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Cuidadora é presa suspeita de provocar coma em idosa de 79 anos

Publicado por TV Minas em 06/07/2020 às 21h40

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Cuidadora confessou ter dado remédios e insulina para a idosa que, sem ser diabética, entrou em coma.

 

Policiais da 21ª DP (Bonsucesso) prenderam um cuidadora, suspeita de furto e tentativa de homicídio de uma idosa de 79 anos.

 

Segundo a polícia, Rosimeri Cristina dos Santos Marcos Trindade, de 46 anos, confessou ter usado o cartão bancário da vítima e aplicado insulina nela que, sem ser diabética, entrou em coma.

 

O delegado Hilton Alonso contou que Rosimeri foi presa na casa dela, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, em 30 de junho. A prisão aconteceu quando ela recebia material de construção comprado com o cartão furtado da idosa.

 

A prisão cautelar da cuidadora foi determinada pelo Plantão Judiciário. A polícia segue nas investigações para descobrir se há outras possíveis vítimas dela.

 

Segundo o delegado Alonso, Rosimari é auxiliar de enfermagem e foi contratada pelo filho da vítima, através de uma agência, para cuidar da mãe durante a pandemia de coronavírus. Como ele mora em São Paulo e não teria condições de vir ao Rio com frequência, em comum acordo com a mãe, buscou um serviço de acompanhantes, em março.

 

Após algumas substituições de profissionais, Rosimeri começou a se revezar com outra cuidadora no atendimento à vítima.

 

Segundo o delegado, o filho contou que a mãe estava lúcida e bem de saúde. No dia 8 de junho, ela ligou para o filho informando que seu cartão de débito tinha sumido após a ida a uma casa lotérica onde, acompanhada de Rosimeri, sacou dinheiro e fez apostas.

 

O filho contou à polícia que a desconfiança surgiu depois que a idosa ouviu uma ligação de Rosimeri informando que já tinha dinheiro na conta para comprar tudo. A idosa ficou irritada ao perceber que além do cartão, não encontrava também o dinheiro que tinha sacado na lotérica.

 

O delegado destacou que o filho, preocupado com a mãe, pediu para que uma prima fosse passar uns dias na casa da idosa. Três dias após o sumiço do cartão e do dinheiro, na madrugada de 11 de junho, a idosa começou a passar mal, precisando ser internada.

 

Foi investigando o furto do cartão, feito on-line pelo filho, que a polícia chegou à cuidadora. O cartão tinha sido usado em lojas de material de construção e de departamento em favor de Rosimeri, no valor de aproximadamente R$ 15 mil.

 

O delegado disse que, após ser presa, a cuidadora contou que estava usando o cartão com a autorização da vítima e confessou ter dado medicamentos para diabetes para a idosa, que não tinha a doença. Além do remédio, ela ainda aplicou duas injetou duas ampolas de insulina na idosa na noite em que ela foi internada.

 

"Ela foi embora do plantão. Ela não queria acompanhar a idosa ao hospital e nem informou à equipe médica a medicação que havia ministrado à vítima. A intenção dela está sendo apurada, mas acreditamos que houve o dolo de homicídio, pois nem no hospital com a idosa com risco de morte ela falou da medicação aplicada", afirmou o delegado.


A polícia também ouviu a outra cuidadora, que se revezava no serviço com Rosimeri. Ela contou que ao ser designada para o trabalho recebeu o perfil da idosa de 79 anos como o de uma pessoa ativa, independente, com raciocínio pleno e sem histórico de diabetes. Ela disse ainda, segundo o delegado, que após a entrada de Rosimeri na casa começou a notar que a idosa estava sempre sonolenta e debilitada.

 

Ainda de acordo com o delegado Alonso, os médicos que prestaram atendimento à idosa contaram que o medicamento aplicado junto com a insulina em pessoas que não têm diabetes causam queda da glicose, levando a desmaios e ao coma.

 

A idosa já foi retirada da sedação, mas não saiu do coma, não sendo possível saber a extensão dos danos cerebrais causados por conta da crise hipoglicêmica.

Cuidadora confessou ter dado remédios e insulina para a idosa que, sem ser diabética, entrou em coma.


 


Policiais da 21ª DP (Bonsucesso) prenderam um cuidadora, suspeita de furto e tentativa de homicídio de uma idosa de 79 anos.


 


Segundo a polícia, Rosimeri Cristina dos Santos Marcos Trindade, de 46 anos, confessou ter usado o cartão bancário da vítima e aplicado insulina nela que, sem ser diabética, entrou em coma.


 


O delegado Hilton Alonso contou que Rosimeri foi presa na casa dela, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, em 30 de junho. A prisão aconteceu quando ela recebia material de construção comprado com o cartão furtado da idosa.


 


A prisão cautelar da cuidadora foi determinada pelo Plantão Judiciário. A polícia segue nas investigações para descobrir se há outras possíveis vítimas dela.


 


Segundo o delegado Alonso, Rosimari é auxiliar de enfermagem e foi contratada pelo filho da vítima, através de uma agência, para cuidar da mãe durante a pandemia de coronavírus. Como ele mora em São Paulo e não teria condições de vir ao Rio com frequência, em comum acordo com a mãe, buscou um serviço de acompanhantes, em março.


 


Após algumas substituições de profissionais, Rosimeri começou a se revezar com outra cuidadora no atendimento à vítima.


 


Segundo o delegado, o filho contou que a mãe estava lúcida e bem de saúde. No dia 8 de junho, ela ligou para o filho informando que seu cartão de débito tinha sumido após a ida a uma casa lotérica onde, acompanhada de Rosimeri, sacou dinheiro e fez apostas.


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O filho contou à polícia que a desconfiança surgiu depois que a idosa ouviu uma ligação de Rosimeri informando que já tinha dinheiro na conta para comprar tudo. A idosa ficou irritada ao perceber que além do cartão, não encontrava também o dinheiro que tinha sacado na lotérica.


 


O delegado destacou que o filho, preocupado com a mãe, pediu para que uma prima fosse passar uns dias na casa da idosa. Três dias após o sumiço do cartão e do dinheiro, na madrugada de 11 de junho, a idosa começou a passar mal, precisando ser internada.


 


Foi investigando o furto do cartão, feito on-line pelo filho, que a polícia chegou à cuidadora. O cartão tinha sido usado em lojas de material de construção e de departamento em favor de Rosimeri, no valor de aproximadamente R$ 15 mil.


 


O delegado disse que, após ser presa, a cuidadora contou que estava usando o cartão com a autorização da vítima e confessou ter dado medicamentos para diabetes para a idosa, que não tinha a doença. Além do remédio, ela ainda aplicou duas injetou duas ampolas de insulina na idosa na noite em que ela foi internada.


 


"Ela foi embora do plantão. Ela não queria acompanhar a idosa ao hospital e nem informou à equipe médica a medicação que havia ministrado à vítima. A intenção dela está sendo apurada, mas acreditamos que houve o dolo de homicídio, pois nem no hospital com a idosa com risco de morte ela falou da medicação aplicada", afirmou o delegado.



A polícia também ouviu a outra cuidadora, que se revezava no serviço com Rosimeri. Ela contou que ao ser designada para o trabalho recebeu o perfil da idosa de 79 anos como o de uma pessoa ativa, independente, com raciocínio pleno e sem histórico de diabetes. Ela disse ainda, segundo o delegado, que após a entrada de Rosimeri na casa começou a notar que a idosa estava sempre sonolenta e debilitada.


 


Ainda de acordo com o delegado Alonso, os médicos que prestaram atendimento à idosa contaram que o medicamento aplicado junto com a insulina em pessoas que não têm diabetes causam queda da glicose, levando a desmaios e ao coma.


 


A idosa já foi retirada da sedação, mas não saiu do coma, não sendo possível saber a extensão dos danos cerebrais causados por conta da crise hipoglicêmica.


Cuidadora confessou ter dado remédios e insulina para a idosa que, sem ser diabética, entrou em coma.



Policiais da 21ª DP (Bonsucesso) prenderam um cuidadora, suspeita de furto e tentativa de homicídio de uma idosa de 79 anos.



Segundo a polícia, Rosimeri Cristina dos Santos Marcos Trindade, de 46 anos, confessou ter usado o cartão bancário da vítima e aplicado insulina nela que, sem ser diabética, entrou em coma.



O delegado Hilton Alonso contou que Rosimeri foi presa na casa dela, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, em 30 de junho. A prisão aconteceu quando ela recebia material de construção comprado com o cartão furtado da idosa.



A prisão cautelar da cuidadora foi determinada pelo Plantão Judiciário. A polícia segue nas investigações para descobrir se há outras possíveis vítimas dela.



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Após algumas substituições de profissionais, Rosimeri começou a se revezar com outra cuidadora no atendimento à vítima.



Segundo o delegado, o filho contou que a mãe estava lúcida e bem de saúde. No dia 8 de junho, ela ligou para o filho informando que seu cartão de débito tinha sumido após a ida a uma casa lotérica onde, acompanhada de Rosimeri, sacou dinheiro e fez apostas.



O filho contou à polícia que a desconfiança surgiu depois que a idosa ouviu uma ligação de Rosimeri informando que já tinha dinheiro na conta para comprar tudo. A idosa ficou irritada ao perceber que além do cartão, não encontrava também o dinheiro que tinha sacado na lotérica.



O delegado destacou que o filho, preocupado com a mãe, pediu para que uma prima fosse passar uns dias na casa da idosa. Três dias após o sumiço do cartão e do dinheiro, na madrugada de 11 de junho, a idosa começou a passar mal, precisando ser internada.



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Foi investigando o furto do cartão, feito on-line pelo filho, que a polícia chegou à cuidadora. O cartão tinha sido usado em lojas de material de construção e de departamento em favor de Rosimeri, no valor de aproximadamente R$ 15 mil.



O delegado disse que, após ser presa, a cuidadora contou que estava usando o cartão com a autorização da vítima e confessou ter dado medicamentos para diabetes para a idosa, que não tinha a doença. Além do remédio, ela ainda aplicou duas injetou duas ampolas de insulina na idosa na noite em que ela foi internada.



"Ela foi embora do plantão. Ela não queria acompanhar a idosa ao hospital e nem informou à equipe médica a medicação que havia ministrado à vítima. A intenção dela está sendo apurada, mas acreditamos que houve o dolo de homicídio, pois nem no hospital com a idosa com risco de morte ela falou da medicação aplicada", afirmou o delegado.




A polícia também ouviu a outra cuidadora, que se revezava no serviço com Rosimeri. Ela contou que ao ser designada para o trabalho recebeu o perfil da idosa de 79 anos como o de uma pessoa ativa, independente, com raciocínio pleno e sem histórico de diabetes. Ela disse ainda, segundo o delegado, que após a entrada de Rosimeri na casa começou a notar que a idosa estava sempre sonolenta e debilitada.



Ainda de acordo com o delegado Alonso, os médicos que prestaram atendimento à idosa contaram que o medicamento aplicado junto com a insulina em pessoas que não têm diabetes causam queda da glicose, levando a desmaios e ao coma.



A idosa já foi retirada da sedação, mas não saiu do coma, não sendo possível saber a extensão dos danos cerebrais causados por conta da crise hipoglicêmica.



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