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Governo de Minas finaliza protocolo de lockdown nos próximos dias

Publicado por TV Minas em 07/07/2020 às 19h09

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De acordo com o chefe de gabinete da Secretaria de Estado da Saúde, o protocolo pode ser adotado por municípios ou macrorregiões do estado, de acordo com a necessidade.

 

O chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde, João Pinho, afirmou que o governo está em fase de finalização do protocolo que estabelece o lockdown em Minas.

 

Considerado o patamar mais rígido de isolamento social, o lockdown só será adotado caso haja um descontrole nos indicadores de enfrentamento à COVID-19 no estado, como o aumento de mortes e colapso na rede de saúde, com a ocupação máxima de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) e enfermaria. 

 

“A gente está terminando o nosso estudo sobre o protocolo a ser seguido, quando necessário, de lockdown. O termo correto, que a gente vai utilizar aqui, é quarentena. Mas lockdown é o termo que todo mundo utiliza de forma mais fácil. O que é esse protocolo? Ele vai dizer o que deve funcionar. E como deve funcionar e como a sociedade deve se portar”, informou.
 

João Pinho afirmou ainda que o protocolo pode ser adotado por municípios ou por macrorregião de saúde, de acordo com a necessidade.

 

Ele ainda reforçou que a adesão às medidas de isolamento social podem impedir que essa medida considerada extrema tenha que ser adotada. "Não queremos ter que lançar mão dessa ferramenta. Vamos tentar estruturar a rede o máximo possível e manter o nível de isolamento adequado", , ponderou. 

De acordo com o chefe de gabinete da Secretaria de Estado da Saúde, o protocolo pode ser adotado por municípios ou macrorregiões do estado, de acordo com a necessidade.


 


O chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde, João Pinho, afirmou que o governo está em fase de finalização do protocolo que estabelece o lockdown em Minas.


 


Considerado o patamar mais rígido de isolamento social, o lockdown só será adotado caso haja um descontrole nos indicadores de enfrentamento à COVID-19 no estado, como o aumento de mortes e colapso na rede de saúde, com a ocupação máxima de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) e enfermaria. 


PATROCINADORES

 


“A gente está terminando o nosso estudo sobre o protocolo a ser seguido, quando necessário, de lockdown. O termo correto, que a gente vai utilizar aqui, é quarentena. Mas lockdown é o termo que todo mundo utiliza de forma mais fácil. O que é esse protocolo? Ele vai dizer o que deve funcionar. E como deve funcionar e como a sociedade deve se portar”, informou.
 


João Pinho afirmou ainda que o protocolo pode ser adotado por municípios ou por macrorregião de saúde, de acordo com a necessidade.


 


Ele ainda reforçou que a adesão às medidas de isolamento social podem impedir que essa medida considerada extrema tenha que ser adotada. "Não queremos ter que lançar mão dessa ferramenta. Vamos tentar estruturar a rede o máximo possível e manter o nível de isolamento adequado", , ponderou. 


De acordo com o chefe de gabinete da Secretaria de Estado da Saúde, o protocolo pode ser adotado por municípios ou macrorregiões do estado, de acordo com a necessidade.



O chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde, João Pinho, afirmou que o governo está em fase de finalização do protocolo que estabelece o lockdown em Minas.



Considerado o patamar mais rígido de isolamento social, o lockdown só será adotado caso haja um descontrole nos indicadores de enfrentamento à COVID-19 no estado, como o aumento de mortes e colapso na rede de saúde, com a ocupação máxima de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) e enfermaria. 



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“A gente está terminando o nosso estudo sobre o protocolo a ser seguido, quando necessário, de lockdown. O termo correto, que a gente vai utilizar aqui, é quarentena. Mas lockdown é o termo que todo mundo utiliza de forma mais fácil. O que é esse protocolo? Ele vai dizer o que deve funcionar. E como deve funcionar e como a sociedade deve se portar”, informou.
 



João Pinho afirmou ainda que o protocolo pode ser adotado por municípios ou por macrorregião de saúde, de acordo com a necessidade.



Ele ainda reforçou que a adesão às medidas de isolamento social podem impedir que essa medida considerada extrema tenha que ser adotada. "Não queremos ter que lançar mão dessa ferramenta. Vamos tentar estruturar a rede o máximo possível e manter o nível de isolamento adequado", , ponderou. 



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