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Ciência & Tecnologia

Pesquisa de MG mostra que moscas podem ajudar na investigação de homicídios

Publicado por TV Minas em 07/07/2020 às 22h06

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Insetos são capazes de "dizer" quando houve o assassinato e se o corpo foi mudado de lugar.

 

Pesquisadores da Faculdade da Saúde e Ecologia Humana (Faseh), do Centro Universitário UNA, da Universidade de Brasília (UNB) e da Polícia Civil de Minas Gerais estudam o potencial de uma improvável aliada nas investigações de homicídios.

 

Moscas que acabam se instalando em corpos em decomposição podem “dizer" aos policiais quando a vítima foi morta e até se o corpo foi mudado de lugar.

 

“Espécies diferentes de insetos, principalmente moscas, são atraídas em dias diferentes, percebendo o odor através das suas antenas, por até 5 km de distância.

 

Existe uma sucessão de espécies, em dias diferentes e, por isso, podemos estimar, pela espécie coletada, qual a data provável da morte. Para isso usamos a espécie encontrada e dados da temperatura e umidade do local e fazemos os cálculos”, explicou a pesquisadora Thelma de Filippis, da Faseh.

 

De acordo com a pesquisa, o registro das espécies de moscas é fundamental para analisar quais são os insetos que atuam na região. Assim, fica mais simples para identificar a presença das moscas e analisar as informações que aparecem com elas.

 

“Os dados são importantes pois as espécies podem variar de acordo com a região, se urbana ou rural, de cidade para cidade. Começamos a catalogar as espécies a partir desse estudo. Acredita-se que sejam as mesmas que colonizam cadáveres e podemos futuramente aplicar na perícia de homicídios”, disse Thelma.


Pesquisas feitas em porcos foram positivas. Elas foram concluídas em 2017. A expectativa é que em cinco anos possam ser aplicadas em investigações policiais.

 

“Nos estágios avançados de decomposição a quantidade de tecidos do cadáver pode ser insuficiente para as pesquisas. Analisando o conteúdo intestinal das moscas é possível obter tecidos bem preservados e fazer análises toxicológicas para saber se há alguma substância química, como cocaína por exemplo, no corpo da vítima", contou a pesquisadora.


Segundo a Polícia Civil, alguns estados do país já possuem peritos capacitados para analisar insetos coletados em corpos na fase de decomposição, mas a pesquisa deve ser ampliada.

 

 

Moscas pode ser importantes aliadas nas investigações de homicídios.

Insetos são capazes de "dizer" quando houve o assassinato e se o corpo foi mudado de lugar.


 


Pesquisadores da Faculdade da Saúde e Ecologia Humana (Faseh), do Centro Universitário UNA, da Universidade de Brasília (UNB) e da Polícia Civil de Minas Gerais estudam o potencial de uma improvável aliada nas investigações de homicídios.


 


Moscas que acabam se instalando em corpos em decomposição podem “dizer" aos policiais quando a vítima foi morta e até se o corpo foi mudado de lugar.


 


“Espécies diferentes de insetos, principalmente moscas, são atraídas em dias diferentes, percebendo o odor através das suas antenas, por até 5 km de distância.


 


Existe uma sucessão de espécies, em dias diferentes e, por isso, podemos estimar, pela espécie coletada, qual a data provável da morte. Para isso usamos a espécie encontrada e dados da temperatura e umidade do local e fazemos os cálculos”, explicou a pesquisadora Thelma de Filippis, da Faseh.


 


PATROCINADORES

De acordo com a pesquisa, o registro das espécies de moscas é fundamental para analisar quais são os insetos que atuam na região. Assim, fica mais simples para identificar a presença das moscas e analisar as informações que aparecem com elas.


 


“Os dados são importantes pois as espécies podem variar de acordo com a região, se urbana ou rural, de cidade para cidade. Começamos a catalogar as espécies a partir desse estudo. Acredita-se que sejam as mesmas que colonizam cadáveres e podemos futuramente aplicar na perícia de homicídios”, disse Thelma.



Pesquisas feitas em porcos foram positivas. Elas foram concluídas em 2017. A expectativa é que em cinco anos possam ser aplicadas em investigações policiais.


 


“Nos estágios avançados de decomposição a quantidade de tecidos do cadáver pode ser insuficiente para as pesquisas. Analisando o conteúdo intestinal das moscas é possível obter tecidos bem preservados e fazer análises toxicológicas para saber se há alguma substância química, como cocaína por exemplo, no corpo da vítima", contou a pesquisadora.



Segundo a Polícia Civil, alguns estados do país já possuem peritos capacitados para analisar insetos coletados em corpos na fase de decomposição, mas a pesquisa deve ser ampliada.


 


 



Moscas pode ser importantes aliadas nas investigações de homicídios.


Insetos são capazes de "dizer" quando houve o assassinato e se o corpo foi mudado de lugar.



Pesquisadores da Faculdade da Saúde e Ecologia Humana (Faseh), do Centro Universitário UNA, da Universidade de Brasília (UNB) e da Polícia Civil de Minas Gerais estudam o potencial de uma improvável aliada nas investigações de homicídios.



Moscas que acabam se instalando em corpos em decomposição podem “dizer" aos policiais quando a vítima foi morta e até se o corpo foi mudado de lugar.



“Espécies diferentes de insetos, principalmente moscas, são atraídas em dias diferentes, percebendo o odor através das suas antenas, por até 5 km de distância.



PATROCINADORES

Existe uma sucessão de espécies, em dias diferentes e, por isso, podemos estimar, pela espécie coletada, qual a data provável da morte. Para isso usamos a espécie encontrada e dados da temperatura e umidade do local e fazemos os cálculos”, explicou a pesquisadora Thelma de Filippis, da Faseh.



De acordo com a pesquisa, o registro das espécies de moscas é fundamental para analisar quais são os insetos que atuam na região. Assim, fica mais simples para identificar a presença das moscas e analisar as informações que aparecem com elas.



“Os dados são importantes pois as espécies podem variar de acordo com a região, se urbana ou rural, de cidade para cidade. Começamos a catalogar as espécies a partir desse estudo. Acredita-se que sejam as mesmas que colonizam cadáveres e podemos futuramente aplicar na perícia de homicídios”, disse Thelma.




Pesquisas feitas em porcos foram positivas. Elas foram concluídas em 2017. A expectativa é que em cinco anos possam ser aplicadas em investigações policiais.



PATROCINADORES

“Nos estágios avançados de decomposição a quantidade de tecidos do cadáver pode ser insuficiente para as pesquisas. Analisando o conteúdo intestinal das moscas é possível obter tecidos bem preservados e fazer análises toxicológicas para saber se há alguma substância química, como cocaína por exemplo, no corpo da vítima", contou a pesquisadora.




Segundo a Polícia Civil, alguns estados do país já possuem peritos capacitados para analisar insetos coletados em corpos na fase de decomposição, mas a pesquisa deve ser ampliada.





Moscas pode ser importantes aliadas nas investigações de homicídios.



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