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Incêndio de grandes proporções já destruiu quase 500 hectares na Mantiqueira

Publicado por TV Minas em 20/07/2020 às 13h33

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Chamas começaram há três dias no Morro Serra Fina, em Itamonte, e se alastraram para a área paulista; bombeiros tentam controlar o fogo com apoio de três aeronaves.

 

Uma unidade de conservação ambiental na Serra da Mantiqueira, localizada na divisa entre a região Sul de Minas Gerais e São Paulo, é atingida por um incêndio de grandes proporções há três dias. Diante da dificuldade de controlar as chamas, quase 500 hectares já foram totalmente destruídos – o índice equivale a 630 campos de futebol.

 

O fogo começou em uma área conhecida como Morro Serra Fina, em Itamonte, e se alastrou até a cidade de Cruzeiro, no Estado vizinho. A distância entre os municípios é de quase 30 quilômetros. 

 

Diante da baixa umidade do ar, típica do inverno, e da vegetação seca, as chamas se propagam em uma localidade de difícil acesso. Ainda não há informações se as causas do incêndio foram criminosas. De acordo com a corporação mineira, os trabalhos de combate precisaram ser retomados na manhã deste domingo (19) nas áreas em que persistem os focos.

 

Para auxiliar os bombeiros, foram utilizadas três aeronaves, sendo duas do Exército Brasileiro e outra do Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Minas Gerais. "Uma vez que não é possível o acesso por meio de veículos terrestres, as equipes realizaram o deslocamento da tropa para pontos estratégicos, potencializado a operação", informou o órgão por nota.

 

Ao todo, foram empenhados 33 militares da corporação, com o apoio de outros 15 brigadistas do Parque Estadual da Serra do Papagaio e quatro voluntários que atuam como guias turísticos na região. As atividades tiveram que ser paralisadas no fim da tarde e, segundo os bombeiros, a equipe permanece acampada na localidade para monitorar o avanço das chamas. A expectativa é que o combate seja retomado na manhã desta segunda (20).

 

A previsão do tempo indica que o céu vai permanecer aberto na Mantiqueira, com baixa umidade do ar, o que dificulta a extinção dos focos do incêndio. "Além desses fatores, venta forte na região e a fumaça e os nevoeiros reduzem a visibilidade na mata", complementa a corporação. Já o Corpo de Bombeiros de São Paulo informou que o mau tempo prejudicou a operação no Estado vizinho, que contou com o apoio de dois helicópteros águia.

 

 

Chamas também na Serra da Moeda

 

Do outro lado do Estado, um incêndio destruiu parte da Serra da Moeda em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. As informações do Corpo de Bombeiros apontam que as chamas se concentraram próximo ao restaurante Topo do Mundo, na altura da BR-040, após o trevo para Outro Preto, na região Central do Estado.

 

O fogo ainda se alastrou para um condomínio que fica na região e o reservatório de gás do restaurante. Os trabalhos começaram por volta das 14h35 deste domingo (19) e ainda não há informações sobre a área atingida.

 

 

Focos no Estado

 

Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que, entre o início de junho e 19 de julho, já foram registrados 600 focos de incêndio em Minas Gerais. Conforme o levantamento, os municípios mais atingidos até agora foram Sacramento, no Triângulo Mineiro, além de Paracatu e Unaí, na região Noroeste do Estado. 

 

Do total de focos, 62,6% ocorreram no Cerrado, seguido pela Mata Atlântica (35,4%) e a Caatinga (2%). Já nos primeiros cinco meses deste ano, o Inpe registrou 525 ocorrências de queimadas nos municípios mineiros, índice 12,5% menor que os dias de junho e julho. No mesmo período do ano passado, foram registradas 850 queimadas de pequeno, médio e grande porte em Minas Gerais, uma queda de quase 42% na comparação com os meses em 2020.

 

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Chamas começaram há três dias no Morro Serra Fina, em Itamonte, e se alastraram para a área paulista; bombeiros tentam controlar o fogo com apoio de três aeronaves.


 


Uma unidade de conservação ambiental na Serra da Mantiqueira, localizada na divisa entre a região Sul de Minas Gerais e São Paulo, é atingida por um incêndio de grandes proporções há três dias. Diante da dificuldade de controlar as chamas, quase 500 hectares já foram totalmente destruídos – o índice equivale a 630 campos de futebol.


 


O fogo começou em uma área conhecida como Morro Serra Fina, em Itamonte, e se alastrou até a cidade de Cruzeiro, no Estado vizinho. A distância entre os municípios é de quase 30 quilômetros. 


 


Diante da baixa umidade do ar, típica do inverno, e da vegetação seca, as chamas se propagam em uma localidade de difícil acesso. Ainda não há informações se as causas do incêndio foram criminosas. De acordo com a corporação mineira, os trabalhos de combate precisaram ser retomados na manhã deste domingo (19) nas áreas em que persistem os focos.


 


Para auxiliar os bombeiros, foram utilizadas três aeronaves, sendo duas do Exército Brasileiro e outra do Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Minas Gerais. "Uma vez que não é possível o acesso por meio de veículos terrestres, as equipes realizaram o deslocamento da tropa para pontos estratégicos, potencializado a operação", informou o órgão por nota.


 


Ao todo, foram empenhados 33 militares da corporação, com o apoio de outros 15 brigadistas do Parque Estadual da Serra do Papagaio e quatro voluntários que atuam como guias turísticos na região. As atividades tiveram que ser paralisadas no fim da tarde e, segundo os bombeiros, a equipe permanece acampada na localidade para monitorar o avanço das chamas. A expectativa é que o combate seja retomado na manhã desta segunda (20).


 


A previsão do tempo indica que o céu vai permanecer aberto na Mantiqueira, com baixa umidade do ar, o que dificulta a extinção dos focos do incêndio. "Além desses fatores, venta forte na região e a fumaça e os nevoeiros reduzem a visibilidade na mata", complementa a corporação. Já o Corpo de Bombeiros de São Paulo informou que o mau tempo prejudicou a operação no Estado vizinho, que contou com o apoio de dois helicópteros águia.


 


 


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Chamas também na Serra da Moeda


 


Do outro lado do Estado, um incêndio destruiu parte da Serra da Moeda em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. As informações do Corpo de Bombeiros apontam que as chamas se concentraram próximo ao restaurante Topo do Mundo, na altura da BR-040, após o trevo para Outro Preto, na região Central do Estado.


 


O fogo ainda se alastrou para um condomínio que fica na região e o reservatório de gás do restaurante. Os trabalhos começaram por volta das 14h35 deste domingo (19) e ainda não há informações sobre a área atingida.


 


 


Focos no Estado


 


Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que, entre o início de junho e 19 de julho, já foram registrados 600 focos de incêndio em Minas Gerais. Conforme o levantamento, os municípios mais atingidos até agora foram Sacramento, no Triângulo Mineiro, além de Paracatu e Unaí, na região Noroeste do Estado. 


 


Do total de focos, 62,6% ocorreram no Cerrado, seguido pela Mata Atlântica (35,4%) e a Caatinga (2%). Já nos primeiros cinco meses deste ano, o Inpe registrou 525 ocorrências de queimadas nos municípios mineiros, índice 12,5% menor que os dias de junho e julho. No mesmo período do ano passado, foram registradas 850 queimadas de pequeno, médio e grande porte em Minas Gerais, uma queda de quase 42% na comparação com os meses em 2020.


 


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Chamas começaram há três dias no Morro Serra Fina, em Itamonte, e se alastraram para a área paulista; bombeiros tentam controlar o fogo com apoio de três aeronaves.



Uma unidade de conservação ambiental na Serra da Mantiqueira, localizada na divisa entre a região Sul de Minas Gerais e São Paulo, é atingida por um incêndio de grandes proporções há três dias. Diante da dificuldade de controlar as chamas, quase 500 hectares já foram totalmente destruídos – o índice equivale a 630 campos de futebol.



O fogo começou em uma área conhecida como Morro Serra Fina, em Itamonte, e se alastrou até a cidade de Cruzeiro, no Estado vizinho. A distância entre os municípios é de quase 30 quilômetros. 



Diante da baixa umidade do ar, típica do inverno, e da vegetação seca, as chamas se propagam em uma localidade de difícil acesso. Ainda não há informações se as causas do incêndio foram criminosas. De acordo com a corporação mineira, os trabalhos de combate precisaram ser retomados na manhã deste domingo (19) nas áreas em que persistem os focos.



Para auxiliar os bombeiros, foram utilizadas três aeronaves, sendo duas do Exército Brasileiro e outra do Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Minas Gerais. "Uma vez que não é possível o acesso por meio de veículos terrestres, as equipes realizaram o deslocamento da tropa para pontos estratégicos, potencializado a operação", informou o órgão por nota.



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Ao todo, foram empenhados 33 militares da corporação, com o apoio de outros 15 brigadistas do Parque Estadual da Serra do Papagaio e quatro voluntários que atuam como guias turísticos na região. As atividades tiveram que ser paralisadas no fim da tarde e, segundo os bombeiros, a equipe permanece acampada na localidade para monitorar o avanço das chamas. A expectativa é que o combate seja retomado na manhã desta segunda (20).



A previsão do tempo indica que o céu vai permanecer aberto na Mantiqueira, com baixa umidade do ar, o que dificulta a extinção dos focos do incêndio. "Além desses fatores, venta forte na região e a fumaça e os nevoeiros reduzem a visibilidade na mata", complementa a corporação. Já o Corpo de Bombeiros de São Paulo informou que o mau tempo prejudicou a operação no Estado vizinho, que contou com o apoio de dois helicópteros águia.



Chamas também na Serra da Moeda



Do outro lado do Estado, um incêndio destruiu parte da Serra da Moeda em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. As informações do Corpo de Bombeiros apontam que as chamas se concentraram próximo ao restaurante Topo do Mundo, na altura da BR-040, após o trevo para Outro Preto, na região Central do Estado.



O fogo ainda se alastrou para um condomínio que fica na região e o reservatório de gás do restaurante. Os trabalhos começaram por volta das 14h35 deste domingo (19) e ainda não há informações sobre a área atingida.



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Focos no Estado



Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que, entre o início de junho e 19 de julho, já foram registrados 600 focos de incêndio em Minas Gerais. Conforme o levantamento, os municípios mais atingidos até agora foram Sacramento, no Triângulo Mineiro, além de Paracatu e Unaí, na região Noroeste do Estado. 



Do total de focos, 62,6% ocorreram no Cerrado, seguido pela Mata Atlântica (35,4%) e a Caatinga (2%). Já nos primeiros cinco meses deste ano, o Inpe registrou 525 ocorrências de queimadas nos municípios mineiros, índice 12,5% menor que os dias de junho e julho. No mesmo período do ano passado, foram registradas 850 queimadas de pequeno, médio e grande porte em Minas Gerais, uma queda de quase 42% na comparação com os meses em 2020.



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