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Bem Estar

Pesquisadores brasileiros bloqueiam vírus da zika com droga experimental

Publicado por TV Minas em 03/08/2020 às 12h45 - Atualizado às 09h46

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Pesquisadores brasileiros conseguiram encontrar uma forma de parar a infecção pelo vírus da zika em ratos.

 

A equipe de pesquisa descobriu um medicamento capaz de bloquear a ação do micro-organismo em laboratório e de evitar danos ao cérebro de fetos, provocados pela doença.

 

O estudo com a droga experimental, que também inclui pesquisadores argentinos e americanos, foi publicado nesta segunda, 20, na revista científica Nature Neuroscience.

 

 

Droga experimental

 

Os cientistas descobriram que a  inibição de uma proteína chamada AhR ou receptor para aril hidrocarboneto, permite ao sistema imune combater com muito mais eficácia a replicação do vírus zika no organismo.

 

Em experimentos feitos no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo – ICB-USP, a terapia antiviral se mostrou capaz de prevenir o desenvolvimento de microcefalia e outras malformações em fetos de camundongos, cujas mães foram infectadas durante a gestação.

 

 

Resultado promissor

 

No experimento, as fêmeas grávidas também foram infectadas pelo vírus e o medicamento protegeu os fetos de danos cerebrais.

 

Houve remissão total do vírus na placenta, e os ratinhos nasceram saudáveis.

 

Os próximos passos da pesquisa envolvem testes em macacos, e, em seguida, novos estudos clínicos para verificar a segurança e eficácia em humanos.

 

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Pesquisadores brasileiros conseguiram encontrar uma forma de parar a infecção pelo vírus da zika em ratos.


 


A equipe de pesquisa descobriu um medicamento capaz de bloquear a ação do micro-organismo em laboratório e de evitar danos ao cérebro de fetos, provocados pela doença.


 


O estudo com a droga experimental, que também inclui pesquisadores argentinos e americanos, foi publicado nesta segunda, 20, na revista científica Nature Neuroscience.


 


 


Droga experimental


 


Os cientistas descobriram que a  inibição de uma proteína chamada AhR ou receptor para aril hidrocarboneto, permite ao sistema imune combater com muito mais eficácia a replicação do vírus zika no organismo.


 


Em experimentos feitos no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo – ICB-USP, a terapia antiviral se mostrou capaz de prevenir o desenvolvimento de microcefalia e outras malformações em fetos de camundongos, cujas mães foram infectadas durante a gestação.


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Resultado promissor


 


No experimento, as fêmeas grávidas também foram infectadas pelo vírus e o medicamento protegeu os fetos de danos cerebrais.


 


Houve remissão total do vírus na placenta, e os ratinhos nasceram saudáveis.


 


Os próximos passos da pesquisa envolvem testes em macacos, e, em seguida, novos estudos clínicos para verificar a segurança e eficácia em humanos.


 


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Pesquisadores brasileiros conseguiram encontrar uma forma de parar a infecção pelo vírus da zika em ratos.



A equipe de pesquisa descobriu um medicamento capaz de bloquear a ação do micro-organismo em laboratório e de evitar danos ao cérebro de fetos, provocados pela doença.



O estudo com a droga experimental, que também inclui pesquisadores argentinos e americanos, foi publicado nesta segunda, 20, na revista científica Nature Neuroscience.



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Os cientistas descobriram que a  inibição de uma proteína chamada AhR ou receptor para aril hidrocarboneto, permite ao sistema imune combater com muito mais eficácia a replicação do vírus zika no organismo.



Em experimentos feitos no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo – ICB-USP, a terapia antiviral se mostrou capaz de prevenir o desenvolvimento de microcefalia e outras malformações em fetos de camundongos, cujas mães foram infectadas durante a gestação.



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No experimento, as fêmeas grávidas também foram infectadas pelo vírus e o medicamento protegeu os fetos de danos cerebrais.



Houve remissão total do vírus na placenta, e os ratinhos nasceram saudáveis.



Os próximos passos da pesquisa envolvem testes em macacos, e, em seguida, novos estudos clínicos para verificar a segurança e eficácia em humanos.



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