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E-commerce: contratações têm aumento devido aos supermercados on-line

Publicado por TV Minas em 07/07/2020 às 14h20

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No país, o GPA contratou mil funcionários entre março e abril para trabalhar com pedidos feitos pela internet, seja nos centros de distribuição, seja nas lojas on-line.

 

Em meio ao fechamento de milhares de postos de trabalho nos últimos meses, movimento potencializado pela pandemia do novo coronavírus, serviços essenciais, como supermercados, ainda conseguem contratar funcionários. Com a inauguração do primeiro centro de distribuição de e-commerce em Brasília, na última quarta-feira, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) gerou 150 empregos diretos na capital, com o potencial de chegar a até 500.


No país o GPA contratou mil funcionários entre março e abril para trabalhar com pedidos feitos pela internet, seja nos centros de distribuição, seja nas lojas on-line. Com outros três centros de distribuição que devem ser inaugurados até o fim do ano — em Minas Gerais, Ceará e Pernambuco —, a expectativa é de abertura de mais 500 vagas.

 

Com o aumento da procura por supermercado on-line, o grupo espera fechar o ano com, pelo menos, 1,6 mil contratações só no e-commerce. A capacidade inicial de operação de cada centro pode triplicar, de acordo com a demanda, o que levaria à busca de novos funcionários, explica o diretor de e-commerce Rodrigo Pimentel. “Em Brasília, dobramos a capacidade de atendimento, mas temos condições de aumentar ainda mais”, diz.

 

 

Demanda crescente

 

O serviço de supermercado com entrega em casa já começava a virar uma tendência antes da pandemia. Nos últimos dois anos, as operações do Grupo Pão de Açúcar no e-commerce cresceram, em média, 40%. Um processo natural, pelo comportamento cada vez mais digitalizado das pessoas, em diversas áreas. Mas em março, mês em que o país decretou estado de calamidade pública e milhões de brasileiros se fecharam em casa para fugir da COVID-19, a alta foi de 80%.

 

Devido às recomendações de isolamento social, pessoas que, antes, não conheciam o serviço começaram a usá-lo. O número de clientes acima de 60 anos no e-commerce alimentar do Extra, do GPA, quintuplicou em menos de três meses. “Foi um crescimento muito surpreendente, mas intuitivo, porque são pessoas que não podem sair”, observou Pimentel. Segundo ele, 38% dos clientes do e-commerce desde março têm mais de 50 anos.

 

A demanda acima do esperado levou o GPA a antecipar a inauguração do centro de distribuição de Brasília para o início de julho. Ela estava prevista para o fim do ano, antes da Black Friday, em novembro. O mesmo aconteceu no Rio e em São Paulo, além dos outras três unidades que estão no radar. O grupo tinha dois centros em março, no início da pandemia, e deve fechar o ano com oito.

 

 

Expectativas

 

“Os planos de ampliação já estavam aprovados. O que fizemos foi antecipar a execução. O que faríamos em dois anos fizemos em três meses”, conta Pimentel. “Ninguém está comemorando esses números em função de terem acontecido dentro de um problema social e de saúde. Não tem lado bom na pandemia. O que estamos fazendo é reagir à demanda de um setor essencial, que coloca comida na casa das pessoas”, afirma.

 

Pimentel não acha que a demanda vá diminuir depois da pandemia. “Esse interesse deve se manter, porque a maior fronteira para o e-commerce alimentar era conhecê-lo”, considera. Além da comodidade recém-descoberta por muitas pessoas, ele ressalta que o preço é o mesmo das lojas físicas. “O serviço, essencial, neste momento, passa a ser considerado na rotina de muita gente”, acredita.

No país, o GPA contratou mil funcionários entre março e abril para trabalhar com pedidos feitos pela internet, seja nos centros de distribuição, seja nas lojas on-line.


 


Em meio ao fechamento de milhares de postos de trabalho nos últimos meses, movimento potencializado pela pandemia do novo coronavírus, serviços essenciais, como supermercados, ainda conseguem contratar funcionários. Com a inauguração do primeiro centro de distribuição de e-commerce em Brasília, na última quarta-feira, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) gerou 150 empregos diretos na capital, com o potencial de chegar a até 500.



No país o GPA contratou mil funcionários entre março e abril para trabalhar com pedidos feitos pela internet, seja nos centros de distribuição, seja nas lojas on-line. Com outros três centros de distribuição que devem ser inaugurados até o fim do ano — em Minas Gerais, Ceará e Pernambuco —, a expectativa é de abertura de mais 500 vagas.


 


Com o aumento da procura por supermercado on-line, o grupo espera fechar o ano com, pelo menos, 1,6 mil contratações só no e-commerce. A capacidade inicial de operação de cada centro pode triplicar, de acordo com a demanda, o que levaria à busca de novos funcionários, explica o diretor de e-commerce Rodrigo Pimentel. “Em Brasília, dobramos a capacidade de atendimento, mas temos condições de aumentar ainda mais”, diz.


 


 


Demanda crescente


 


O serviço de supermercado com entrega em casa já começava a virar uma tendência antes da pandemia. Nos últimos dois anos, as operações do Grupo Pão de Açúcar no e-commerce cresceram, em média, 40%. Um processo natural, pelo comportamento cada vez mais digitalizado das pessoas, em diversas áreas. Mas em março, mês em que o país decretou estado de calamidade pública e milhões de brasileiros se fecharam em casa para fugir da COVID-19, a alta foi de 80%.


PATROCINADORES

 


Devido às recomendações de isolamento social, pessoas que, antes, não conheciam o serviço começaram a usá-lo. O número de clientes acima de 60 anos no e-commerce alimentar do Extra, do GPA, quintuplicou em menos de três meses. “Foi um crescimento muito surpreendente, mas intuitivo, porque são pessoas que não podem sair”, observou Pimentel. Segundo ele, 38% dos clientes do e-commerce desde março têm mais de 50 anos.


 


A demanda acima do esperado levou o GPA a antecipar a inauguração do centro de distribuição de Brasília para o início de julho. Ela estava prevista para o fim do ano, antes da Black Friday, em novembro. O mesmo aconteceu no Rio e em São Paulo, além dos outras três unidades que estão no radar. O grupo tinha dois centros em março, no início da pandemia, e deve fechar o ano com oito.


 


 


Expectativas


 


“Os planos de ampliação já estavam aprovados. O que fizemos foi antecipar a execução. O que faríamos em dois anos fizemos em três meses”, conta Pimentel. “Ninguém está comemorando esses números em função de terem acontecido dentro de um problema social e de saúde. Não tem lado bom na pandemia. O que estamos fazendo é reagir à demanda de um setor essencial, que coloca comida na casa das pessoas”, afirma.


 


Pimentel não acha que a demanda vá diminuir depois da pandemia. “Esse interesse deve se manter, porque a maior fronteira para o e-commerce alimentar era conhecê-lo”, considera. Além da comodidade recém-descoberta por muitas pessoas, ele ressalta que o preço é o mesmo das lojas físicas. “O serviço, essencial, neste momento, passa a ser considerado na rotina de muita gente”, acredita.


No país, o GPA contratou mil funcionários entre março e abril para trabalhar com pedidos feitos pela internet, seja nos centros de distribuição, seja nas lojas on-line.



Em meio ao fechamento de milhares de postos de trabalho nos últimos meses, movimento potencializado pela pandemia do novo coronavírus, serviços essenciais, como supermercados, ainda conseguem contratar funcionários. Com a inauguração do primeiro centro de distribuição de e-commerce em Brasília, na última quarta-feira, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) gerou 150 empregos diretos na capital, com o potencial de chegar a até 500.




No país o GPA contratou mil funcionários entre março e abril para trabalhar com pedidos feitos pela internet, seja nos centros de distribuição, seja nas lojas on-line. Com outros três centros de distribuição que devem ser inaugurados até o fim do ano — em Minas Gerais, Ceará e Pernambuco —, a expectativa é de abertura de mais 500 vagas.



Com o aumento da procura por supermercado on-line, o grupo espera fechar o ano com, pelo menos, 1,6 mil contratações só no e-commerce. A capacidade inicial de operação de cada centro pode triplicar, de acordo com a demanda, o que levaria à busca de novos funcionários, explica o diretor de e-commerce Rodrigo Pimentel. “Em Brasília, dobramos a capacidade de atendimento, mas temos condições de aumentar ainda mais”, diz.



PATROCINADORES

Demanda crescente



O serviço de supermercado com entrega em casa já começava a virar uma tendência antes da pandemia. Nos últimos dois anos, as operações do Grupo Pão de Açúcar no e-commerce cresceram, em média, 40%. Um processo natural, pelo comportamento cada vez mais digitalizado das pessoas, em diversas áreas. Mas em março, mês em que o país decretou estado de calamidade pública e milhões de brasileiros se fecharam em casa para fugir da COVID-19, a alta foi de 80%.



Devido às recomendações de isolamento social, pessoas que, antes, não conheciam o serviço começaram a usá-lo. O número de clientes acima de 60 anos no e-commerce alimentar do Extra, do GPA, quintuplicou em menos de três meses. “Foi um crescimento muito surpreendente, mas intuitivo, porque são pessoas que não podem sair”, observou Pimentel. Segundo ele, 38% dos clientes do e-commerce desde março têm mais de 50 anos.



PATROCINADORES

A demanda acima do esperado levou o GPA a antecipar a inauguração do centro de distribuição de Brasília para o início de julho. Ela estava prevista para o fim do ano, antes da Black Friday, em novembro. O mesmo aconteceu no Rio e em São Paulo, além dos outras três unidades que estão no radar. O grupo tinha dois centros em março, no início da pandemia, e deve fechar o ano com oito.



Expectativas



“Os planos de ampliação já estavam aprovados. O que fizemos foi antecipar a execução. O que faríamos em dois anos fizemos em três meses”, conta Pimentel. “Ninguém está comemorando esses números em função de terem acontecido dentro de um problema social e de saúde. Não tem lado bom na pandemia. O que estamos fazendo é reagir à demanda de um setor essencial, que coloca comida na casa das pessoas”, afirma.



Pimentel não acha que a demanda vá diminuir depois da pandemia. “Esse interesse deve se manter, porque a maior fronteira para o e-commerce alimentar era conhecê-lo”, considera. Além da comodidade recém-descoberta por muitas pessoas, ele ressalta que o preço é o mesmo das lojas físicas. “O serviço, essencial, neste momento, passa a ser considerado na rotina de muita gente”, acredita.



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