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Ciência & Tecnologia

Pesquisadores brasileiros podem ter descoberto cura da AIDS

Publicado por TV Minas em 06/07/2020 às 13h34 - Atualizado às 10h49

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Um paciente que convivia com o vírus há sete anos foi curado pela equipe; próxima fase do estudo será conduzida com 60 pessoas.

 

Um estudo, que começou em 2013, realizado pela instituição e coordenado pelo infectologista Ricardo Sobhie Diaz foi feito em escala global a fim de testar um novo tratamento em pessoas contaminadas pelo HIV.

 

Com ele, os pesquisadores conseguiram eliminar o vírus de uma pessoa que convivia há sete anos com a doença. 

 

A pesquisa foi feita com 30 voluntários que tinham carga viral indetectável de HIV. Todos os pacientes estavam em tratamento há mais de dois anos.

 

A equipe da Unifesp usou um misto de medicamentos, substâncias que matam o vírus da AIDS e uma vacina produzida com o DNA de cada pessoa que faz com que o sistema imunológico reaja e encontre as células infectadas. São quatro drogas administrados pelos pesquisadores, além da vacina. 

 

“A gente intensificou o tratamento. Usamos três substâncias no estudo, além de criar uma vacina”, disse o pesquisador em entrevista à rede de televisão CNN Brasil.

 

Atualmente paralisado devido à pandemia do coronavírus, o estudo deve contar ainda com mais uma fase, que incluirá o dobro de pessoas. 

Um paciente que convivia com o vírus há sete anos foi curado pela equipe; próxima fase do estudo será conduzida com 60 pessoas.


 


Um estudo, que começou em 2013, realizado pela instituição e coordenado pelo infectologista Ricardo Sobhie Diaz foi feito em escala global a fim de testar um novo tratamento em pessoas contaminadas pelo HIV.


 


Com ele, os pesquisadores conseguiram eliminar o vírus de uma pessoa que convivia há sete anos com a doença. 


 


PATROCINADORES

A pesquisa foi feita com 30 voluntários que tinham carga viral indetectável de HIV. Todos os pacientes estavam em tratamento há mais de dois anos.


 


A equipe da Unifesp usou um misto de medicamentos, substâncias que matam o vírus da AIDS e uma vacina produzida com o DNA de cada pessoa que faz com que o sistema imunológico reaja e encontre as células infectadas. São quatro drogas administrados pelos pesquisadores, além da vacina. 


 


“A gente intensificou o tratamento. Usamos três substâncias no estudo, além de criar uma vacina”, disse o pesquisador em entrevista à rede de televisão CNN Brasil.


 


Atualmente paralisado devido à pandemia do coronavírus, o estudo deve contar ainda com mais uma fase, que incluirá o dobro de pessoas. 


Um paciente que convivia com o vírus há sete anos foi curado pela equipe; próxima fase do estudo será conduzida com 60 pessoas.



Um estudo, que começou em 2013, realizado pela instituição e coordenado pelo infectologista Ricardo Sobhie Diaz foi feito em escala global a fim de testar um novo tratamento em pessoas contaminadas pelo HIV.



Com ele, os pesquisadores conseguiram eliminar o vírus de uma pessoa que convivia há sete anos com a doença. 



PATROCINADORES

A pesquisa foi feita com 30 voluntários que tinham carga viral indetectável de HIV. Todos os pacientes estavam em tratamento há mais de dois anos.



A equipe da Unifesp usou um misto de medicamentos, substâncias que matam o vírus da AIDS e uma vacina produzida com o DNA de cada pessoa que faz com que o sistema imunológico reaja e encontre as células infectadas. São quatro drogas administrados pelos pesquisadores, além da vacina. 



“A gente intensificou o tratamento. Usamos três substâncias no estudo, além de criar uma vacina”, disse o pesquisador em entrevista à rede de televisão CNN Brasil.



Atualmente paralisado devido à pandemia do coronavírus, o estudo deve contar ainda com mais uma fase, que incluirá o dobro de pessoas. 



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