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Festa da COVID-19 dá prêmio em dinheiro para quem pegar coronavírus

Publicado por TV Minas em 03/07/2020 às 19h45 - Atualizado às 19h05

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O "vencedor" da disputa recebe um valor em dinheiro arrecadado com as entradas do evento.

 

Estudantes universitários do Alabama, nos Estados Unidos, fizeram uma festa com uma competição que premia a primeira pessoa infectada pela COVID-19. O "vencedor" da disputa recebe um valor em dinheiro arrecadado com as entradas do evento.

 

A COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, deixou cerca de 521 mil mortos em todo o planeta - um quarto nos EUA. Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia, com 128 mil mortes e 2,73 milhões de pessoas contaminadas.

 

O registro da festa foi feito pela rede de televisão americana CNN e ocorreu na cidade de Tuscaloosa, que tem cerca de 100 mil habitantes. Os relatos indicam que os participantes eram convidados por outros amigos e conhecidos para tentarem pegar o vírus o quanto antes possível.

 

"No início, pensamos que eram rumores. Mas fizemos algumas investigações, médicos confirmaram e o Estado também confirmou que tinha a mesma informação", disse Sonya McKinstry, uma vereadora da cidade.

 

Nesse tipo de festa, a pessoa que for infectada primeiro com o coronavírus recebe o dinheiro pago pelas entradas na festa. As autoridades afirmam que a região teve várias festas semelhantes nas últimas semanas. "Não é apenas irresponsável, você pode ainda contrair o vírus e levá-lo para a casa, para os seus pais, seus avós", reclamou McKinstry.

 

A porta-voz do Departamento de Saúde Pública do Alabama, Arrol Sheehan, afirmou à rede ABC News que a lei vigente obriga pessoas infectadas com covid-19 a permanecerem duas semanas em casa. "Suspeitas de violações da quarentena devem ser relatadas à polícia e ao departamento de saúde local", recomendou. O valor para quem violar a lei é de US$ 500 (R$ 2.672)

 

De acordo com um levantamento em tempo real da Universidade Johns Hopkins, o Alabama registrou 995 mortes decorrentes da covid-19 e aproximadamente 39 mil contaminações.

 

A cidade de Tuscaloosa determinou o uso obrigatório de máscara esta semana e intensificou as investigações para acabar com esse tipo de evento.

 

Os EUA tiveram nesta semana mais de 50 mil contaminações pelo segundo dia seguido, os maiores registros desde o início da pandemia.

O "vencedor" da disputa recebe um valor em dinheiro arrecadado com as entradas do evento.


 


Estudantes universitários do Alabama, nos Estados Unidos, fizeram uma festa com uma competição que premia a primeira pessoa infectada pela COVID-19. O "vencedor" da disputa recebe um valor em dinheiro arrecadado com as entradas do evento.


 


A COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, deixou cerca de 521 mil mortos em todo o planeta - um quarto nos EUA. Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia, com 128 mil mortes e 2,73 milhões de pessoas contaminadas.


 


O registro da festa foi feito pela rede de televisão americana CNN e ocorreu na cidade de Tuscaloosa, que tem cerca de 100 mil habitantes. Os relatos indicam que os participantes eram convidados por outros amigos e conhecidos para tentarem pegar o vírus o quanto antes possível.


 


"No início, pensamos que eram rumores. Mas fizemos algumas investigações, médicos confirmaram e o Estado também confirmou que tinha a mesma informação", disse Sonya McKinstry, uma vereadora da cidade.


PATROCINADORES

 


Nesse tipo de festa, a pessoa que for infectada primeiro com o coronavírus recebe o dinheiro pago pelas entradas na festa. As autoridades afirmam que a região teve várias festas semelhantes nas últimas semanas. "Não é apenas irresponsável, você pode ainda contrair o vírus e levá-lo para a casa, para os seus pais, seus avós", reclamou McKinstry.


 


A porta-voz do Departamento de Saúde Pública do Alabama, Arrol Sheehan, afirmou à rede ABC News que a lei vigente obriga pessoas infectadas com covid-19 a permanecerem duas semanas em casa. "Suspeitas de violações da quarentena devem ser relatadas à polícia e ao departamento de saúde local", recomendou. O valor para quem violar a lei é de US$ 500 (R$ 2.672)


 


De acordo com um levantamento em tempo real da Universidade Johns Hopkins, o Alabama registrou 995 mortes decorrentes da covid-19 e aproximadamente 39 mil contaminações.


 


A cidade de Tuscaloosa determinou o uso obrigatório de máscara esta semana e intensificou as investigações para acabar com esse tipo de evento.


 


Os EUA tiveram nesta semana mais de 50 mil contaminações pelo segundo dia seguido, os maiores registros desde o início da pandemia.


O "vencedor" da disputa recebe um valor em dinheiro arrecadado com as entradas do evento.



Estudantes universitários do Alabama, nos Estados Unidos, fizeram uma festa com uma competição que premia a primeira pessoa infectada pela COVID-19. O "vencedor" da disputa recebe um valor em dinheiro arrecadado com as entradas do evento.



A COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, deixou cerca de 521 mil mortos em todo o planeta - um quarto nos EUA. Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia, com 128 mil mortes e 2,73 milhões de pessoas contaminadas.



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O registro da festa foi feito pela rede de televisão americana CNN e ocorreu na cidade de Tuscaloosa, que tem cerca de 100 mil habitantes. Os relatos indicam que os participantes eram convidados por outros amigos e conhecidos para tentarem pegar o vírus o quanto antes possível.



"No início, pensamos que eram rumores. Mas fizemos algumas investigações, médicos confirmaram e o Estado também confirmou que tinha a mesma informação", disse Sonya McKinstry, uma vereadora da cidade.



Nesse tipo de festa, a pessoa que for infectada primeiro com o coronavírus recebe o dinheiro pago pelas entradas na festa. As autoridades afirmam que a região teve várias festas semelhantes nas últimas semanas. "Não é apenas irresponsável, você pode ainda contrair o vírus e levá-lo para a casa, para os seus pais, seus avós", reclamou McKinstry.



PATROCINADORES

A porta-voz do Departamento de Saúde Pública do Alabama, Arrol Sheehan, afirmou à rede ABC News que a lei vigente obriga pessoas infectadas com covid-19 a permanecerem duas semanas em casa. "Suspeitas de violações da quarentena devem ser relatadas à polícia e ao departamento de saúde local", recomendou. O valor para quem violar a lei é de US$ 500 (R$ 2.672)



De acordo com um levantamento em tempo real da Universidade Johns Hopkins, o Alabama registrou 995 mortes decorrentes da covid-19 e aproximadamente 39 mil contaminações.



A cidade de Tuscaloosa determinou o uso obrigatório de máscara esta semana e intensificou as investigações para acabar com esse tipo de evento.



Os EUA tiveram nesta semana mais de 50 mil contaminações pelo segundo dia seguido, os maiores registros desde o início da pandemia.



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