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Sul de Minas

Criminoso usa drone para tentar entrar com eletrônicos em penitenciária no S/M

Publicado por TV Minas em 01/08/2020 às 13h25

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Celulares, carregadores, fones de ouvido, cabos USB, cartão de memória e chips foram acoplados ao drone.

 

Policiais penais da penitenciária de Três Corações, no Sul de Minas, impediram que um drone abastecido de equipamentos eletrônicos entrasse no sistema prisional nessa sexta-feira (31). 

 

De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (SESP), o aparelho estava sobrevoando o espaço aéreo da penitenciária - no perímetro da área de segurança - quando um policial penal avistou o objeto e, em seguida, identificou à distância o operador do equipamento.

 

O homem que operava o drone fugiu quando percebeu que estava sendo observado.

 

Foi quando o aparelho perdeu altitude e caiu após se chocar com a tela de proteção da unidade prisional. Policiais penais encontraram acoplado ao equipamento: quatro celulares, três carregadores, dois fones de ouvido, seis cabos USB, um cartão de memória e sete chips.

 

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) ressalta que os protocolos de segurança estão cada vez mais aperfeiçoados para impedir que os aparelhos cheguem ao interior dos 194 presídios e penitenciárias.

 

"A expertise dos policiais penais é essencial para o êxito das ações preventivas – como as atividades de monitoração do ambiente prisional – e as repressivas, como as revistas em celas", informou por meio de nota. 

 

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Celulares, carregadores, fones de ouvido, cabos USB, cartão de memória e chips foram acoplados ao drone.


 


Policiais penais da penitenciária de Três Corações, no Sul de Minas, impediram que um drone abastecido de equipamentos eletrônicos entrasse no sistema prisional nessa sexta-feira (31). 


 


De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (SESP), o aparelho estava sobrevoando o espaço aéreo da penitenciária - no perímetro da área de segurança - quando um policial penal avistou o objeto e, em seguida, identificou à distância o operador do equipamento.


 


O homem que operava o drone fugiu quando percebeu que estava sendo observado.


 


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Foi quando o aparelho perdeu altitude e caiu após se chocar com a tela de proteção da unidade prisional. Policiais penais encontraram acoplado ao equipamento: quatro celulares, três carregadores, dois fones de ouvido, seis cabos USB, um cartão de memória e sete chips.


 


A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) ressalta que os protocolos de segurança estão cada vez mais aperfeiçoados para impedir que os aparelhos cheguem ao interior dos 194 presídios e penitenciárias.


 


"A expertise dos policiais penais é essencial para o êxito das ações preventivas – como as atividades de monitoração do ambiente prisional – e as repressivas, como as revistas em celas", informou por meio de nota. 


 


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Policiais penais da penitenciária de Três Corações, no Sul de Minas, impediram que um drone abastecido de equipamentos eletrônicos entrasse no sistema prisional nessa sexta-feira (31). 



De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (SESP), o aparelho estava sobrevoando o espaço aéreo da penitenciária - no perímetro da área de segurança - quando um policial penal avistou o objeto e, em seguida, identificou à distância o operador do equipamento.



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O homem que operava o drone fugiu quando percebeu que estava sendo observado.



Foi quando o aparelho perdeu altitude e caiu após se chocar com a tela de proteção da unidade prisional. Policiais penais encontraram acoplado ao equipamento: quatro celulares, três carregadores, dois fones de ouvido, seis cabos USB, um cartão de memória e sete chips.



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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) ressalta que os protocolos de segurança estão cada vez mais aperfeiçoados para impedir que os aparelhos cheguem ao interior dos 194 presídios e penitenciárias.



"A expertise dos policiais penais é essencial para o êxito das ações preventivas – como as atividades de monitoração do ambiente prisional – e as repressivas, como as revistas em celas", informou por meio de nota. 



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