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Cientistas resolvem mistério da origem de Stonehenge

Publicado por TV Minas em 31/07/2020 às 22h28 - Atualizado às 19h30

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Os sarsens foram erguidos em Stonehenge por volta do ano 2500 aC. O maior tem 9,1 metros de altura.

 

Cientistas conseguiram resolver um enigma de décadas: a origem das pedras de Stonehenge, no Reino Unido.

 

A descoberta só foi possível após a devolução da pedra que forma o núcleo do monumento, que foi retirada para análises em 1958 e era dada como desaparecida.

 

Robert Phillips, de 89 anos, que trabalhou nas escavações, estava com o artefato, devolvendo-o mais de 60 anos depois.

 

A análise da rocha de 1 metro de comprimento foi comparada com estudos geoquímicos de megalíticos verticais que pertencem a Stonehenge.

 

Com isso, foi possível determinar que elas foram retiradas de uma região a 25 km ao norte do monumento, próximo à cidade de Marlborough.

 

Os cientistas falam que Stonehenge possui dois tipos de rochas: as bluestones e as sarsens. Bluestone não é necessariamente um termo geológico, sendo usado na região para falar de outras 20 rochas diferentes, inclusive de algumas que são misturas entre elas.

 

 

Retirada de pedras de Stonehenge em 1958.

 

 

A aglutinação mais comum é de dolerite e preseli. Elas formam as menores pedras de Stonehenge, e a origem delas já havia sido determinada nas Colinas Preseli.

 

Já as sarsens são blocos de arenitos, que ganharam esse nome do dialeto de Wiltshire, sendo uma abreviação de “pedra sarracena”. Em Stonehenge, elas chegam a medir até 7 metros de altura, com cerca de 20 toneladas.

 

As 15 pedras centrais e as colunas verticais do círculo externo são feitas de sarsens, que não se sabia a origem até agora.

 

Testes com fluorescência de raios X da peça devolvida, comparados com a de megalíticos do monumento, puderam mostrar que a composição química equivalia à de rochas encontradas ao sul de Marlborough.

 

Resultados prévios eram inconclusivos, pois tinham semelhanças tanto com as rochas próximas de Marlborough quanto de Wiltshire.

 

“Ser capaz de identificar a área que os construtores de Stonehenge usavam para obter seus materiais por volta de 2500 a.C. é emocionante”, analisou Susan Greaney, da ONG English Heritage. “Eles queriam as maiores pedras que pudessem encontrar e fazia sentido tirá-las do local mais próximo possível”, ela concluiu.

 

Patrocinador:

Os sarsens foram erguidos em Stonehenge por volta do ano 2500 aC. O maior tem 9,1 metros de altura.


 


Cientistas conseguiram resolver um enigma de décadas: a origem das pedras de Stonehenge, no Reino Unido.


 


A descoberta só foi possível após a devolução da pedra que forma o núcleo do monumento, que foi retirada para análises em 1958 e era dada como desaparecida.


 


Robert Phillips, de 89 anos, que trabalhou nas escavações, estava com o artefato, devolvendo-o mais de 60 anos depois.


 


A análise da rocha de 1 metro de comprimento foi comparada com estudos geoquímicos de megalíticos verticais que pertencem a Stonehenge.


 


Com isso, foi possível determinar que elas foram retiradas de uma região a 25 km ao norte do monumento, próximo à cidade de Marlborough.


 


Os cientistas falam que Stonehenge possui dois tipos de rochas: as bluestones e as sarsens. Bluestone não é necessariamente um termo geológico, sendo usado na região para falar de outras 20 rochas diferentes, inclusive de algumas que são misturas entre elas.


 


 



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Retirada de pedras de Stonehenge em 1958.


 


 


A aglutinação mais comum é de dolerite e preseli. Elas formam as menores pedras de Stonehenge, e a origem delas já havia sido determinada nas Colinas Preseli.


 


Já as sarsens são blocos de arenitos, que ganharam esse nome do dialeto de Wiltshire, sendo uma abreviação de “pedra sarracena”. Em Stonehenge, elas chegam a medir até 7 metros de altura, com cerca de 20 toneladas.


 


As 15 pedras centrais e as colunas verticais do círculo externo são feitas de sarsens, que não se sabia a origem até agora.


 


Testes com fluorescência de raios X da peça devolvida, comparados com a de megalíticos do monumento, puderam mostrar que a composição química equivalia à de rochas encontradas ao sul de Marlborough.


 


Resultados prévios eram inconclusivos, pois tinham semelhanças tanto com as rochas próximas de Marlborough quanto de Wiltshire.


 


“Ser capaz de identificar a área que os construtores de Stonehenge usavam para obter seus materiais por volta de 2500 a.C. é emocionante”, analisou Susan Greaney, da ONG English Heritage. “Eles queriam as maiores pedras que pudessem encontrar e fazia sentido tirá-las do local mais próximo possível”, ela concluiu.


 


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Os sarsens foram erguidos em Stonehenge por volta do ano 2500 aC. O maior tem 9,1 metros de altura.



Cientistas conseguiram resolver um enigma de décadas: a origem das pedras de Stonehenge, no Reino Unido.



A descoberta só foi possível após a devolução da pedra que forma o núcleo do monumento, que foi retirada para análises em 1958 e era dada como desaparecida.



Robert Phillips, de 89 anos, que trabalhou nas escavações, estava com o artefato, devolvendo-o mais de 60 anos depois.



A análise da rocha de 1 metro de comprimento foi comparada com estudos geoquímicos de megalíticos verticais que pertencem a Stonehenge.



Com isso, foi possível determinar que elas foram retiradas de uma região a 25 km ao norte do monumento, próximo à cidade de Marlborough.



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Os cientistas falam que Stonehenge possui dois tipos de rochas: as bluestones e as sarsens. Bluestone não é necessariamente um termo geológico, sendo usado na região para falar de outras 20 rochas diferentes, inclusive de algumas que são misturas entre elas.





Retirada de pedras de Stonehenge em 1958.



A aglutinação mais comum é de dolerite e preseli. Elas formam as menores pedras de Stonehenge, e a origem delas já havia sido determinada nas Colinas Preseli.



Já as sarsens são blocos de arenitos, que ganharam esse nome do dialeto de Wiltshire, sendo uma abreviação de “pedra sarracena”. Em Stonehenge, elas chegam a medir até 7 metros de altura, com cerca de 20 toneladas.



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As 15 pedras centrais e as colunas verticais do círculo externo são feitas de sarsens, que não se sabia a origem até agora.



Testes com fluorescência de raios X da peça devolvida, comparados com a de megalíticos do monumento, puderam mostrar que a composição química equivalia à de rochas encontradas ao sul de Marlborough.



Resultados prévios eram inconclusivos, pois tinham semelhanças tanto com as rochas próximas de Marlborough quanto de Wiltshire.



“Ser capaz de identificar a área que os construtores de Stonehenge usavam para obter seus materiais por volta de 2500 a.C. é emocionante”, analisou Susan Greaney, da ONG English Heritage. “Eles queriam as maiores pedras que pudessem encontrar e fazia sentido tirá-las do local mais próximo possível”, ela concluiu.



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