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Bem Estar

Qualquer grau de obesidade é risco para covid-19 grave, sugere estudo

Publicado por TV Minas em 20/07/2020 às 22h04

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Cientistas de todo o mundo tentam entender a relação do IMC elevado e casos graves de covid-19.

 

Um estudo conduzido por pesquisadores italianos reforça que a obesidade é um fator de risco para que pessoas desenvolvam quadros graves de covid-19. Entretanto, acrescenta que qualquer grau de sobrepeso pode ser prejudicial para quem é infectado pelo novo coronavírus. 

 

As conclusões foram publicadas nesta quarta-feira (15) no Jornal Europeu de Endocrinologia.

 

O grupo analisou 500 pacientes hospitalizados com covid-19 na região de Bolonha e constatou algo um pouco diferente das diretrizes que vinham sendo utilizadas por algumas entidades médicas.


Eles concluíram que um IMC (índice de massa corpórea) acima de 30 — obesidade 2 — já é suficiente para aumentar as chances de complicações causadas pela doença e também de morte.

 

No Reino Unido, por exemplo, as diretrizes atuais para identificar pessoas com maior risco no Reino Unido são definidas com um IMC de 40 — obesidade 3.

 

"Nosso estudo mostrou que qualquer grau de obesidade está associado à doença grave de covid-19 e sugere que pessoas com obesidade leve também devem ser identificadas como uma população em risco", afirmou o médico Matteo Rottoli, um dos autores do artigo.

 

Cientistas de todo o mundo tentam entender a relação do IMC elevado e casos graves de covid-19.

 

A causa ainda precisa de mais respostas. Mas nesta semana, um estudo brasileiro, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), indicou que células adiposas — que armazenam gorduda — podem ser, além de infectadas, servir como reservatório para o SARS-CoV-2, coronavírus causador da doença.

 

Outros fatores ligados à obesidade, como resposta imunológica prejudicada para infecções virais, alterações da função pulmonar e quadros inflamatórios crônicos, também aparecem no estudo italiano como potenciais desencadeadores de um agravamento da covid-19.

 

"Nossa hipótese é que os resultados da infecção pelo SARS-CoV-2 dependem do perfil metabólico dos pacientes e que a obesidade, entrelaçada com diabetes e síndrome metabólica, também esteja envolvida", acrescentou Rottoli.

 

Um levantamento da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgado no ano passado, mostrou que 22,1% da população brasileira era obesa em 2016.

 

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Cientistas de todo o mundo tentam entender a relação do IMC elevado e casos graves de covid-19.


 


Um estudo conduzido por pesquisadores italianos reforça que a obesidade é um fator de risco para que pessoas desenvolvam quadros graves de covid-19. Entretanto, acrescenta que qualquer grau de sobrepeso pode ser prejudicial para quem é infectado pelo novo coronavírus. 


 


As conclusões foram publicadas nesta quarta-feira (15) no Jornal Europeu de Endocrinologia.


 


O grupo analisou 500 pacientes hospitalizados com covid-19 na região de Bolonha e constatou algo um pouco diferente das diretrizes que vinham sendo utilizadas por algumas entidades médicas.



Eles concluíram que um IMC (índice de massa corpórea) acima de 30 — obesidade 2 — já é suficiente para aumentar as chances de complicações causadas pela doença e também de morte.


 


No Reino Unido, por exemplo, as diretrizes atuais para identificar pessoas com maior risco no Reino Unido são definidas com um IMC de 40 — obesidade 3.


 


"Nosso estudo mostrou que qualquer grau de obesidade está associado à doença grave de covid-19 e sugere que pessoas com obesidade leve também devem ser identificadas como uma população em risco", afirmou o médico Matteo Rottoli, um dos autores do artigo.


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A causa ainda precisa de mais respostas. Mas nesta semana, um estudo brasileiro, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), indicou que células adiposas — que armazenam gorduda — podem ser, além de infectadas, servir como reservatório para o SARS-CoV-2, coronavírus causador da doença.


 


Outros fatores ligados à obesidade, como resposta imunológica prejudicada para infecções virais, alterações da função pulmonar e quadros inflamatórios crônicos, também aparecem no estudo italiano como potenciais desencadeadores de um agravamento da covid-19.


 


"Nossa hipótese é que os resultados da infecção pelo SARS-CoV-2 dependem do perfil metabólico dos pacientes e que a obesidade, entrelaçada com diabetes e síndrome metabólica, também esteja envolvida", acrescentou Rottoli.


 


Um levantamento da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgado no ano passado, mostrou que 22,1% da população brasileira era obesa em 2016.


 


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Cientistas de todo o mundo tentam entender a relação do IMC elevado e casos graves de covid-19.



Um estudo conduzido por pesquisadores italianos reforça que a obesidade é um fator de risco para que pessoas desenvolvam quadros graves de covid-19. Entretanto, acrescenta que qualquer grau de sobrepeso pode ser prejudicial para quem é infectado pelo novo coronavírus. 



As conclusões foram publicadas nesta quarta-feira (15) no Jornal Europeu de Endocrinologia.



O grupo analisou 500 pacientes hospitalizados com covid-19 na região de Bolonha e constatou algo um pouco diferente das diretrizes que vinham sendo utilizadas por algumas entidades médicas.




Eles concluíram que um IMC (índice de massa corpórea) acima de 30 — obesidade 2 — já é suficiente para aumentar as chances de complicações causadas pela doença e também de morte.



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No Reino Unido, por exemplo, as diretrizes atuais para identificar pessoas com maior risco no Reino Unido são definidas com um IMC de 40 — obesidade 3.



"Nosso estudo mostrou que qualquer grau de obesidade está associado à doença grave de covid-19 e sugere que pessoas com obesidade leve também devem ser identificadas como uma população em risco", afirmou o médico Matteo Rottoli, um dos autores do artigo.



Cientistas de todo o mundo tentam entender a relação do IMC elevado e casos graves de covid-19.



A causa ainda precisa de mais respostas. Mas nesta semana, um estudo brasileiro, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), indicou que células adiposas — que armazenam gorduda — podem ser, além de infectadas, servir como reservatório para o SARS-CoV-2, coronavírus causador da doença.



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Outros fatores ligados à obesidade, como resposta imunológica prejudicada para infecções virais, alterações da função pulmonar e quadros inflamatórios crônicos, também aparecem no estudo italiano como potenciais desencadeadores de um agravamento da covid-19.



"Nossa hipótese é que os resultados da infecção pelo SARS-CoV-2 dependem do perfil metabólico dos pacientes e que a obesidade, entrelaçada com diabetes e síndrome metabólica, também esteja envolvida", acrescentou Rottoli.



Um levantamento da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgado no ano passado, mostrou que 22,1% da população brasileira era obesa em 2016.



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