogou por mais cinco dias a prisão de Sara, a pedido da Procuradoria-Geral da República. 

Operação em ponto de apoio do movimento bolsonarista aconteceu nesta manhã. Líder do grupo, Sara Winter está presa desde segunda-feira.


 


A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu na manhã deste domingo, 21, um mandado de busca e apreensão em uma chácara que é usada como local de apoio para o grupo de extrema direita “300 do Brasil”. São investigados os supostos crimes de milícia privada, ameaças e porte
de armas.


 


“O alvo foi uma chácara na região de Arniqueiras-DF com duas casas, onde também havia barracas instaladas. O imóvel contava com câmeras de segurança que cobriam toda a sua extensão. Em meio à ação, foram apreendidos fogos de artifício, vários manuscritos com planejamento de ações e discursos, cartazes, aparelhos de telefone celular, um facão, um cofre (que ainda será aberto), e outros materiais destinados a manifestações”, diz a nota enviada a VEJA.


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De acordo com a Polícia Civil, a operação foi organizada por trinta policiais da Coordenação Especial de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado, da Divisão de Operações Especiais e da Divisão de Operações Aéreas.


 


O “300 do Brasil”, que apoia o presidente Jair Bolsonaro, também é investigado pela Polícia Federal (PF). No sábado 13, o grupo atacou o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) com fogos de artifício. Líder do grupo, a ativista Sara Winter foi presa pela Polícia Federal na manhã da segunda-feira, 19, em Brasília.


 


Nesta quinta-feira, 18, a ministra do STF Cármen Lúcia negou pedidos de liberdade feitos pela defesa da militante bolsonarista. Na sexta-feira 19, o ministro Alexandre de Moraes prorrogou por mais cinco dias a prisão de Sara, a pedido da Procuradoria-Geral da República. 


Operação em ponto de apoio do movimento bolsonarista aconteceu nesta manhã. Líder do grupo, Sara Winter está presa desde segunda-feira.



A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu na manhã deste domingo, 21, um mandado de busca e apreensão em uma chácara que é usada como local de apoio para o grupo de extrema direita “300 do Brasil”. São investigados os supostos crimes de milícia privada, ameaças e porte
de armas.



“O alvo foi uma chácara na região de Arniqueiras-DF com duas casas, onde também havia barracas instaladas. O imóvel contava com câmeras de segurança que cobriam toda a sua extensão. Em meio à ação, foram apreendidos fogos de artifício, vários manuscritos com planejamento de ações e discursos, cartazes, aparelhos de telefone celular, um facão, um cofre (que ainda será aberto), e outros materiais destinados a manifestações”, diz a nota enviada a VEJA.



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De acordo com a Polícia Civil, a operação foi organizada por trinta policiais da Coordenação Especial de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado, da Divisão de Operações Especiais e da Divisão de Operações Aéreas.



O “300 do Brasil”, que apoia o presidente Jair Bolsonaro, também é investigado pela Polícia Federal (PF). No sábado 13, o grupo atacou o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) com fogos de artifício. Líder do grupo, a ativista Sara Winter foi presa pela Polícia Federal na manhã da segunda-feira, 19, em Brasília.



Nesta quinta-feira, 18, a ministra do STF Cármen Lúcia negou pedidos de liberdade feitos pela defesa da militante bolsonarista. Na sexta-feira 19, o ministro Alexandre de Moraes prorrogou por mais cinco dias a prisão de Sara, a pedido da Procuradoria-Geral da República. 



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